Exame Nacional Biologia e Geologia 2021 · 1.ª fase

Exame Nacional de Biologia e Geologia 2021, 1.ª fase: 24 exercícios com resolução. Temas: Tectónica de placas e deformação das rochas. Com correção imediata.

Temas do exame: Tectónica de placas e deformação das rochas · Sismologia e estrutura interna da Terra · Minerais, rochas magmáticas e metamórficas · Rochas sedimentares, fósseis e história geológica · Recursos geológicos, aquíferos e riscos · Digestão, transporte e trocas gasosas · DNA, síntese proteica e mitose · Reprodução, meiose e ciclos de vida · Biodiversidade, evolução e sistemática · Investigação científica: variáveis e resultados

Grupo I - 1 · Rochas sedimentares, fósseis e história geológica

GRUPO I

Texto 1

A oeste de Lisboa, no concelho de Cascais, há no litoral várias praias interrompidas por falésias verticais ligadas, na base, a plataformas de abrasão marinha 1, plataformas estas que ficam total ou parcialmente cobertas pelo mar durante a maré-cheia. Na praia da Parede, a dinâmica das marés expôs uma pista de pegadas de dinossáurios, provavelmente do género Diplodocus. Segundo os investigadores, trata-se do registo mais recente de saurópodes em Portugal e um dos poucos trilhos europeus conhecidos com origem no Albiano – 113 a 100 milhões de anos (Ma). As pegadas estão preservadas no teto de uma camada de calcário com superfície de estratificação quase horizontal (inclina 5 graus para ENE), pertencente à Formação da Galé. Os sedimentos que deram origem a estas rochas depositaram-se, há cerca de 100 Ma, na Bacia Lusitaniana, localizada na margem oeste da microplaca Ibérica, a qual constituía o território precursor da Península Ibérica.

Nesta zona costeira, as rochas apresentam fraturas verticais que atravessam toda a sequência estratigráfica. No interior de algumas dessas fraturas ocorrem filões, constituídos por rochas basálticas, por vezes muito meteorizadas, pertencentes ao Complexo Vulcânico de Lisboa-Mafra.

A Figura 1 representa uma carta geológica da zona e a respetiva localização geográfica atual. A Figura 2 representa a localização da microplaca Ibérica (Ibéria), no Albiano.

Nota:

1 Plataforma de abrasão marinha – superfície litoral rochosa, aplanada pela erosão marinha, que resulta do desmoronamento e do recuo das falésias, e que fica exposta na maré vazia.

Baseado em: V. Santos et al., «Dinosaur tracks from the Early Cretaceous (Albian) of Parede (Cascais, Portugal): new contributions for the sauropod palaeobiology of the Iberian Peninsula», in Journal of Iberian Geology, 41 (1), 2015;

e em: https://nationalgeographic.pt/natureza/grandes-reportagens/77-edicoes/165/329-na-praia-de-parede (consultado em setembro de 2020).

1. Na zona representada, a Formação do Rodízio é a mais antiga, de acordo com o princípio da

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Grupo I - 2 · Minerais, rochas magmáticas e metamórficas

GRUPO I

Texto 1

A oeste de Lisboa, no concelho de Cascais, há no litoral várias praias interrompidas por falésias verticais ligadas, na base, a plataformas de abrasão marinha 1, plataformas estas que ficam total ou parcialmente cobertas pelo mar durante a maré-cheia. Na praia da Parede, a dinâmica das marés expôs uma pista de pegadas de dinossáurios, provavelmente do género Diplodocus. Segundo os investigadores, trata-se do registo mais recente de saurópodes em Portugal e um dos poucos trilhos europeus conhecidos com origem no Albiano – 113 a 100 milhões de anos (Ma). As pegadas estão preservadas no teto de uma camada de calcário com superfície de estratificação quase horizontal (inclina 5 graus para ENE), pertencente à Formação da Galé. Os sedimentos que deram origem a estas rochas depositaram-se, há cerca de 100 Ma, na Bacia Lusitaniana, localizada na margem oeste da microplaca Ibérica, a qual constituía o território precursor da Península Ibérica.

Nesta zona costeira, as rochas apresentam fraturas verticais que atravessam toda a sequência estratigráfica. No interior de algumas dessas fraturas ocorrem filões, constituídos por rochas basálticas, por vezes muito meteorizadas, pertencentes ao Complexo Vulcânico de Lisboa-Mafra.

A Figura 1 representa uma carta geológica da zona e a respetiva localização geográfica atual. A Figura 2 representa a localização da microplaca Ibérica (Ibéria), no Albiano.

Nota:

1 Plataforma de abrasão marinha – superfície litoral rochosa, aplanada pela erosão marinha, que resulta do desmoronamento e do recuo das falésias, e que fica exposta na maré vazia.

Baseado em: V. Santos et al., «Dinosaur tracks from the Early Cretaceous (Albian) of Parede (Cascais, Portugal): new contributions for the sauropod palaeobiology of the Iberian Peninsula», in Journal of Iberian Geology, 41 (1), 2015;

e em: https://nationalgeographic.pt/natureza/grandes-reportagens/77-edicoes/165/329-na-praia-de-parede (consultado em setembro de 2020).

2. Os filões do Complexo Vulcânico de Lisboa-Mafra são constituídos por rochas com

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Grupo I - 3 · Minerais, rochas magmáticas e metamórficas

GRUPO I

Texto 1

A oeste de Lisboa, no concelho de Cascais, há no litoral várias praias interrompidas por falésias verticais ligadas, na base, a plataformas de abrasão marinha 1, plataformas estas que ficam total ou parcialmente cobertas pelo mar durante a maré-cheia. Na praia da Parede, a dinâmica das marés expôs uma pista de pegadas de dinossáurios, provavelmente do género Diplodocus. Segundo os investigadores, trata-se do registo mais recente de saurópodes em Portugal e um dos poucos trilhos europeus conhecidos com origem no Albiano – 113 a 100 milhões de anos (Ma). As pegadas estão preservadas no teto de uma camada de calcário com superfície de estratificação quase horizontal (inclina 5 graus para ENE), pertencente à Formação da Galé. Os sedimentos que deram origem a estas rochas depositaram-se, há cerca de 100 Ma, na Bacia Lusitaniana, localizada na margem oeste da microplaca Ibérica, a qual constituía o território precursor da Península Ibérica.

Nesta zona costeira, as rochas apresentam fraturas verticais que atravessam toda a sequência estratigráfica. No interior de algumas dessas fraturas ocorrem filões, constituídos por rochas basálticas, por vezes muito meteorizadas, pertencentes ao Complexo Vulcânico de Lisboa-Mafra.

A Figura 1 representa uma carta geológica da zona e a respetiva localização geográfica atual. A Figura 2 representa a localização da microplaca Ibérica (Ibéria), no Albiano.

Nota:

1 Plataforma de abrasão marinha – superfície litoral rochosa, aplanada pela erosão marinha, que resulta do desmoronamento e do recuo das falésias, e que fica exposta na maré vazia.

