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Examen de Portugués PAU Madrid 2019 · Extraordinaria (2ª lengua)

Examen de Portugués de Selectividad de Madrid (PAU/EvAU) 2019, Extraordinaria (2ª lengua) (julio): 3 problemas con solución. Temas: Compreensão de Texto.

Temas del examen: Compreensão de Texto · Gramática · Expressão Escrita

Opción A - 1 · Compreensão de Texto

OPCIÓN A

Depois das Gira, eis que chega a Lisboa o novo serviço de partilha de bicicletas, as Jump. Ao contrário das primeiras, estas não necessitam de ser arrumadas em docas após a sua utilização. Ou seja, os clientes podem deixá-las em qualquer lugar das ruas da capital, tal como acontece atualmente com as trotinetes que proliferam pela cidade.

Para usar as Jump, é necessário ter uma aplicação específica no telemóvel. Depois de aberta, a app dará como hipótese de seleção Viajar - para o serviço de motorista - ou Pedalar, para usar as bicicletas. Os preços, de 15 cêntimos por minuto, funcionam sem taxa de ativação.

Lisboa será a primeira capital europeia a receber este novo serviço e, numa fase inicial, serão colocadas 750 bicicletas na capital. Miguel Gaspar, vereador da Câmara de Lisboa com o pelouro da Mobilidade, diz que este lançamento é mais um passo "para melhorar o ambiente urbano e a sustentabilidade futura". O autarca revelou ainda que a Câmara quer ampliar a rede de ciclovias até ao final do mandato, dos atuais 80 quilómetros para 200 quilómetros. Noutras cidades, a Jump opera com bicicletas e com trotinetes mas, em Lisboa, disponibilizará apenas o serviço de bike-sharing.

Paulatinamente as empresas privadas de transporte proporcionam um leque de oferta o mais alargado possível em serviços de mobilidade. Como afirmam alguns empresários do setor "nos últimos dois anos, a indústria de partilha de bicicletas mudou de um negócio lento dependente de contratos com os governos locais, para uma das mais bem capitalizadas e competitivas tecnologias de consumo em todo o mundo". Esta transformação começou na China, onde em apenas dois anos, as bicicletas partilhadas passaram de 5,5% para 11,6% das deslocações das pessoas nas grandes cidades, o que, em cidades como Shenzen, por exemplo, provocou uma redução de 10% no tráfego automóvel.

In visão.sapo.pt, de 27 de fevereiro de 2019 (texto adaptado)

1) Após a leitura atenta do texto, imagine um título para o texto. Justifique a sua resposta. (3 puntos)

Opción A · Gramática

OPCIÓN A

Depois das Gira, eis que chega a Lisboa o novo serviço de partilha de bicicletas, as Jump. Ao contrário das primeiras, estas não necessitam de ser arrumadas em docas após a sua utilização. Ou seja, os clientes podem deixá-las em qualquer lugar das ruas da capital, tal como acontece atualmente com as trotinetes que proliferam pela cidade.

Para usar as Jump, é necessário ter uma aplicação específica no telemóvel. Depois de aberta, a app dará como hipótese de seleção Viajar - para o serviço de motorista - ou Pedalar, para usar as bicicletas. Os preços, de 15 cêntimos por minuto, funcionam sem taxa de ativação.

Lisboa será a primeira capital europeia a receber este novo serviço e, numa fase inicial, serão colocadas 750 bicicletas na capital. Miguel Gaspar, vereador da Câmara de Lisboa com o pelouro da Mobilidade, diz que este lançamento é mais um passo "para melhorar o ambiente urbano e a sustentabilidade futura". O autarca revelou ainda que a Câmara quer ampliar a rede de ciclovias até ao final do mandato, dos atuais 80 quilómetros para 200 quilómetros. Noutras cidades, a Jump opera com bicicletas e com trotinetes mas, em Lisboa, disponibilizará apenas o serviço de bike-sharing.

Paulatinamente as empresas privadas de transporte proporcionam um leque de oferta o mais alargado possível em serviços de mobilidade. Como afirmam alguns empresários do setor "nos últimos dois anos, a indústria de partilha de bicicletas mudou de um negócio lento dependente de contratos com os governos locais, para uma das mais bem capitalizadas e competitivas tecnologias de consumo em todo o mundo". Esta transformação começou na China, onde em apenas dois anos, as bicicletas partilhadas passaram de 5,5% para 11,6% das deslocações das pessoas nas grandes cidades, o que, em cidades como Shenzen, por exemplo, provocou uma redução de 10% no tráfego automóvel.

