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Examen de Portugués PAU Extremadura 2025 · Ordinaria

Examen de Portugués de Selectividad de Extremadura (PAU/EBAU) 2025, Ordinaria (junio): 5 problemas con solución. Con corrección al momento.

Temas del examen: Verdadero o falso copiando la parte del texto (Verdadeiro ou falso) · Preguntas sobre el texto con tus propias palabras (Perguntas de compreensão) · Vocabulario: sinónimos en el texto (Encontre um sinónimo) · Gramática, fonética y ortografía: opción múltiple (Escolha a opção correta) · Expresión escrita: texto de opinión, composición o diálogo (Produção escrita)

Ejercicio Texto 1 - Exercício 1 · Verdadero o falso copiando la parte del texto (Verdadeiro ou falso)

Texto 1

Cursos profissionais: um caminho menor?

Durante anos, os cursos profissionais foram vistos como a segunda escolha, o plano B de quem não teria “capacidade” para seguir o ensino regular. Esta ideia, profundamente injusta, continua a influenciar decisões escolares e familiares, como se a única via legítima fosse a universidade. Mas será que faz sentido desvalorizar-se um percurso que prepara diretamente para o mundo do trabalho?

Por enquanto, muitos alunos ainda escolhem estes cursos por exclusão — não porque os desejem, mas porque não se sentem capazes de seguir o caminho dito “normal”. A falta de orientação vocacional eficaz e o preconceito enraizado limitam-nos nas escolhas e afetam a sua autoestima. Quando o sistema educativo valorizar realmente a diversidade de talentos e reconhecer a importância das profissões técnicas, talvez se consiga mudar esta percepção. Porque a verdade é que o país precisa de pessoas qualificadas em áreas tão diversas como eletrónica, turismo, programação, saúde, agricultura, e formar um bom profissional exige tanto rigor e empenho como formar um bom médico ou engenheiro.

Os cursos profissionais oferecem uma oportunidade concreta de muitas pessoas virem a se preparar para uma carreira, de aprenderem com a prática e de entrarem no mercado com competências específicas. Mas nem sempre são devidamente financiados, nem todos os estágios são fiscalizados, e muitas vezes falta ligação real entre escola e tecido empresarial. Quando isso acontece, o curso deixa de cumprir a sua função.

Por isso, é essencial as instituições educativas garantirem que estes percursos são rigorosos, atualizados e credíveis. Um diploma que não serve para trabalhar é uma promessa quebrada. Há ainda outro equívoco perigoso: o de achar que quem segue um curso profissional deixa de poder continuar os estudos. Isso é falso. Muitos prosseguem para o ensino superior, e fazem-no com um olhar mais prático e focado, o que é uma mais-valia.

Caso a sociedade decidir valorizar o trabalho em todas as suas formas, poderemos finalmente ver os cursos profissionais como o que são: uma opção válida, digna e promissora — e não uma espécie de castigo social para quem não encaixar num modelo único. Formar para a vida é também formar para o trabalho, e o ensino profissional faz parte desse caminho.

Exercício 1: Indique se os seguintes enunciados sobre o texto são verdadeiros ou falsos (V/F) e copie a parte do texto que justifica a sua resposta (2 valores)

A.

A autora defende que os cursos profissionais devem ser exigentes e bem orientados.

B.

O texto considera que os alunos escolhem cursos profissionais por interesse genuíno na maioria dos casos.

C.

Segundo a autora, um diploma sem utilidade prática representa uma promessa não cumprida.

D.

Os cursos profissionais impedem o acesso ao ensino superior.

Ejercicio Texto 1 - Exercício 2 · Preguntas sobre el texto con tus propias palabras (Perguntas de compreensão)

Texto 1

Cursos profissionais: um caminho menor?

Durante anos, os cursos profissionais foram vistos como a segunda escolha, o plano B de quem não teria “capacidade” para seguir o ensino regular. Esta ideia, profundamente injusta, continua a influenciar decisões escolares e familiares, como se a única via legítima fosse a universidade. Mas será que faz sentido desvalorizar-se um percurso que prepara diretamente para o mundo do trabalho?

Por enquanto, muitos alunos ainda escolhem estes cursos por exclusão — não porque os desejem, mas porque não se sentem capazes de seguir o caminho dito “normal”. A falta de orientação vocacional eficaz e o preconceito enraizado limitam-nos nas escolhas e afetam a sua autoestima. Quando o sistema educativo valorizar realmente a diversidade de talentos e reconhecer a importância das profissões técnicas, talvez se consiga mudar esta percepção. Porque a verdade é que o país precisa de pessoas qualificadas em áreas tão diversas como eletrónica, turismo, programação, saúde, agricultura, e formar um bom profissional exige tanto rigor e empenho como formar um bom médico ou engenheiro.