Baseado em: V. Santos et al., «Dinosaur tracks from the Early Cretaceous (Albian) of Parede (Cascais, Portugal): new contributions for the sauropod palaeobiology of the Iberian Peninsula», in Journal of Iberian Geology, 41 (1), 2015;

e em: https://nationalgeographic.pt/natureza/grandes-reportagens/77-edicoes/165/329-na-praia-de-parede (consultado em setembro de 2020).

3. A calcite (CaCO 3), constituinte maioritário dos calcários, é considerada um mineral, por ser uma substância cristalina sólida e por

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Grupo I - 4 · Rochas sedimentares, fósseis e história geológica

GRUPO I

Texto 1

A oeste de Lisboa, no concelho de Cascais, há no litoral várias praias interrompidas por falésias verticais ligadas, na base, a plataformas de abrasão marinha 1, plataformas estas que ficam total ou parcialmente cobertas pelo mar durante a maré-cheia. Na praia da Parede, a dinâmica das marés expôs uma pista de pegadas de dinossáurios, provavelmente do género Diplodocus. Segundo os investigadores, trata-se do registo mais recente de saurópodes em Portugal e um dos poucos trilhos europeus conhecidos com origem no Albiano – 113 a 100 milhões de anos (Ma). As pegadas estão preservadas no teto de uma camada de calcário com superfície de estratificação quase horizontal (inclina 5 graus para ENE), pertencente à Formação da Galé. Os sedimentos que deram origem a estas rochas depositaram-se, há cerca de 100 Ma, na Bacia Lusitaniana, localizada na margem oeste da microplaca Ibérica, a qual constituía o território precursor da Península Ibérica.

Nesta zona costeira, as rochas apresentam fraturas verticais que atravessam toda a sequência estratigráfica. No interior de algumas dessas fraturas ocorrem filões, constituídos por rochas basálticas, por vezes muito meteorizadas, pertencentes ao Complexo Vulcânico de Lisboa-Mafra.

A Figura 1 representa uma carta geológica da zona e a respetiva localização geográfica atual. A Figura 2 representa a localização da microplaca Ibérica (Ibéria), no Albiano.

Nota:

1 Plataforma de abrasão marinha – superfície litoral rochosa, aplanada pela erosão marinha, que resulta do desmoronamento e do recuo das falésias, e que fica exposta na maré vazia.

Baseado em: V. Santos et al., «Dinosaur tracks from the Early Cretaceous (Albian) of Parede (Cascais, Portugal): new contributions for the sauropod palaeobiology of the Iberian Peninsula», in Journal of Iberian Geology, 41 (1), 2015;

e em: https://nationalgeographic.pt/natureza/grandes-reportagens/77-edicoes/165/329-na-praia-de-parede (consultado em setembro de 2020).

4. As pegadas de Diplodocus existentes na praia da Parede fossilizaram, porque

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Grupo I - 5 · Digestão, transporte e trocas gasosas

GRUPO I

Texto 1

A oeste de Lisboa, no concelho de Cascais, há no litoral várias praias interrompidas por falésias verticais ligadas, na base, a plataformas de abrasão marinha 1, plataformas estas que ficam total ou parcialmente cobertas pelo mar durante a maré-cheia. Na praia da Parede, a dinâmica das marés expôs uma pista de pegadas de dinossáurios, provavelmente do género Diplodocus. Segundo os investigadores, trata-se do registo mais recente de saurópodes em Portugal e um dos poucos trilhos europeus conhecidos com origem no Albiano – 113 a 100 milhões de anos (Ma). As pegadas estão preservadas no teto de uma camada de calcário com superfície de estratificação quase horizontal (inclina 5 graus para ENE), pertencente à Formação da Galé. Os sedimentos que deram origem a estas rochas depositaram-se, há cerca de 100 Ma, na Bacia Lusitaniana, localizada na margem oeste da microplaca Ibérica, a qual constituía o território precursor da Península Ibérica.

Nesta zona costeira, as rochas apresentam fraturas verticais que atravessam toda a sequência estratigráfica. No interior de algumas dessas fraturas ocorrem filões, constituídos por rochas basálticas, por vezes muito meteorizadas, pertencentes ao Complexo Vulcânico de Lisboa-Mafra.

A Figura 1 representa uma carta geológica da zona e a respetiva localização geográfica atual. A Figura 2 representa a localização da microplaca Ibérica (Ibéria), no Albiano.

Nota:

1 Plataforma de abrasão marinha – superfície litoral rochosa, aplanada pela erosão marinha, que resulta do desmoronamento e do recuo das falésias, e que fica exposta na maré vazia.

Baseado em: V. Santos et al., «Dinosaur tracks from the Early Cretaceous (Albian) of Parede (Cascais, Portugal): new contributions for the sauropod palaeobiology of the Iberian Peninsula», in Journal of Iberian Geology, 41 (1), 2015;

e em: https://nationalgeographic.pt/natureza/grandes-reportagens/77-edicoes/165/329-na-praia-de-parede (consultado em setembro de 2020).

5. Complete o texto seguinte com a opção adequada a cada espaço.

Transcreva para a folha de respostas cada uma das letras, seguida do número que corresponde à opção selecionada. A cada letra corresponde um só número.

As pegadas de dinossáurio da praia da Parede, que ficaram expostas devido à ocorrência de

, resultaram de um processo de impressão, que ocorreu em

formados em ambiente litoral. Os dinossáurios, tal como as aves, apresentavam

e realizavam trocas gasosas por

, desempenhando no ecossistema o papel de

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Grupo I - 6 · Tectónica de placas e deformação das rochas

GRUPO I

Texto 1

A oeste de Lisboa, no concelho de Cascais, há no litoral várias praias interrompidas por falésias verticais ligadas, na base, a plataformas de abrasão marinha 1, plataformas estas que ficam total ou parcialmente cobertas pelo mar durante a maré-cheia. Na praia da Parede, a dinâmica das marés expôs uma pista de pegadas de dinossáurios, provavelmente do género Diplodocus. Segundo os investigadores, trata-se do registo mais recente de saurópodes em Portugal e um dos poucos trilhos europeus conhecidos com origem no Albiano – 113 a 100 milhões de anos (Ma). As pegadas estão preservadas no teto de uma camada de calcário com superfície de estratificação quase horizontal (inclina 5 graus para ENE), pertencente à Formação da Galé. Os sedimentos que deram origem a estas rochas depositaram-se, há cerca de 100 Ma, na Bacia Lusitaniana, localizada na margem oeste da microplaca Ibérica, a qual constituía o território precursor da Península Ibérica.

Nesta zona costeira, as rochas apresentam fraturas verticais que atravessam toda a sequência estratigráfica. No interior de algumas dessas fraturas ocorrem filões, constituídos por rochas basálticas, por vezes muito meteorizadas, pertencentes ao Complexo Vulcânico de Lisboa-Mafra.