In visão.sapo.pt, de 27 de fevereiro de 2019 (texto adaptado)

2) Substitua as palavras sublinhadas por expressões equivalentes, sem perder o sentido da frase. (2 puntos)

a)

“Ao contrário das primeiras, estas não necessitam de ser arrumadas em docas após a sua utilização”. (linhas 2 e 3)

b)

“... este lançamento é mais um passo para melhorar o ambiente urbano e a sustentabilidade futura ”. (linhas 12 e 13)

3) Complete os espaços em branco com os possessivos. (2 puntos)

a)

Gosto de levar a

bicicleta para dar longos passeios com os

filhos à beira-rio.

b)

O Pedro não gosta de levar a bicicleta

,

prefere alugar e despreocupar-se.

c)

As novas formas de mobilidade serão uma revolução na

vida.

Opción A - 4 · Expressão Escrita

OPCIÓN A

Depois das Gira, eis que chega a Lisboa o novo serviço de partilha de bicicletas, as Jump. Ao contrário das primeiras, estas não necessitam de ser arrumadas em docas após a sua utilização. Ou seja, os clientes podem deixá-las em qualquer lugar das ruas da capital, tal como acontece atualmente com as trotinetes que proliferam pela cidade.

Para usar as Jump, é necessário ter uma aplicação específica no telemóvel. Depois de aberta, a app dará como hipótese de seleção Viajar - para o serviço de motorista - ou Pedalar, para usar as bicicletas. Os preços, de 15 cêntimos por minuto, funcionam sem taxa de ativação.

Lisboa será a primeira capital europeia a receber este novo serviço e, numa fase inicial, serão colocadas 750 bicicletas na capital. Miguel Gaspar, vereador da Câmara de Lisboa com o pelouro da Mobilidade, diz que este lançamento é mais um passo "para melhorar o ambiente urbano e a sustentabilidade futura". O autarca revelou ainda que a Câmara quer ampliar a rede de ciclovias até ao final do mandato, dos atuais 80 quilómetros para 200 quilómetros. Noutras cidades, a Jump opera com bicicletas e com trotinetes mas, em Lisboa, disponibilizará apenas o serviço de bike-sharing.

Paulatinamente as empresas privadas de transporte proporcionam um leque de oferta o mais alargado possível em serviços de mobilidade. Como afirmam alguns empresários do setor "nos últimos dois anos, a indústria de partilha de bicicletas mudou de um negócio lento dependente de contratos com os governos locais, para uma das mais bem capitalizadas e competitivas tecnologias de consumo em todo o mundo". Esta transformação começou na China, onde em apenas dois anos, as bicicletas partilhadas passaram de 5,5% para 11,6% das deslocações das pessoas nas grandes cidades, o que, em cidades como Shenzen, por exemplo, provocou uma redução de 10% no tráfego automóvel.

In visão.sapo.pt, de 27 de fevereiro de 2019 (texto adaptado)

4) A sustentabilidade das cidades passa pelo uso de novas formas de locomoção. É defensor do uso da bicicleta em detrimento do carro? Dê a sua opinião justificada e escreva um texto de 150 a 200 palavras aproximadamente. (3 puntos)

Opción B - 1 · Compreensão de Texto

A Teckies, empresa dedicada à robótica, quer usar robôs para ensinar português ou geometria nas salas de aula. Por agora, há workshops nas bibliotecas de Lisboa.

Depois de um investimento de 50 mil euros neste projeto, a Teckies anda com os robôs por algumas salas de aula do país a explicar como tudo é mais fácil se houverem robôs envolvidos. O primeiro objetivo é mostrar que os robôs não são um bicho de sete cabeças. Depois, tentar a intersecção com outras disciplinas como a geometria ou mesmo o português, para que as crianças treinem melhor as suas competências.

No topo das competências que a Teckies quer impulsionar estão o pensamento crítico, a resolução de problemas complexos, a criatividade, comunicação e espírito colaborativo, todas elas determinantes num mundo em mudança e no mercado de trabalho do futuro e, para isso, o espaço da sala de aula é o mais apropriado.

A Teckies disponibiliza também alguns robôs que podem ser utilizados em casa, sem necessitarem de formação ou acompanhamento. É o caso do Cubetto, um robô de madeira que ajuda as crianças mais pequenas a programar sem a necessidade de usar monitores ou ecrãs.

E, se as escolas são o primeiro espaço onde a Teckies quer entrar e conquistar os mais novos, as bibliotecas também são um caminho muito virtuoso para aguçar a curiosidade em relação à robótica. Foi por isso que a empresa se juntou às Bibliotecas de Lisboa para organizar workshops onde se ensina como construir e programar um humanóide.

Cada curso demora três horas e, durante este tempo, os participantes vão poder aprender tudo sobre as diferentes partes dos robôs, bem como montá-las. Seguir-se-á a programação do humanóide para que este aprenda a fazer truques tão distintos quanto dizer adeus, apanhar canetas, falar, reconhecer cores e até fazer cambalhotas ou o pino.

In sábado.pt, de 1 de março de 2019 (texto adaptado)

1) Após a leitura atenta do texto, imagine um título para o texto. Justifique a sua resposta. (3 puntos)

Opción B · Gramática

A Teckies, empresa dedicada à robótica, quer usar robôs para ensinar português ou geometria nas salas de aula. Por agora, há workshops nas bibliotecas de Lisboa.

