Todos los exámenes de Selectividad 2026 de todas las comunidades

Examen de Portugués Majors de 25 anys (Catalunya) 2026 · Tribunal especial

Examen de Portugués de Selectividad de Majors de 25 anys (Catalunya) (PAU) 2026, Tribunal especial: 5 problemas con solución. Con corrección al momento.

Temas del examen: Comprensió lectora: preguntes d'opció múltiple · Lèxic i expressions en context · Gramàtica: morfologia verbal i nominal · Opinió argumentada sobre el text (40-60 paraules)

Ejercicio Qüestions 1, 4 i 6 - Gramàtica · Gramàtica: morfologia verbal i nominal

UMA DAS FLORES MAIS BONITAS DO MUNDO

Uma das coisas mais bonitas do mundo são as flores. Outra das coisas mais bonitas do mundo são os velhos. As suas mãos, as flores nos seus olhares. Há sempre um vértice misterioso, metafísico, onde se dá o encontro destas coisas e destas pessoas. E das palavras.

Distraídos enquanto andavam a “fazer o mundo”, certos seres humanos inventaram um dia o objeto “livro”. Foi, talvez, a mais completa armadilha de todas: era composta de teias invisíveis, expunha materiais tão explosivos quanto a imaginação, o desejo, a frustração, a vastidão. Sempre foi uma arma de vários gumes, exigia perícia no fabrico e manuseamento. Continha, o livro, essas pequenas maravilhas chamadas “contos”. E, não raro, longos manifestos de loucura, desenfreada e lírica, a que chamamos poesia.

Certos escritores tiveram o mérito de desafiar os ciclos, de reescrever os códigos habituais porque, dentro deles, novas combinações humanas se revelaram. José Saramago foi um deles. Conseguiu conciliar a crença com a tranquilidade. Aproximou as suas urgências a uma estética literária muito singular. Tinha esse dom e fez a escolha de optar pela coragem de dizer o que pensava e de repensar o que antes se havia solidificado. Procurou a correspondência entre o que ia dizendo e o que o mundo precisava que se dissesse. Tomo isso como um sinal de integridade.

Saramago faz-nos lembrar que os livros são sementes. Em vez de os regarmos, podemos bebê-los. Recorda-nos ainda que certos livros fizeram um inimaginável trajeto: deixaram o estado de planta para regressar ao início das coisas, regrediram para o estágio de semente. Como flores misteriosas e belas. Há flores que estão em todo o lado à espera de uma colisão: um gesto que seja de olhar ou incorporar. Chamam-se livros. Chamam-se sementes. Tanto faz. Uma das flores mais bonitas do mundo chama-se José Saramago.

Adaptação a partir do texto de ONDJAKI

publicado na revista Blimunda [on-line] (abril 2015)

Após a leitura do texto, selecione a opção correta.

1.

Na oração “E das palavras”, das é

)

4.

No terceiro parágrafo, deparamo-nos com a frase “Certos escritores tiveram o mérito”. Se estivesse no singular, qual das seguintes formulações seria a mais adequada?

)

6.

Na frase “Em vez de os regarmos ”, a forma verbal regarmos é um exemplo de

)

Ejercicio Qüestions 2, 3, 5 i 7 - Lèxic · Lèxic i expressions en context

UMA DAS FLORES MAIS BONITAS DO MUNDO

Uma das coisas mais bonitas do mundo são as flores. Outra das coisas mais bonitas do mundo são os velhos. As suas mãos, as flores nos seus olhares. Há sempre um vértice misterioso, metafísico, onde se dá o encontro destas coisas e destas pessoas. E das palavras.

Distraídos enquanto andavam a “fazer o mundo”, certos seres humanos inventaram um dia o objeto “livro”. Foi, talvez, a mais completa armadilha de todas: era composta de teias invisíveis, expunha materiais tão explosivos quanto a imaginação, o desejo, a frustração, a vastidão. Sempre foi uma arma de vários gumes, exigia perícia no fabrico e manuseamento. Continha, o livro, essas pequenas maravilhas chamadas “contos”. E, não raro, longos manifestos de loucura, desenfreada e lírica, a que chamamos poesia.

Certos escritores tiveram o mérito de desafiar os ciclos, de reescrever os códigos habituais porque, dentro deles, novas combinações humanas se revelaram. José Saramago foi um deles. Conseguiu conciliar a crença com a tranquilidade. Aproximou as suas urgências a uma estética literária muito singular. Tinha esse dom e fez a escolha de optar pela coragem de dizer o que pensava e de repensar o que antes se havia solidificado. Procurou a correspondência entre o que ia dizendo e o que o mundo precisava que se dissesse. Tomo isso como um sinal de integridade.