A Figura 1 representa uma carta geológica da zona e a respetiva localização geográfica atual. A Figura 2 representa a localização da microplaca Ibérica (Ibéria), no Albiano.

Nota:

1 Plataforma de abrasão marinha – superfície litoral rochosa, aplanada pela erosão marinha, que resulta do desmoronamento e do recuo das falésias, e que fica exposta na maré vazia.

Baseado em: V. Santos et al., «Dinosaur tracks from the Early Cretaceous (Albian) of Parede (Cascais, Portugal): new contributions for the sauropod palaeobiology of the Iberian Peninsula», in Journal of Iberian Geology, 41 (1), 2015;

e em: https://nationalgeographic.pt/natureza/grandes-reportagens/77-edicoes/165/329-na-praia-de-parede (consultado em setembro de 2020).

6. Relativamente aos processos geológicos relacionados com a evolução da zona da Parede, pode considerar-se que

Grupo I - 7 · Biodiversidade, evolução e sistemática

7. Os Archaeopteryx, cujos fósseis são conhecidos desde o século XIX, possuíam garras, dentes e, também, estruturas homólogas às das aves atuais, como bico, asas e penas. Em 1990, foi descoberto, numa pedreira do sul da Alemanha, em calcários do Jurássico datados a partir de uma fauna de amonites, um exemplar de uma nova espécie – Archaeopteryx albersdoerferi – mais recente do que os exemplares anteriormente encontrados.

Baseado em: https://www.researchgate.net/publication/341622707 (consultado em dezembro de 2020).

Os dados apresentados permitem afirmar que as rochas da pedreira foram sujeitas a e que os Archaeopteryx e as aves atuais resultaram de um processo de.

Grupo I - 8 · Rochas sedimentares, fósseis e história geológica

8. Faça corresponder cada uma das descrições relativas a diferentes tipos de rochas, expressas na Coluna I, à designação correspondente, que consta na Coluna II.

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Grupo I - 9 · Tectónica de placas e deformação das rochas

GRUPO I

Texto 1

A oeste de Lisboa, no concelho de Cascais, há no litoral várias praias interrompidas por falésias verticais ligadas, na base, a plataformas de abrasão marinha 1, plataformas estas que ficam total ou parcialmente cobertas pelo mar durante a maré-cheia. Na praia da Parede, a dinâmica das marés expôs uma pista de pegadas de dinossáurios, provavelmente do género Diplodocus. Segundo os investigadores, trata-se do registo mais recente de saurópodes em Portugal e um dos poucos trilhos europeus conhecidos com origem no Albiano – 113 a 100 milhões de anos (Ma). As pegadas estão preservadas no teto de uma camada de calcário com superfície de estratificação quase horizontal (inclina 5 graus para ENE), pertencente à Formação da Galé. Os sedimentos que deram origem a estas rochas depositaram-se, há cerca de 100 Ma, na Bacia Lusitaniana, localizada na margem oeste da microplaca Ibérica, a qual constituía o território precursor da Península Ibérica.

Nesta zona costeira, as rochas apresentam fraturas verticais que atravessam toda a sequência estratigráfica. No interior de algumas dessas fraturas ocorrem filões, constituídos por rochas basálticas, por vezes muito meteorizadas, pertencentes ao Complexo Vulcânico de Lisboa-Mafra.

A Figura 1 representa uma carta geológica da zona e a respetiva localização geográfica atual. A Figura 2 representa a localização da microplaca Ibérica (Ibéria), no Albiano.

Nota:

1 Plataforma de abrasão marinha – superfície litoral rochosa, aplanada pela erosão marinha, que resulta do desmoronamento e do recuo das falésias, e que fica exposta na maré vazia.

Baseado em: V. Santos et al., «Dinosaur tracks from the Early Cretaceous (Albian) of Parede (Cascais, Portugal): new contributions for the sauropod palaeobiology of the Iberian Peninsula», in Journal of Iberian Geology, 41 (1), 2015;

e em: https://nationalgeographic.pt/natureza/grandes-reportagens/77-edicoes/165/329-na-praia-de-parede (consultado em setembro de 2020).

9. Explique, considerando os dados das Figuras 1 e 2, a mudança de posição da microplaca Ibérica nos óltimos 100 Ma.

Na sua resposta, refira os valores de latitude relativos a essa mudança de posição.

Grupo I - 10 · Reprodução, meiose e ciclos de vida

Texto 2

Na zona da praia da Parede, na Área Marinha Protegida das Avencas (AMPA), as algas representam um dos macropovoamentos mais importantes. Os tapetes formados pelas algas na zona entre marés retêm a água durante a baixa-mar, fazendo com que as condições sejam suportáveis para a grande maioria dos organismos marinhos que aqui têm o seu habitat.

A alga Asparagopsis armata é considerada, de entre as algas existentes nas águas europeias, uma das espécies com maior potencial invasor. Na AMPA proliferam as duas fases do seu ciclo de vida, a geração produtora de gâmetas e a geração produtora de esporos. Esta última é caracterizada pela formação de dois tipos de esporos em momentos diferentes – os carpósporos, que são diploides, e os tetrásporos, que são haploides. No passado, a entidade designada por tetrasporófito foi considerada como uma espécie distinta, Falkenbergia rufolanosa. A alga A. armata apresenta um ciclo de vida com gametófitos fixos a um substrato e esporófitos de vida livre, muito comuns durante todo o ano. Estas algas requerem uma superfície dura para se fixarem, sendo as rochas o local mais habitual para o fazerem, mas também se podem fixar noutras algas ou em animais como as lapas (moluscos com concha univalve que escavam, nas rochas, pequenas cavidades às quais se ajustam).

Uma particularidade importante dos seres do género Asparagopsis é a produção de metabolitos que atuam como repelentes de herbívoros. Estes metabolitos são sintetizados em células glandulares dos filamentos do tetrasporófito.

Na Figura 3, está representado o ciclo de vida de A. armata.

10. Considerando as etapas do ciclo de vida representado, pode referir-se que

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Grupo I - 11 · Reprodução, meiose e ciclos de vida

Texto 2

Na zona da praia da Parede, na Área Marinha Protegida das Avencas (AMPA), as algas representam um dos macropovoamentos mais importantes. Os tapetes formados pelas algas na zona entre marés retêm a água durante a baixa-mar, fazendo com que as condições sejam suportáveis para a grande maioria dos organismos marinhos que aqui têm o seu habitat.

A alga Asparagopsis armata é considerada, de entre as algas existentes nas águas europeias, uma das espécies com maior potencial invasor. Na AMPA proliferam as duas fases do seu ciclo de vida, a geração produtora de gâmetas e a geração produtora de esporos. Esta última é caracterizada pela formação de dois tipos de esporos em momentos diferentes – os carpósporos, que são diploides, e os tetrásporos, que são haploides. No passado, a entidade designada por tetrasporófito foi considerada como uma espécie distinta, Falkenbergia rufolanosa. A alga A. armata apresenta um ciclo de vida com gametófitos fixos a um substrato e esporófitos de vida livre, muito comuns durante todo o ano. Estas algas requerem uma superfície dura para se fixarem, sendo as rochas o local mais habitual para o fazerem, mas também se podem fixar noutras algas ou em animais como as lapas (moluscos com concha univalve que escavam, nas rochas, pequenas cavidades às quais se ajustam).