Depois de um investimento de 50 mil euros neste projeto, a Teckies anda com os robôs por algumas salas de aula do país a explicar como tudo é mais fácil se houverem robôs envolvidos. O primeiro objetivo é mostrar que os robôs não são um bicho de sete cabeças. Depois, tentar a intersecção com outras disciplinas como a geometria ou mesmo o português, para que as crianças treinem melhor as suas competências.

No topo das competências que a Teckies quer impulsionar estão o pensamento crítico, a resolução de problemas complexos, a criatividade, comunicação e espírito colaborativo, todas elas determinantes num mundo em mudança e no mercado de trabalho do futuro e, para isso, o espaço da sala de aula é o mais apropriado.

A Teckies disponibiliza também alguns robôs que podem ser utilizados em casa, sem necessitarem de formação ou acompanhamento. É o caso do Cubetto, um robô de madeira que ajuda as crianças mais pequenas a programar sem a necessidade de usar monitores ou ecrãs.

E, se as escolas são o primeiro espaço onde a Teckies quer entrar e conquistar os mais novos, as bibliotecas também são um caminho muito virtuoso para aguçar a curiosidade em relação à robótica. Foi por isso que a empresa se juntou às Bibliotecas de Lisboa para organizar workshops onde se ensina como construir e programar um humanóide.

Cada curso demora três horas e, durante este tempo, os participantes vão poder aprender tudo sobre as diferentes partes dos robôs, bem como montá-las. Seguir-se-á a programação do humanóide para que este aprenda a fazer truques tão distintos quanto dizer adeus, apanhar canetas, falar, reconhecer cores e até fazer cambalhotas ou o pino.

In sábado.pt, de 1 de março de 2019 (texto adaptado)

2) Explique o significado das expressõs sublinhadas (2 puntos)

a)

«...os robôs não são um bicho de sete cabeças ». (linha 7)

b)

«... as bibliotecas também são um caminho muito virtuoso para aguçar a curiosidade...». (linhas 20 e 21)

3) Passe os tempos verbais da frase para o Futuro do Indicativo. (2 puntos)

a)

A Teckies disponibiliza também alguns robôs que podem ser utilizados em casa, sem necessitarem de formação ou acompanhamento.

b)

As escolas são o primeiro espaço onde a Teckies quer entrar e conquistar os mais novos, as bibliotecas também são um caminho muito virtuoso para aguçar a curiosidade em relação à robótica.

c)

Cada curso demora três horas e, durante este tempo, os participantes vão poder aprender tudo sobre as diferentes partes dos robôs e montá-las.

Opción B - 4 · Expressão Escrita

A Teckies, empresa dedicada à robótica, quer usar robôs para ensinar português ou geometria nas salas de aula. Por agora, há workshops nas bibliotecas de Lisboa.

Depois de um investimento de 50 mil euros neste projeto, a Teckies anda com os robôs por algumas salas de aula do país a explicar como tudo é mais fácil se houverem robôs envolvidos. O primeiro objetivo é mostrar que os robôs não são um bicho de sete cabeças. Depois, tentar a intersecção com outras disciplinas como a geometria ou mesmo o português, para que as crianças treinem melhor as suas competências.

No topo das competências que a Teckies quer impulsionar estão o pensamento crítico, a resolução de problemas complexos, a criatividade, comunicação e espírito colaborativo, todas elas determinantes num mundo em mudança e no mercado de trabalho do futuro e, para isso, o espaço da sala de aula é o mais apropriado.

A Teckies disponibiliza também alguns robôs que podem ser utilizados em casa, sem necessitarem de formação ou acompanhamento. É o caso do Cubetto, um robô de madeira que ajuda as crianças mais pequenas a programar sem a necessidade de usar monitores ou ecrãs.

E, se as escolas são o primeiro espaço onde a Teckies quer entrar e conquistar os mais novos, as bibliotecas também são um caminho muito virtuoso para aguçar a curiosidade em relação à robótica. Foi por isso que a empresa se juntou às Bibliotecas de Lisboa para organizar workshops onde se ensina como construir e programar um humanóide.

Cada curso demora três horas e, durante este tempo, os participantes vão poder aprender tudo sobre as diferentes partes dos robôs, bem como montá-las. Seguir-se-á a programação do humanóide para que este aprenda a fazer truques tão distintos quanto dizer adeus, apanhar canetas, falar, reconhecer cores e até fazer cambalhotas ou o pino.

In sábado.pt, de 1 de março de 2019 (texto adaptado)

4) A robótica começa a ser parte inerente do nosso dia-a-dia. Qual é a sua opinião sobre a introdução de robôs no sistema educativo? Enumere vantagens e inconvenientes. Dê a sua opinião justificada e escreva um texto de 150 a 200 palavras aproximadamente. (3 puntos)

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