Os cursos profissionais oferecem uma oportunidade concreta de muitas pessoas virem a se preparar para uma carreira, de aprenderem com a prática e de entrarem no mercado com competências específicas. Mas nem sempre são devidamente financiados, nem todos os estágios são fiscalizados, e muitas vezes falta ligação real entre escola e tecido empresarial. Quando isso acontece, o curso deixa de cumprir a sua função.

Por isso, é essencial as instituições educativas garantirem que estes percursos são rigorosos, atualizados e credíveis. Um diploma que não serve para trabalhar é uma promessa quebrada. Há ainda outro equívoco perigoso: o de achar que quem segue um curso profissional deixa de poder continuar os estudos. Isso é falso. Muitos prosseguem para o ensino superior, e fazem-no com um olhar mais prático e focado, o que é uma mais-valia.

Caso a sociedade decidir valorizar o trabalho em todas as suas formas, poderemos finalmente ver os cursos profissionais como o que são: uma opção válida, digna e promissora — e não uma espécie de castigo social para quem não encaixar num modelo único. Formar para a vida é também formar para o trabalho, e o ensino profissional faz parte desse caminho.

Exercício 2: Responda a duas das seguintes perguntas sobre o texto. A sua resposta não pode ser cópia literal, se bem pode utilizar alguma das palavras que aparecem no texto. (2 valores)

A.

Que críticas faz a autora à forma como os cursos profissionais são vistos pela sociedade?

B.

Que vantagens são apontadas ao ensino profissional em relação à prática e à entrada no mercado de trabalho?

C.

Que mudança de mentalidade é sugerida no texto em relação ao valor do trabalho técnico?

Ejercicio Texto 1 - Exercício 3 · Vocabulario: sinónimos en el texto (Encontre um sinónimo)

Texto 1

Cursos profissionais: um caminho menor?

Durante anos, os cursos profissionais foram vistos como a segunda escolha, o plano B de quem não teria “capacidade” para seguir o ensino regular. Esta ideia, profundamente injusta, continua a influenciar decisões escolares e familiares, como se a única via legítima fosse a universidade. Mas será que faz sentido desvalorizar-se um percurso que prepara diretamente para o mundo do trabalho?

Por enquanto, muitos alunos ainda escolhem estes cursos por exclusão — não porque os desejem, mas porque não se sentem capazes de seguir o caminho dito “normal”. A falta de orientação vocacional eficaz e o preconceito enraizado limitam-nos nas escolhas e afetam a sua autoestima. Quando o sistema educativo valorizar realmente a diversidade de talentos e reconhecer a importância das profissões técnicas, talvez se consiga mudar esta percepção. Porque a verdade é que o país precisa de pessoas qualificadas em áreas tão diversas como eletrónica, turismo, programação, saúde, agricultura, e formar um bom profissional exige tanto rigor e empenho como formar um bom médico ou engenheiro.

Os cursos profissionais oferecem uma oportunidade concreta de muitas pessoas virem a se preparar para uma carreira, de aprenderem com a prática e de entrarem no mercado com competências específicas. Mas nem sempre são devidamente financiados, nem todos os estágios são fiscalizados, e muitas vezes falta ligação real entre escola e tecido empresarial. Quando isso acontece, o curso deixa de cumprir a sua função.

Por isso, é essencial as instituições educativas garantirem que estes percursos são rigorosos, atualizados e credíveis. Um diploma que não serve para trabalhar é uma promessa quebrada. Há ainda outro equívoco perigoso: o de achar que quem segue um curso profissional deixa de poder continuar os estudos. Isso é falso. Muitos prosseguem para o ensino superior, e fazem-no com um olhar mais prático e focado, o que é uma mais-valia.

Caso a sociedade decidir valorizar o trabalho em todas as suas formas, poderemos finalmente ver os cursos profissionais como o que são: uma opção válida, digna e promissora — e não uma espécie de castigo social para quem não encaixar num modelo único. Formar para a vida é também formar para o trabalho, e o ensino profissional faz parte desse caminho.

Exercício 3: Encontre no texto um sinónimo para as seguintes palavras ou expressões (1,5 valores)

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Ejercicio Texto 1 - Exercício 4 · Gramática, fonética y ortografía: opción múltiple (Escolha a opção correta)

Texto 1

Cursos profissionais: um caminho menor?