Uma particularidade importante dos seres do género Asparagopsis é a produção de metabolitos que atuam como repelentes de herbívoros. Estes metabolitos são sintetizados em células glandulares dos filamentos do tetrasporófito.

Na Figura 3, está representado o ciclo de vida de A. armata.

11. Em A. armata, durante o processo de produção dos tetrásporos, ocorre

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Grupo I - 12 · Reprodução, meiose e ciclos de vida

Texto 2

Na zona da praia da Parede, na Área Marinha Protegida das Avencas (AMPA), as algas representam um dos macropovoamentos mais importantes. Os tapetes formados pelas algas na zona entre marés retêm a água durante a baixa-mar, fazendo com que as condições sejam suportáveis para a grande maioria dos organismos marinhos que aqui têm o seu habitat.

A alga Asparagopsis armata é considerada, de entre as algas existentes nas águas europeias, uma das espécies com maior potencial invasor. Na AMPA proliferam as duas fases do seu ciclo de vida, a geração produtora de gâmetas e a geração produtora de esporos. Esta última é caracterizada pela formação de dois tipos de esporos em momentos diferentes – os carpósporos, que são diploides, e os tetrásporos, que são haploides. No passado, a entidade designada por tetrasporófito foi considerada como uma espécie distinta, Falkenbergia rufolanosa. A alga A. armata apresenta um ciclo de vida com gametófitos fixos a um substrato e esporófitos de vida livre, muito comuns durante todo o ano. Estas algas requerem uma superfície dura para se fixarem, sendo as rochas o local mais habitual para o fazerem, mas também se podem fixar noutras algas ou em animais como as lapas (moluscos com concha univalve que escavam, nas rochas, pequenas cavidades às quais se ajustam).

Uma particularidade importante dos seres do género Asparagopsis é a produção de metabolitos que atuam como repelentes de herbívoros. Estes metabolitos são sintetizados em células glandulares dos filamentos do tetrasporófito.

Na Figura 3, está representado o ciclo de vida de A. armata.

12. O sucesso da fecundação em A. armata é facilitado pelo facto de

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Grupo I - 13 · Biodiversidade, evolução e sistemática

Texto 2

Na zona da praia da Parede, na Área Marinha Protegida das Avencas (AMPA), as algas representam um dos macropovoamentos mais importantes. Os tapetes formados pelas algas na zona entre marés retêm a água durante a baixa-mar, fazendo com que as condições sejam suportáveis para a grande maioria dos organismos marinhos que aqui têm o seu habitat.

A alga Asparagopsis armata é considerada, de entre as algas existentes nas águas europeias, uma das espécies com maior potencial invasor. Na AMPA proliferam as duas fases do seu ciclo de vida, a geração produtora de gâmetas e a geração produtora de esporos. Esta última é caracterizada pela formação de dois tipos de esporos em momentos diferentes – os carpósporos, que são diploides, e os tetrásporos, que são haploides. No passado, a entidade designada por tetrasporófito foi considerada como uma espécie distinta, Falkenbergia rufolanosa. A alga A. armata apresenta um ciclo de vida com gametófitos fixos a um substrato e esporófitos de vida livre, muito comuns durante todo o ano. Estas algas requerem uma superfície dura para se fixarem, sendo as rochas o local mais habitual para o fazerem, mas também se podem fixar noutras algas ou em animais como as lapas (moluscos com concha univalve que escavam, nas rochas, pequenas cavidades às quais se ajustam).

Uma particularidade importante dos seres do género Asparagopsis é a produção de metabolitos que atuam como repelentes de herbívoros. Estes metabolitos são sintetizados em células glandulares dos filamentos do tetrasporófito.

Na Figura 3, está representado o ciclo de vida de A. armata.

13. Durante a baixa-mar, uma das condições que permitem a sobrevivência das lapas é a sua capacidade de reter água, que é favorecida

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Grupo I - 14 · DNA, síntese proteica e mitose

Texto 2

Na zona da praia da Parede, na Área Marinha Protegida das Avencas (AMPA), as algas representam um dos macropovoamentos mais importantes. Os tapetes formados pelas algas na zona entre marés retêm a água durante a baixa-mar, fazendo com que as condições sejam suportáveis para a grande maioria dos organismos marinhos que aqui têm o seu habitat.

A alga Asparagopsis armata é considerada, de entre as algas existentes nas águas europeias, uma das espécies com maior potencial invasor. Na AMPA proliferam as duas fases do seu ciclo de vida, a geração produtora de gâmetas e a geração produtora de esporos. Esta última é caracterizada pela formação de dois tipos de esporos em momentos diferentes – os carpósporos, que são diploides, e os tetrásporos, que são haploides. No passado, a entidade designada por tetrasporófito foi considerada como uma espécie distinta, Falkenbergia rufolanosa. A alga A. armata apresenta um ciclo de vida com gametófitos fixos a um substrato e esporófitos de vida livre, muito comuns durante todo o ano. Estas algas requerem uma superfície dura para se fixarem, sendo as rochas o local mais habitual para o fazerem, mas também se podem fixar noutras algas ou em animais como as lapas (moluscos com concha univalve que escavam, nas rochas, pequenas cavidades às quais se ajustam).

Uma particularidade importante dos seres do género Asparagopsis é a produção de metabolitos que atuam como repelentes de herbívoros. Estes metabolitos são sintetizados em células glandulares dos filamentos do tetrasporófito.

Na Figura 3, está representado o ciclo de vida de A. armata.

14. Ordene as expressões identificadas pelas letras de A a E, de modo a reconstituir a sequência correta de acontecimentos relacionados com a síntese de metabolitos peptídicos em células especializadas de A. armata.

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Grupo I · Biodiversidade, evolução e sistemática

Texto 2

Na zona da praia da Parede, na Área Marinha Protegida das Avencas (AMPA), as algas representam um dos macropovoamentos mais importantes. Os tapetes formados pelas algas na zona entre marés retêm a água durante a baixa-mar, fazendo com que as condições sejam suportáveis para a grande maioria dos organismos marinhos que aqui têm o seu habitat.

A alga Asparagopsis armata é considerada, de entre as algas existentes nas águas europeias, uma das espécies com maior potencial invasor. Na AMPA proliferam as duas fases do seu ciclo de vida, a geração produtora de gâmetas e a geração produtora de esporos. Esta última é caracterizada pela formação de dois tipos de esporos em momentos diferentes – os carpósporos, que são diploides, e os tetrásporos, que são haploides. No passado, a entidade designada por tetrasporófito foi considerada como uma espécie distinta, Falkenbergia rufolanosa. A alga A. armata apresenta um ciclo de vida com gametófitos fixos a um substrato e esporófitos de vida livre, muito comuns durante todo o ano. Estas algas requerem uma superfície dura para se fixarem, sendo as rochas o local mais habitual para o fazerem, mas também se podem fixar noutras algas ou em animais como as lapas (moluscos com concha univalve que escavam, nas rochas, pequenas cavidades às quais se ajustam).