Saramago faz-nos lembrar que os livros são sementes. Em vez de os regarmos, podemos bebê-los. Recorda-nos ainda que certos livros fizeram um inimaginável trajeto: deixaram o estado de planta para regressar ao início das coisas, regrediram para o estágio de semente. Como flores misteriosas e belas. Há flores que estão em todo o lado à espera de uma colisão: um gesto que seja de olhar ou incorporar. Chamam-se livros. Chamam-se sementes. Tanto faz. Uma das flores mais bonitas do mundo chama-se José Saramago.

Adaptação a partir do texto de ONDJAKI

publicado na revista Blimunda [on-line] (abril 2015)

Após a leitura do texto, selecione a opção correta.

2.

Apenas uma das seguintes opções não é equivalente, no plano semântico, ao termo talvez, que aparece na frase “Foi, talvez, a mais completa armadilha de todas”. Identifique-a.

)

3.

A expressão não raro, incluída na frase “E, não raro, longos manifestos de loucura”, significa

)

5.

No contexto de “Tinha esse dom ”, dom tem o mesmo significado de

)

7.

A expressão Tanto faz, inserida no último parágrafo do texto, tem o mesmo sentido de

)

Ejercicio Qüestió 8 - Comprensió lectora · Comprensió lectora: preguntes d'opció múltiple

UMA DAS FLORES MAIS BONITAS DO MUNDO

Uma das coisas mais bonitas do mundo são as flores. Outra das coisas mais bonitas do mundo são os velhos. As suas mãos, as flores nos seus olhares. Há sempre um vértice misterioso, metafísico, onde se dá o encontro destas coisas e destas pessoas. E das palavras.

Distraídos enquanto andavam a “fazer o mundo”, certos seres humanos inventaram um dia o objeto “livro”. Foi, talvez, a mais completa armadilha de todas: era composta de teias invisíveis, expunha materiais tão explosivos quanto a imaginação, o desejo, a frustração, a vastidão. Sempre foi uma arma de vários gumes, exigia perícia no fabrico e manuseamento. Continha, o livro, essas pequenas maravilhas chamadas “contos”. E, não raro, longos manifestos de loucura, desenfreada e lírica, a que chamamos poesia.

Certos escritores tiveram o mérito de desafiar os ciclos, de reescrever os códigos habituais porque, dentro deles, novas combinações humanas se revelaram. José Saramago foi um deles. Conseguiu conciliar a crença com a tranquilidade. Aproximou as suas urgências a uma estética literária muito singular. Tinha esse dom e fez a escolha de optar pela coragem de dizer o que pensava e de repensar o que antes se havia solidificado. Procurou a correspondência entre o que ia dizendo e o que o mundo precisava que se dissesse. Tomo isso como um sinal de integridade.

Saramago faz-nos lembrar que os livros são sementes. Em vez de os regarmos, podemos bebê-los. Recorda-nos ainda que certos livros fizeram um inimaginável trajeto: deixaram o estado de planta para regressar ao início das coisas, regrediram para o estágio de semente. Como flores misteriosas e belas. Há flores que estão em todo o lado à espera de uma colisão: um gesto que seja de olhar ou incorporar. Chamam-se livros. Chamam-se sementes. Tanto faz. Uma das flores mais bonitas do mundo chama-se José Saramago.

Adaptação a partir do texto de ONDJAKI

publicado na revista Blimunda [on-line] (abril 2015)

Após a leitura do texto, selecione a opção correta.

8.

Para o autor do texto, a obra de José Saramago

)

Problema 9 · Opinió argumentada sobre el text (40-60 paraules)

UMA DAS FLORES MAIS BONITAS DO MUNDO

Uma das coisas mais bonitas do mundo são as flores. Outra das coisas mais bonitas do mundo são os velhos. As suas mãos, as flores nos seus olhares. Há sempre um vértice misterioso, metafísico, onde se dá o encontro destas coisas e destas pessoas. E das palavras.