Durante anos, os cursos profissionais foram vistos como a segunda escolha, o plano B de quem não teria “capacidade” para seguir o ensino regular. Esta ideia, profundamente injusta, continua a influenciar decisões escolares e familiares, como se a única via legítima fosse a universidade. Mas será que faz sentido desvalorizar-se um percurso que prepara diretamente para o mundo do trabalho?

Por enquanto, muitos alunos ainda escolhem estes cursos por exclusão — não porque os desejem, mas porque não se sentem capazes de seguir o caminho dito “normal”. A falta de orientação vocacional eficaz e o preconceito enraizado limitam-nos nas escolhas e afetam a sua autoestima. Quando o sistema educativo valorizar realmente a diversidade de talentos e reconhecer a importância das profissões técnicas, talvez se consiga mudar esta percepção. Porque a verdade é que o país precisa de pessoas qualificadas em áreas tão diversas como eletrónica, turismo, programação, saúde, agricultura, e formar um bom profissional exige tanto rigor e empenho como formar um bom médico ou engenheiro.

Os cursos profissionais oferecem uma oportunidade concreta de muitas pessoas virem a se preparar para uma carreira, de aprenderem com a prática e de entrarem no mercado com competências específicas. Mas nem sempre são devidamente financiados, nem todos os estágios são fiscalizados, e muitas vezes falta ligação real entre escola e tecido empresarial. Quando isso acontece, o curso deixa de cumprir a sua função.

Por isso, é essencial as instituições educativas garantirem que estes percursos são rigorosos, atualizados e credíveis. Um diploma que não serve para trabalhar é uma promessa quebrada. Há ainda outro equívoco perigoso: o de achar que quem segue um curso profissional deixa de poder continuar os estudos. Isso é falso. Muitos prosseguem para o ensino superior, e fazem-no com um olhar mais prático e focado, o que é uma mais-valia.

Caso a sociedade decidir valorizar o trabalho em todas as suas formas, poderemos finalmente ver os cursos profissionais como o que são: uma opção válida, digna e promissora — e não uma espécie de castigo social para quem não encaixar num modelo único. Formar para a vida é também formar para o trabalho, e o ensino profissional faz parte desse caminho.

Exercício 4: Responda às seguintes perguntas selecionando a opção correta (1,5 valores)

1.

Qual das seguintes frases tem o verbo na voz passiva.

2.

Qual destas palavras não tem o som /s/, como na palavra de c isões?

3.

Qual destas frases é a opção correta?

Ejercicio Texto 2 - Exercício 1 · Verdadero o falso copiando la parte del texto (Verdadeiro ou falso)

Texto 2

Dieta: entre o equilíbrio e a obsessão

Fazer dieta é uma decisão que, para muitas pessoas, representa um desejo de mudança e autocuidado. Todavia, também pode ser um campo minado de expectativas irreais, promessas rápidas e culpas mal geridas. Não há nada de errado em querer melhorar a saúde ou o bem-estar, mas é essencial ter os pés assentes na terra quando se entra neste processo.

Por um lado, a dieta pode ajudar a reeducares-te em relação aos hábitos alimentares, a evitares excessos e a conhecer melhor o teu corpo. Quando bem orientada, traz benefícios reais: mais energia, melhor digestão, prevenção de doenças. Mas por outro, há riscos claros: dietas muito restritivas podem gerar ansiedade, perturbações alimentares e até problemas físicos.

Se quem faz dieta souber escutar o corpo e procurar orientação profissional, talvez consiga encontrar um equilíbrio saudável. No entanto, muitos acabam por seguir modas alimentares sem base científica, guiados por influencers e vídeos virais. O resultado é muitas vezes o efeito ioiô — perde-se peso rapidamente, mas recupera-se tudo pouco depois.

Há também uma questão social importante: vivemos rodeados por imagens idealizadas de corpos e por discursos que associam magreza a sucesso. Esta pressão constante leva muitas pessoas a esforçarem-se por atingir padrões que não são realistas, nem sustentáveis. E quando não conseguem, sentem-se em falha — como se fossem fracassadas.

Assim, se quem inicia uma dieta encarar o processo com realismo e consciência, poderá colher benefícios duradouros, mas se o fizer por imposição externa ou em busca de resultados rápidos, o risco é sair a perder, tanto física como emocionalmente. Por isso, é fundamental perceberes que fazer dieta não é o mesmo que privar-se de tudo, nem que o objetivo deve ser caber num número de calças. É sobre saúde, bem-estar e equilíbrio — e isso varia de pessoa para pessoa.