Uma particularidade importante dos seres do género Asparagopsis é a produção de metabolitos que atuam como repelentes de herbívoros. Estes metabolitos são sintetizados em células glandulares dos filamentos do tetrasporófito.

Na Figura 3, está representado o ciclo de vida de A. armata.

15.

Explique, de acordo com os dados, de que modo as características biológicas de A. armata fazem dela uma espécie com potencial invasor.

16.

Explique de que modo uma alteração do hidrodinamismo, numa praia arenosa, pode contribuir para a instalação de uma comunidade que integre seres vivos como as lapas e a alga A. armata, referidos no Texto 2.

Grupo I - 17 · Investigação científica: variáveis e resultados

Texto 3

As variações diárias de temperatura ambiente podem ter grande impacto nos sistemas biológicos.

Foi realizado um estudo para analisar os níveis de stress térmico no molusco Patella vulgata (lapa), em diversos micro- habitats de praias na costa atlântica europeia, nomeadamente em Portugal. Para o efeito, foram determinados os níveis de uma proteína de stress térmico (HSP70). Esta proteína tem funções essenciais para a sobrevivência, protegendo as proteínas celulares contra a desnaturação e conferindo, assim, tolerância à hipotermia, à hipertermia e à radiação ultravioleta.

Procedimento:

Selecionaram-se 4 praias da costa atlântica oeste a estudar (Moledo, Mindelo, S. Lourenço e Alteirinhos).

Colocaram-se 3 «robolapas 1 », em cada um de 2 micro- habitats opostos (norte e sul), nas plataformas rochosas da zona entre marés ( habitat da P. vulgata), perfazendo 6 «robolapas» por praia.

Programaram-se as «robolapas» para recolher dados sobre a temperatura a cada 40 minutos, durante 6 meses.

Recolheram-se 8 indivíduos do micro- habitat mais exposto à radiação solar, isto é, orientado a sul (indivíduos S), e 8 indivíduos do micro- habitat menos exposto à radiação solar, isto é, orientado a norte (indivíduos N), em cada um dos locais em estudo, em junho e em agosto de 2011.

Procedeu-se à extração das proteínas em cada indivíduo e determinou-se a concentração de proteína HSP70.

Os dados obtidos pelas «robolapas» permitiram estabelecer uma relação entre a temperatura e os níveis médios de HSP70 presentes nos indivíduos de P. vulgata.

A Figura 4 apresenta os resultados relativos às praias portuguesas estudadas, indicando os níveis médios de HSP70 presentes nos indivíduos de P. vulgata colhidos no verão de 2011.

1 Robolapa – equipamento que é colado à rocha para reproduzir as condições do habitat natural das lapas. Este equipamento é constituído pela concha de um indivíduo do género Patella, na qual é introduzido um aparelho de pequenas dimensões, autónomo e com capacidade para registar a temperatura.

17. De acordo com o objetivo da experiência, uma das variáveis dependentes em estudo é

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Grupo I - 18 · Investigação científica: variáveis e resultados

Texto 3

As variações diárias de temperatura ambiente podem ter grande impacto nos sistemas biológicos.

Foi realizado um estudo para analisar os níveis de stress térmico no molusco Patella vulgata (lapa), em diversos micro- habitats de praias na costa atlântica europeia, nomeadamente em Portugal. Para o efeito, foram determinados os níveis de uma proteína de stress térmico (HSP70). Esta proteína tem funções essenciais para a sobrevivência, protegendo as proteínas celulares contra a desnaturação e conferindo, assim, tolerância à hipotermia, à hipertermia e à radiação ultravioleta.

Procedimento:

Selecionaram-se 4 praias da costa atlântica oeste a estudar (Moledo, Mindelo, S. Lourenço e Alteirinhos).

Colocaram-se 3 «robolapas 1 », em cada um de 2 micro- habitats opostos (norte e sul), nas plataformas rochosas da zona entre marés ( habitat da P. vulgata), perfazendo 6 «robolapas» por praia.

Programaram-se as «robolapas» para recolher dados sobre a temperatura a cada 40 minutos, durante 6 meses.

Recolheram-se 8 indivíduos do micro- habitat mais exposto à radiação solar, isto é, orientado a sul (indivíduos S), e 8 indivíduos do micro- habitat menos exposto à radiação solar, isto é, orientado a norte (indivíduos N), em cada um dos locais em estudo, em junho e em agosto de 2011.

Procedeu-se à extração das proteínas em cada indivíduo e determinou-se a concentração de proteína HSP70.

Os dados obtidos pelas «robolapas» permitiram estabelecer uma relação entre a temperatura e os níveis médios de HSP70 presentes nos indivíduos de P. vulgata.

A Figura 4 apresenta os resultados relativos às praias portuguesas estudadas, indicando os níveis médios de HSP70 presentes nos indivíduos de P. vulgata colhidos no verão de 2011.

1 Robolapa – equipamento que é colado à rocha para reproduzir as condições do habitat natural das lapas. Este equipamento é constituído pela concha de um indivíduo do género Patella, na qual é introduzido um aparelho de pequenas dimensões, autónomo e com capacidade para registar a temperatura.

18. Com este estudo, pretende-se testar a hipótese:

()

Grupo I - 19 · Investigação científica: variáveis e resultados

Texto 3

As variações diárias de temperatura ambiente podem ter grande impacto nos sistemas biológicos.

Foi realizado um estudo para analisar os níveis de stress térmico no molusco Patella vulgata (lapa), em diversos micro- habitats de praias na costa atlântica europeia, nomeadamente em Portugal. Para o efeito, foram determinados os níveis de uma proteína de stress térmico (HSP70). Esta proteína tem funções essenciais para a sobrevivência, protegendo as proteínas celulares contra a desnaturação e conferindo, assim, tolerância à hipotermia, à hipertermia e à radiação ultravioleta.

Procedimento:

Selecionaram-se 4 praias da costa atlântica oeste a estudar (Moledo, Mindelo, S. Lourenço e Alteirinhos).

Colocaram-se 3 «robolapas 1 », em cada um de 2 micro- habitats opostos (norte e sul), nas plataformas rochosas da zona entre marés ( habitat da P. vulgata), perfazendo 6 «robolapas» por praia.

Programaram-se as «robolapas» para recolher dados sobre a temperatura a cada 40 minutos, durante 6 meses.

Recolheram-se 8 indivíduos do micro- habitat mais exposto à radiação solar, isto é, orientado a sul (indivíduos S), e 8 indivíduos do micro- habitat menos exposto à radiação solar, isto é, orientado a norte (indivíduos N), em cada um dos locais em estudo, em junho e em agosto de 2011.

