Exercício 16 · Exame Nacional Filosofia 1.ª fase 2026

Tema: Estética: o problema da definição de arte · Do exame 1.ª fase (2026)

Enunciado

16. Considere o texto seguinte.

O facto de terem emergido novas formas de arte, tais como o cinema e a fotografia, e de as galerias de arte terem exibido coisas como um monte de tijolos ou uma pilha de caixas de cartão, forçou-nos a refletir acerca dos limites do nosso conceito de arte. É óbvio que a arte tem tido significados diferentes em culturas diferentes e em épocas diferentes: tem servido fins rituais e religiosos, tem servido como diversão e tem dado corpo às crenças, medos e desejos mais importantes da cultura na qual é produzida. Dantes, o que contava como arte parecia estar mais claramente definido. No entanto, nos finais do século XX, parece que chegámos a uma situação em que tudo e mais alguma coisa pode ser arte. Se isto é assim, o que fará com que um certo objeto […], e não outro, seja digno de se chamar arte?

N. Warburton, Elementos Básicos de Filosofia, Lisboa, Gradiva, 2007, pp. 235-236. (Texto adaptado)

Argumente a favor da ideia, referida no texto, de que tudo pode ser arte.

Na sua resposta, comece por distinguir as teorias essencialistas da arte das teorias não essencialistas.

Enunciado: Exercício 16 · Exame Nacional Filosofia 1.ª fase 2026

Resolução

Segundo os critérios oficiais de classificação

Argumente a favor da ideia, referida no texto, de que tudo pode ser arte. Na sua resposta, comece por distinguir as teorias essencialistas da arte das teorias não essencialistas.

Resposta: Resposta de desenvolvimento reflexivo e argumentativo.

A explicação passo a passo é Premium. Premium

Resolve-o aqui mesmo: correção automática, pistas e solução passo a passo.

‹ Exercício 15 · 1.ª fase 2026 · Exercício 15 · 2.ª fase 2026 ›

Mais exercícios de Estética: o problema da definição de arte

O exame completo · 1.ª fase (2026)