Exercício 13 · Exame Nacional Filosofia 2.ª fase 2023
Tema: Juízos morais: subjetivismo, relativismo e objetivismo · Do exame 2.ª fase (2023)
Enunciado
13. Considere o texto seguinte.
A piedade é um sentimento natural [...]. É ela que nos leva a socorrer, sem pensar duas vezes, as pessoas que vemos em sofrimento [...]. É ela que, no lugar da máxima [...] Faz aos outros o que gostarias que te fizessem a ti, inspira a todos os seres humanos esta outra máxima de bondade natural, bem menos perfeita, mas talvez mais útil do que a anterior: Faz o que é bom para ti provocando o menor mal possível a outrem. É, em suma, neste sentimento natural, mais do que em argumentos subtis, que é preciso procurar a causa da repugnância que qualquer ser humano sentiria ao praticar o mal, independentemente das máximas que lhe moldaram a educação.
J.-J. Rousseau, Discurso sobre a Origem e os Fundamentos da Desigualdade entre os Homens, Lisboa, Penguin, 2021, pp. 54-55. (Texto adaptado)
O autor do texto defende que a máxima de que cada um deve fazer o que é bom para si provocando o menor mal possível a outrem não é afetada por variações pessoais nem culturais.
Como é que o autor justifica a sua posição?

Resolução
Segundo os critérios oficiais de classificação
Como é que o autor justifica a sua posição?
Resposta: O autor justifica a sua posição mostrando que a piedade é um sentimento natural partilhado por todos os seres humanos, que gera uma repugnância inata e espontânea em praticar o mal e ver o sofrimento alheio, tornando a máxima independente das variações individuais ou da educação/cultura.
A explicação passo a passo é Premium. Premium
Resolve-o aqui mesmo: correção automática, pistas e solução passo a passo.
‹ Exercício 13 · Época especial 2024 · Exercício 4 · 1.ª fase 2021 ›
Mais exercícios de Juízos morais: subjetivismo, relativismo e objetivismo
- Exercício 4 · 1.ª fase 2021
- Exercício 11 · 2.ª fase 2021
- Exercício 5 · Época especial 2021
- Exercício 18 · 1.ª fase 2026
O exame completo · 2.ª fase (2023)