Procedeu-se à extração das proteínas em cada indivíduo e determinou-se a concentração de proteína HSP70.

Os dados obtidos pelas «robolapas» permitiram estabelecer uma relação entre a temperatura e os níveis médios de HSP70 presentes nos indivíduos de P. vulgata.

A Figura 4 apresenta os resultados relativos às praias portuguesas estudadas, indicando os níveis médios de HSP70 presentes nos indivíduos de P. vulgata colhidos no verão de 2011.

1 Robolapa – equipamento que é colado à rocha para reproduzir as condições do habitat natural das lapas. Este equipamento é constituído pela concha de um indivíduo do género Patella, na qual é introduzido um aparelho de pequenas dimensões, autónomo e com capacidade para registar a temperatura.

19. De entre as afirmações seguintes, relacionadas com os resultados experimentais, selecione as duas que estão corretas, transcrevendo para a folha de respostas os números romanos correspondentes.

.

Grupo I - 20 · Reprodução, meiose e ciclos de vida

Texto 3

As variações diárias de temperatura ambiente podem ter grande impacto nos sistemas biológicos.

Foi realizado um estudo para analisar os níveis de stress térmico no molusco Patella vulgata (lapa), em diversos micro- habitats de praias na costa atlântica europeia, nomeadamente em Portugal. Para o efeito, foram determinados os níveis de uma proteína de stress térmico (HSP70). Esta proteína tem funções essenciais para a sobrevivência, protegendo as proteínas celulares contra a desnaturação e conferindo, assim, tolerância à hipotermia, à hipertermia e à radiação ultravioleta.

Procedimento:

Selecionaram-se 4 praias da costa atlântica oeste a estudar (Moledo, Mindelo, S. Lourenço e Alteirinhos).

Colocaram-se 3 «robolapas 1 », em cada um de 2 micro- habitats opostos (norte e sul), nas plataformas rochosas da zona entre marés ( habitat da P. vulgata), perfazendo 6 «robolapas» por praia.

Programaram-se as «robolapas» para recolher dados sobre a temperatura a cada 40 minutos, durante 6 meses.

Recolheram-se 8 indivíduos do micro- habitat mais exposto à radiação solar, isto é, orientado a sul (indivíduos S), e 8 indivíduos do micro- habitat menos exposto à radiação solar, isto é, orientado a norte (indivíduos N), em cada um dos locais em estudo, em junho e em agosto de 2011.

Procedeu-se à extração das proteínas em cada indivíduo e determinou-se a concentração de proteína HSP70.

Os dados obtidos pelas «robolapas» permitiram estabelecer uma relação entre a temperatura e os níveis médios de HSP70 presentes nos indivíduos de P. vulgata.

A Figura 4 apresenta os resultados relativos às praias portuguesas estudadas, indicando os níveis médios de HSP70 presentes nos indivíduos de P. vulgata colhidos no verão de 2011.

1 Robolapa – equipamento que é colado à rocha para reproduzir as condições do habitat natural das lapas. Este equipamento é constituído pela concha de um indivíduo do género Patella, na qual é introduzido um aparelho de pequenas dimensões, autónomo e com capacidade para registar a temperatura.

20. Ordene as expressões identificadas pelas letras de A a E, de modo a reconstituir a sequência correta de acontecimentos relacionados com o ciclo de vida de P. vulgata, começando pela etapa da fecundação.

A.

União de gâmetas com restabelecimento da diploidia.

B.

Expressão diferencial do genoma, originando o indivíduo adulto.

C.

Divisão por meiose, que conduz à formação de células sexuais.

D.

Desenvolvimento do embrião por sucessivas mitoses.

E.

Maturação dos órgãos que darão origem aos gâmetas.

º

Grupo I - 21 · Biodiversidade, evolução e sistemática

Texto 3

As variações diárias de temperatura ambiente podem ter grande impacto nos sistemas biológicos.

Foi realizado um estudo para analisar os níveis de stress térmico no molusco Patella vulgata (lapa), em diversos micro- habitats de praias na costa atlântica europeia, nomeadamente em Portugal. Para o efeito, foram determinados os níveis de uma proteína de stress térmico (HSP70). Esta proteína tem funções essenciais para a sobrevivência, protegendo as proteínas celulares contra a desnaturação e conferindo, assim, tolerância à hipotermia, à hipertermia e à radiação ultravioleta.

Procedimento:

Selecionaram-se 4 praias da costa atlântica oeste a estudar (Moledo, Mindelo, S. Lourenço e Alteirinhos).

Colocaram-se 3 «robolapas 1 », em cada um de 2 micro- habitats opostos (norte e sul), nas plataformas rochosas da zona entre marés ( habitat da P. vulgata), perfazendo 6 «robolapas» por praia.

Programaram-se as «robolapas» para recolher dados sobre a temperatura a cada 40 minutos, durante 6 meses.

Recolheram-se 8 indivíduos do micro- habitat mais exposto à radiação solar, isto é, orientado a sul (indivíduos S), e 8 indivíduos do micro- habitat menos exposto à radiação solar, isto é, orientado a norte (indivíduos N), em cada um dos locais em estudo, em junho e em agosto de 2011.

Procedeu-se à extração das proteínas em cada indivíduo e determinou-se a concentração de proteína HSP70.

Os dados obtidos pelas «robolapas» permitiram estabelecer uma relação entre a temperatura e os níveis médios de HSP70 presentes nos indivíduos de P. vulgata.

A Figura 4 apresenta os resultados relativos às praias portuguesas estudadas, indicando os níveis médios de HSP70 presentes nos indivíduos de P. vulgata colhidos no verão de 2011.

1 Robolapa – equipamento que é colado à rocha para reproduzir as condições do habitat natural das lapas. Este equipamento é constituído pela concha de um indivíduo do género Patella, na qual é introduzido um aparelho de pequenas dimensões, autónomo e com capacidade para registar a temperatura.

21. Alguns indivíduos de P. vulgata permanecem em habitats caracterizados por elevadas temperaturas durante as marés baixas diurnas e, por isso, sofrem elevados níveis de stress.

Explique o papel do ambiente no aumento da resistência de P. vulgata ao stress térmico, segundo uma perspetiva lamarckista e segundo uma perspetiva darwinista.

Grupo II - 1 · Digestão, transporte e trocas gasosas

GRUPO II

Numa aula de Biologia e Geologia, realizou-se uma experiência com o objetivo de estudar a distribuição dos estomas em folhas de plantas Monocotiledóneas e Dicotiledóneas.

Encheram-se com água seis provetas de 10 mL (A a F).

Colocaram-se em três provetas (A, C e E) folhas de uma planta Dicotiledónea, com o pecíolo dentro de água, e, em outras três provetas (B, D e F), folhas de uma planta Monocotiledónea, com a bainha dentro de água, como se ilustra na Figura 5.

Todas as folhas possuíam a mesma área.

Colocou-se vaselina (substância impermeabilizante) na página superior da folha de Dicotiledónea da proveta A e na página superior da folha de Monocotiledónea da proveta B.