Fazeres dieta pode ser uma escolha positiva — desde que não se transforme numa prisão disfarçada de autocuidado.

Exercício 1: Indique se os seguintes enunciados sobre o texto são verdadeiros ou falsos (V/F) e copie a parte do texto que justifica a sua resposta (2 valores)

A.

Dietas restritivas podem ter efeitos negativos na saúde física e emocional.

B.

A influência das redes sociais é apresentada como positiva na escolha de dietas.

C.

Os autores consideram importante procurar acompanhamento profissional ao fazer dieta.

D.

Os autores afirmam que todos devem seguir o mesmo tipo de dieta para obter resultados.

Ejercicio Texto 2 - Exercício 2 · Preguntas sobre el texto con tus propias palabras (Perguntas de compreensão)

Texto 2

Dieta: entre o equilíbrio e a obsessão

Fazer dieta é uma decisão que, para muitas pessoas, representa um desejo de mudança e autocuidado. Todavia, também pode ser um campo minado de expectativas irreais, promessas rápidas e culpas mal geridas. Não há nada de errado em querer melhorar a saúde ou o bem-estar, mas é essencial ter os pés assentes na terra quando se entra neste processo.

Por um lado, a dieta pode ajudar a reeducares-te em relação aos hábitos alimentares, a evitares excessos e a conhecer melhor o teu corpo. Quando bem orientada, traz benefícios reais: mais energia, melhor digestão, prevenção de doenças. Mas por outro, há riscos claros: dietas muito restritivas podem gerar ansiedade, perturbações alimentares e até problemas físicos.

Se quem faz dieta souber escutar o corpo e procurar orientação profissional, talvez consiga encontrar um equilíbrio saudável. No entanto, muitos acabam por seguir modas alimentares sem base científica, guiados por influencers e vídeos virais. O resultado é muitas vezes o efeito ioiô — perde-se peso rapidamente, mas recupera-se tudo pouco depois.

Há também uma questão social importante: vivemos rodeados por imagens idealizadas de corpos e por discursos que associam magreza a sucesso. Esta pressão constante leva muitas pessoas a esforçarem-se por atingir padrões que não são realistas, nem sustentáveis. E quando não conseguem, sentem-se em falha — como se fossem fracassadas.

Assim, se quem inicia uma dieta encarar o processo com realismo e consciência, poderá colher benefícios duradouros, mas se o fizer por imposição externa ou em busca de resultados rápidos, o risco é sair a perder, tanto física como emocionalmente. Por isso, é fundamental perceberes que fazer dieta não é o mesmo que privar-se de tudo, nem que o objetivo deve ser caber num número de calças. É sobre saúde, bem-estar e equilíbrio — e isso varia de pessoa para pessoa.

Fazeres dieta pode ser uma escolha positiva — desde que não se transforme numa prisão disfarçada de autocuidado.

Exercício 2: Responda a duas das seguintes perguntas sobre o texto. A sua resposta não pode ser cópia literal, se bem pode utilizar alguma das palavras que aparecem no texto. (2 valores)

A.

Que benefícios são associados à prática de fazer dieta, segundo o texto?

B.

Como critica o texto a influência da cultura da imagem nas decisões alimentares?

C.

Qual deve ser o principal objetivo quando se decide fazer uma dieta?

Ejercicio Texto 2 - Exercício 3 · Vocabulario: sinónimos en el texto (Encontre um sinónimo)

Texto 2

Dieta: entre o equilíbrio e a obsessão

Fazer dieta é uma decisão que, para muitas pessoas, representa um desejo de mudança e autocuidado. Todavia, também pode ser um campo minado de expectativas irreais, promessas rápidas e culpas mal geridas. Não há nada de errado em querer melhorar a saúde ou o bem-estar, mas é essencial ter os pés assentes na terra quando se entra neste processo.

Por um lado, a dieta pode ajudar a reeducares-te em relação aos hábitos alimentares, a evitares excessos e a conhecer melhor o teu corpo. Quando bem orientada, traz benefícios reais: mais energia, melhor digestão, prevenção de doenças. Mas por outro, há riscos claros: dietas muito restritivas podem gerar ansiedade, perturbações alimentares e até problemas físicos.

Se quem faz dieta souber escutar o corpo e procurar orientação profissional, talvez consiga encontrar um equilíbrio saudável. No entanto, muitos acabam por seguir modas alimentares sem base científica, guiados por influencers e vídeos virais. O resultado é muitas vezes o efeito ioiô — perde-se peso rapidamente, mas recupera-se tudo pouco depois.