Distraídos enquanto andavam a “fazer o mundo”, certos seres humanos inventaram um dia o objeto “livro”. Foi, talvez, a mais completa armadilha de todas: era composta de teias invisíveis, expunha materiais tão explosivos quanto a imaginação, o desejo, a frustração, a vastidão. Sempre foi uma arma de vários gumes, exigia perícia no fabrico e manuseamento. Continha, o livro, essas pequenas maravilhas chamadas “contos”. E, não raro, longos manifestos de loucura, desenfreada e lírica, a que chamamos poesia.

Certos escritores tiveram o mérito de desafiar os ciclos, de reescrever os códigos habituais porque, dentro deles, novas combinações humanas se revelaram. José Saramago foi um deles. Conseguiu conciliar a crença com a tranquilidade. Aproximou as suas urgências a uma estética literária muito singular. Tinha esse dom e fez a escolha de optar pela coragem de dizer o que pensava e de repensar o que antes se havia solidificado. Procurou a correspondência entre o que ia dizendo e o que o mundo precisava que se dissesse. Tomo isso como um sinal de integridade.

Saramago faz-nos lembrar que os livros são sementes. Em vez de os regarmos, podemos bebê-los. Recorda-nos ainda que certos livros fizeram um inimaginável trajeto: deixaram o estado de planta para regressar ao início das coisas, regrediram para o estágio de semente. Como flores misteriosas e belas. Há flores que estão em todo o lado à espera de uma colisão: um gesto que seja de olhar ou incorporar. Chamam-se livros. Chamam-se sementes. Tanto faz. Uma das flores mais bonitas do mundo chama-se José Saramago.

Adaptação a partir do texto de ONDJAKI

publicado na revista Blimunda [on-line] (abril 2015)

Em português, responda às seguintes questões. Cada resposta deverá conter entre 40 e 60 palavras.

9.

Para o autor do texto, o livro pode ser “uma arma de vários gumes ”. Concorda com essa afirmação? Justifique a sua resposta.

Problema 10 · Opinió argumentada sobre el text (40-60 paraules)

UMA DAS FLORES MAIS BONITAS DO MUNDO

Uma das coisas mais bonitas do mundo são as flores. Outra das coisas mais bonitas do mundo são os velhos. As suas mãos, as flores nos seus olhares. Há sempre um vértice misterioso, metafísico, onde se dá o encontro destas coisas e destas pessoas. E das palavras.

Distraídos enquanto andavam a “fazer o mundo”, certos seres humanos inventaram um dia o objeto “livro”. Foi, talvez, a mais completa armadilha de todas: era composta de teias invisíveis, expunha materiais tão explosivos quanto a imaginação, o desejo, a frustração, a vastidão. Sempre foi uma arma de vários gumes, exigia perícia no fabrico e manuseamento. Continha, o livro, essas pequenas maravilhas chamadas “contos”. E, não raro, longos manifestos de loucura, desenfreada e lírica, a que chamamos poesia.

Certos escritores tiveram o mérito de desafiar os ciclos, de reescrever os códigos habituais porque, dentro deles, novas combinações humanas se revelaram. José Saramago foi um deles. Conseguiu conciliar a crença com a tranquilidade. Aproximou as suas urgências a uma estética literária muito singular. Tinha esse dom e fez a escolha de optar pela coragem de dizer o que pensava e de repensar o que antes se havia solidificado. Procurou a correspondência entre o que ia dizendo e o que o mundo precisava que se dissesse. Tomo isso como um sinal de integridade.

Saramago faz-nos lembrar que os livros são sementes. Em vez de os regarmos, podemos bebê-los. Recorda-nos ainda que certos livros fizeram um inimaginável trajeto: deixaram o estado de planta para regressar ao início das coisas, regrediram para o estágio de semente. Como flores misteriosas e belas. Há flores que estão em todo o lado à espera de uma colisão: um gesto que seja de olhar ou incorporar. Chamam-se livros. Chamam-se sementes. Tanto faz. Uma das flores mais bonitas do mundo chama-se José Saramago.

Adaptação a partir do texto de ONDJAKI

publicado na revista Blimunda [on-line] (abril 2015)

Em portuguès, responda às seguintes questões. Cada resposta deverá conter entre 40 e 60 palavras.

10.

Ondjaki não esconde a sua admiração por José Saramago. Na sua opinião, que outro/a autor/a ou figura pùblica, de um modo geral, poderia também ser visto/a como um exemplo de integridade e coragem? Justifique a sua resposta.

También puedes estudiar por temas

Practica un tema con ejercicios de los exámenes de todos los años, mezclados.

Ver los 4 temas

Otras convocatorias de 2026

Tribunal ordinari (2026)