Colocou-se vaselina na página inferior da folha de Dicotiledónea da proveta C e na página inferior da folha de Monocotiledónea da proveta D.

Não se colocou vaselina na folha de Dicotiledónea da proveta E nem na folha de Monocotiledónea da proveta F.

Cobriu-se a superfície da água das provetas com parafina líquida, para impermeabilizar.

Ao fim de oito dias, mediu-se a diminuição do volume de água em cada proveta e registaram-se os valores na Tabela 1.

* 1. Explique, tendo em conta o objetivo do estudo, os resultados obtidos nas provetas onde se colocaram folhas de uma planta Dicotiledónea.

Grupo II - 2 · Investigação científica: variáveis e resultados

GRUPO II

Numa aula de Biologia e Geologia, realizou-se uma experiência com o objetivo de estudar a distribuição dos estomas em folhas de plantas Monocotiledóneas e Dicotiledóneas.

Encheram-se com água seis provetas de 10 mL (A a F).

Colocaram-se em três provetas (A, C e E) folhas de uma planta Dicotiledónea, com o pecíolo dentro de água, e, em outras três provetas (B, D e F), folhas de uma planta Monocotiledónea, com a bainha dentro de água, como se ilustra na Figura 5.

Todas as folhas possuíam a mesma área.

Colocou-se vaselina (substância impermeabilizante) na página superior da folha de Dicotiledónea da proveta A e na página superior da folha de Monocotiledónea da proveta B.

Colocou-se vaselina na página inferior da folha de Dicotiledónea da proveta C e na página inferior da folha de Monocotiledónea da proveta D.

Não se colocou vaselina na folha de Dicotiledónea da proveta E nem na folha de Monocotiledónea da proveta F.

Cobriu-se a superfície da água das provetas com parafina líquida, para impermeabilizar.

Ao fim de oito dias, mediu-se a diminuição do volume de água em cada proveta e registaram-se os valores na Tabela 1.

2. Da análise do estudo experimental, podemos afirmar que

Grupo II - 3 · Digestão, transporte e trocas gasosas

GRUPO II

Numa aula de Biologia e Geologia, realizou-se uma experiência com o objetivo de estudar a distribuição dos estomas em folhas de plantas Monocotiledóneas e Dicotiledóneas.

Encheram-se com água seis provetas de 10 mL (A a F).

Colocaram-se em três provetas (A, C e E) folhas de uma planta Dicotiledónea, com o pecíolo dentro de água, e, em outras três provetas (B, D e F), folhas de uma planta Monocotiledónea, com a bainha dentro de água, como se ilustra na Figura 5.

Todas as folhas possuíam a mesma área.

Colocou-se vaselina (substância impermeabilizante) na página superior da folha de Dicotiledónea da proveta A e na página superior da folha de Monocotiledónea da proveta B.

Colocou-se vaselina na página inferior da folha de Dicotiledónea da proveta C e na página inferior da folha de Monocotiledónea da proveta D.

Não se colocou vaselina na folha de Dicotiledónea da proveta E nem na folha de Monocotiledónea da proveta F.

Cobriu-se a superfície da água das provetas com parafina líquida, para impermeabilizar.

Ao fim de oito dias, mediu-se a diminuição do volume de água em cada proveta e registaram-se os valores na Tabela 1.

* 3. Associe a cada uma das teorias relacionadas com a distribuição de matéria nas plantas, apresentadas na Coluna I, as afirmações da Coluna II que lhe correspondem. Cada uma das afirmações deve ser associada apenas a uma das letras, e todas as afirmações devem ser utilizadas.

Selecione para cada afirmação da Coluna II a teoria correspondente da Coluna I.

()

Grupo III - 1 · Recursos geológicos, aquíferos e riscos

GRUPO III

Os efeitos diretos e indiretos do aquecimento global já se fazem sentir um pouco por todo o mundo, nomeadamente nas regiões litorais, colocando problemas crescentes às cidades que aí se localizam. Existem estratégias para minimizar este problema, como a proteção de ecossistemas litorais, por exemplo, pântanos e mangais 1, ou a deslocação de populações para zonas mais seguras.

Uma das regiões urbanas que apresenta maiores problemas é a cidade de Jacarta, capital da Indonésia, na ilha de Java. Trata-se de uma região tectonicamente muito ativa, está sujeita a frequentes inundações costeiras e é uma das zonas mais densamente povoadas do mundo, estimando-se que, na grande área metropolitana, habitem cerca de 30 milhões de pessoas. A cidade está construída numa planície litoral, e, devido ao crescimento populacional, tem ocorrido uma sobre-extração das águas subterrâneas, para uso doméstico e industrial.

Jacarta está a afundar-se mais rapidamente do que qualquer outra cidade do mundo. A zona norte da cidade afundou-se 2,5 metros em menos de uma década.

Face a estes problemas, em julho de 2019 foi anunciada a intenção de estabelecer uma nova capital para o país.

A Figura 6 representa o mapa geológico simplificado das ilhas de Java e de Sumatra, onde se localiza a «Grande Falha de Sumatra».

Nota:

1 Mangais – ecossistemas litorais de transição entre os biomas terrestre e marinho, dominados por espécies vegetais típicas, característicos de regiões tropicais e subtropicais.

1. Uma das razões pelas quais Jacarta está sujeita a um elevado risco geológico é

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Grupo III - 2 · Sismologia e estrutura interna da Terra

GRUPO III

Os efeitos diretos e indiretos do aquecimento global já se fazem sentir um pouco por todo o mundo, nomeadamente nas regiões litorais, colocando problemas crescentes às cidades que aí se localizam. Existem estratégias para minimizar este problema, como a proteção de ecossistemas litorais, por exemplo, pântanos e mangais 1, ou a deslocação de populações para zonas mais seguras.

Uma das regiões urbanas que apresenta maiores problemas é a cidade de Jacarta, capital da Indonésia, na ilha de Java. Trata-se de uma região tectonicamente muito ativa, está sujeita a frequentes inundações costeiras e é uma das zonas mais densamente povoadas do mundo, estimando-se que, na grande área metropolitana, habitem cerca de 30 milhões de pessoas. A cidade está construída numa planície litoral, e, devido ao crescimento populacional, tem ocorrido uma sobre-extração das águas subterrâneas, para uso doméstico e industrial.

Jacarta está a afundar-se mais rapidamente do que qualquer outra cidade do mundo. A zona norte da cidade afundou-se 2,5 metros em menos de uma década.

Face a estes problemas, em julho de 2019 foi anunciada a intenção de estabelecer uma nova capital para o país.

A Figura 6 representa o mapa geológico simplificado das ilhas de Java e de Sumatra, onde se localiza a «Grande Falha de Sumatra».

Nota:

1 Mangais – ecossistemas litorais de transição entre os biomas terrestre e marinho, dominados por espécies vegetais típicas, característicos de regiões tropicais e subtropicais.