Há também uma questão social importante: vivemos rodeados por imagens idealizadas de corpos e por discursos que associam magreza a sucesso. Esta pressão constante leva muitas pessoas a esforçarem-se por atingir padrões que não são realistas, nem sustentáveis. E quando não conseguem, sentem-se em falha — como se fossem fracassadas.

Assim, se quem inicia uma dieta encarar o processo com realismo e consciência, poderá colher benefícios duradouros, mas se o fizer por imposição externa ou em busca de resultados rápidos, o risco é sair a perder, tanto física como emocionalmente. Por isso, é fundamental perceberes que fazer dieta não é o mesmo que privar-se de tudo, nem que o objetivo deve ser caber num número de calças. É sobre saúde, bem-estar e equilíbrio — e isso varia de pessoa para pessoa.

Fazeres dieta pode ser uma escolha positiva — desde que não se transforme numa prisão disfarçada de autocuidado.

Exercício 3: Encontre no texto um sinónimo para as seguintes palavras ou expressões (1,5 valores)

a)

b)

c)

d)

Ejercicio Texto 2 - Exercício 4 · Gramática, fonética y ortografía: opción múltiple (Escolha a opção correta)

Texto 2

Dieta: entre o equilíbrio e a obsessão

Fazer dieta é uma decisão que, para muitas pessoas, representa um desejo de mudança e autocuidado. Todavia, também pode ser um campo minado de expectativas irreais, promessas rápidas e culpas mal geridas. Não há nada de errado em querer melhorar a saúde ou o bem-estar, mas é essencial ter os pés assentes na terra quando se entra neste processo.

Por um lado, a dieta pode ajudar a reeducares-te em relação aos hábitos alimentares, a evitares excessos e a conhecer melhor o teu corpo. Quando bem orientada, traz benefícios reais: mais energia, melhor digestão, prevenção de doenças. Mas por outro, há riscos claros: dietas muito restritivas podem gerar ansiedade, perturbações alimentares e até problemas físicos.

Se quem faz dieta souber escutar o corpo e procurar orientação profissional, talvez consiga encontrar um equilíbrio saudável. No entanto, muitos acabam por seguir modas alimentares sem base científica, guiados por influencers e vídeos virais. O resultado é muitas vezes o efeito ioiô — perde-se peso rapidamente, mas recupera-se tudo pouco depois.

Há também uma questão social importante: vivemos rodeados por imagens idealizadas de corpos e por discursos que associam magreza a sucesso. Esta pressão constante leva muitas pessoas a esforçarem-se por atingir padrões que não são realistas, nem sustentáveis. E quando não conseguem, sentem-se em falha — como se fossem fracassadas.

Assim, se quem inicia uma dieta encarar o processo com realismo e consciência, poderá colher benefícios duradouros, mas se o fizer por imposição externa ou em busca de resultados rápidos, o risco é sair a perder, tanto física como emocionalmente. Por isso, é fundamental perceberes que fazer dieta não é o mesmo que privar-se de tudo, nem que o objetivo deve ser caber num número de calças. É sobre saúde, bem-estar e equilíbrio — e isso varia de pessoa para pessoa.

Fazeres dieta pode ser uma escolha positiva — desde que não se transforme numa prisão disfarçada de autocuidado.

Exercício 4: Responda às seguintes perguntas selecionando a opção correta (1,5 valores)

1.

Qual das seguintes frases é a opção correta?

2.

Qual destas frases tem o verbo em Presente do Conjuntivo?

3.

Qual destas palavras não forma o plural como profissional > profissionais ?

Ejercicio Exercício 5 - Proposta 1 · Expresión escrita: texto de opinión, composición o diálogo (Produção escrita)

BLOCO 2 - Atividades de expressão [3 valores]

Exercício 5 - Escolha UMA das seguintes propostas de expressão escrita. [3 valores]

1.

Escreva um texto de opinião sobre as razões pelas quais devemos praticar desporto. A composição deve ter entre 120 e 150 palavras [as palavras repetidas literalmente do enunciado não serão levadas em conta].

Ejercicio Exercício 5 - Proposta 2 · Expresión escrita: texto de opinión, composición o diálogo (Produção escrita)

BLOCO 2 - Atividades de expressão [3 valores]

Exercício 5 - Escolha UMA das seguintes propostas de expressão escrita. [3 valores]

2.

Exponha num texto de opinião os riscos de uma dependência tecnológica excessiva. A composição deve ter entre 120 e 150 palavras [as palavras repetidas literalmente do enunciado não serão levadas em conta].

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