* 2. Se ocorrer um sismo de elevada magnitude em Jacarta, os sismógrafos localizados em Lisboa, a cerca de 13 000 km, não irão registar as ondas S diretas, porque estas não atravessam o limite

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Grupo III - 3 · Tectónica de placas e deformação das rochas

GRUPO III

Os efeitos diretos e indiretos do aquecimento global já se fazem sentir um pouco por todo o mundo, nomeadamente nas regiões litorais, colocando problemas crescentes às cidades que aí se localizam. Existem estratégias para minimizar este problema, como a proteção de ecossistemas litorais, por exemplo, pântanos e mangais 1, ou a deslocação de populações para zonas mais seguras.

Uma das regiões urbanas que apresenta maiores problemas é a cidade de Jacarta, capital da Indonésia, na ilha de Java. Trata-se de uma região tectonicamente muito ativa, está sujeita a frequentes inundações costeiras e é uma das zonas mais densamente povoadas do mundo, estimando-se que, na grande área metropolitana, habitem cerca de 30 milhões de pessoas. A cidade está construída numa planície litoral, e, devido ao crescimento populacional, tem ocorrido uma sobre-extração das águas subterrâneas, para uso doméstico e industrial.

Jacarta está a afundar-se mais rapidamente do que qualquer outra cidade do mundo. A zona norte da cidade afundou-se 2,5 metros em menos de uma década.

Face a estes problemas, em julho de 2019 foi anunciada a intenção de estabelecer uma nova capital para o país.

A Figura 6 representa o mapa geológico simplificado das ilhas de Java e de Sumatra, onde se localiza a «Grande Falha de Sumatra».

Nota:

1 Mangais – ecossistemas litorais de transição entre os biomas terrestre e marinho, dominados por espécies vegetais típicas, característicos de regiões tropicais e subtropicais.

* 3. Um sismo gerado a 200 km de profundidade, com epicentro na ilha de Java, pode ser considerado

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Grupo III - 4 · Tectónica de placas e deformação das rochas

GRUPO III

Os efeitos diretos e indiretos do aquecimento global já se fazem sentir um pouco por todo o mundo, nomeadamente nas regiões litorais, colocando problemas crescentes às cidades que aí se localizam. Existem estratégias para minimizar este problema, como a proteção de ecossistemas litorais, por exemplo, pântanos e mangais 1, ou a deslocação de populações para zonas mais seguras.

Uma das regiões urbanas que apresenta maiores problemas é a cidade de Jacarta, capital da Indonésia, na ilha de Java. Trata-se de uma região tectonicamente muito ativa, está sujeita a frequentes inundações costeiras e é uma das zonas mais densamente povoadas do mundo, estimando-se que, na grande área metropolitana, habitem cerca de 30 milhões de pessoas. A cidade está construída numa planície litoral, e, devido ao crescimento populacional, tem ocorrido uma sobre-extração das águas subterrâneas, para uso doméstico e industrial.

Jacarta está a afundar-se mais rapidamente do que qualquer outra cidade do mundo. A zona norte da cidade afundou-se 2,5 metros em menos de uma década.

Face a estes problemas, em julho de 2019 foi anunciada a intenção de estabelecer uma nova capital para o país.

A Figura 6 representa o mapa geológico simplificado das ilhas de Java e de Sumatra, onde se localiza a «Grande Falha de Sumatra».

Nota:

1 Mangais – ecossistemas litorais de transição entre os biomas terrestre e marinho, dominados por espécies vegetais típicas, característicos de regiões tropicais e subtropicais.

4. De acordo com os dados da Figura 6, pode concluir-se que a «Grande Falha de Sumatra» é

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Grupo III - 5 · Biodiversidade, evolução e sistemática

GRUPO III

Os efeitos diretos e indiretos do aquecimento global já se fazem sentir um pouco por todo o mundo, nomeadamente nas regiões litorais, colocando problemas crescentes às cidades que aí se localizam. Existem estratégias para minimizar este problema, como a proteção de ecossistemas litorais, por exemplo, pântanos e mangais 1, ou a deslocação de populações para zonas mais seguras.

Uma das regiões urbanas que apresenta maiores problemas é a cidade de Jacarta, capital da Indonésia, na ilha de Java. Trata-se de uma região tectonicamente muito ativa, está sujeita a frequentes inundações costeiras e é uma das zonas mais densamente povoadas do mundo, estimando-se que, na grande área metropolitana, habitem cerca de 30 milhões de pessoas. A cidade está construída numa planície litoral, e, devido ao crescimento populacional, tem ocorrido uma sobre-extração das águas subterrâneas, para uso doméstico e industrial.

Jacarta está a afundar-se mais rapidamente do que qualquer outra cidade do mundo. A zona norte da cidade afundou-se 2,5 metros em menos de uma década.

Face a estes problemas, em julho de 2019 foi anunciada a intenção de estabelecer uma nova capital para o país.

A Figura 6 representa o mapa geológico simplificado das ilhas de Java e de Sumatra, onde se localiza a «Grande Falha de Sumatra».

Nota:

1 Mangais – ecossistemas litorais de transição entre os biomas terrestre e marinho, dominados por espécies vegetais típicas, característicos de regiões tropicais e subtropicais.

5. A conservação dos mangais contribui para a manutenção da linha de costa em regiões tropicais, porque

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Grupo III - 6 · Recursos geológicos, aquíferos e riscos

GRUPO III

Os efeitos diretos e indiretos do aquecimento global já se fazem sentir um pouco por todo o mundo, nomeadamente nas regiões litorais, colocando problemas crescentes às cidades que aí se localizam. Existem estratégias para minimizar este problema, como a proteção de ecossistemas litorais, por exemplo, pântanos e mangais 1, ou a deslocação de populações para zonas mais seguras.

Uma das regiões urbanas que apresenta maiores problemas é a cidade de Jacarta, capital da Indonésia, na ilha de Java. Trata-se de uma região tectonicamente muito ativa, está sujeita a frequentes inundações costeiras e é uma das zonas mais densamente povoadas do mundo, estimando-se que, na grande área metropolitana, habitem cerca de 30 milhões de pessoas. A cidade está construída numa planície litoral, e, devido ao crescimento populacional, tem ocorrido uma sobre-extração das águas subterrâneas, para uso doméstico e industrial.

Jacarta está a afundar-se mais rapidamente do que qualquer outra cidade do mundo. A zona norte da cidade afundou-se 2,5 metros em menos de uma década.

Face a estes problemas, em julho de 2019 foi anunciada a intenção de estabelecer uma nova capital para o país.

A Figura 6 representa o mapa geológico simplificado das ilhas de Java e de Sumatra, onde se localiza a «Grande Falha de Sumatra».

Nota:

1 Mangais – ecossistemas litorais de transição entre os biomas terrestre e marinho, dominados por espécies vegetais típicas, característicos de regiões tropicais e subtropicais.

6. Explique, com base nos dados do texto, a necessidade de mudança da capital da Indonésia, considerando as consequências das alterações climáticas e da sobre-extração das águas subterrâneas.

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