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Examen de Portugués PAU Galicia 2026 · Extraordinaria

Examen de Portugués de Selectividad de Galicia (PAU/ABAU) 2026, Extraordinaria (julio): 6 problemas con solución. Con corrección al momento.

Temas del examen: Título y síntesis del texto (Intitule e elabore uma síntese) · Sentido de palabras y expresiones en el texto (Explique o sentido) · Preguntas de comprensión y relación de enunciados con párrafos · Transformación de frases: tiempos verbales y número (passe para passado ou futuro) · Texto sobre un tema vinculado al texto (Produção escrita) · Diálogo con rasgos de oralidad (Expressão oral/escrita e interação) · Cultura y sociedad de los países de lengua portuguesa

Ejercicio 1.1 - Título e síntese · Título y síntesis del texto (Intitule e elabore uma síntese)

TEXTO

A falta de brincadeiras ao ar livre afeta 70% das crianças em Portugal. A dado momento pode ler-se que “as crianças não saltam. As crianças não pulam. As crianças não correm: estamos a criar uma espécie de iliteracia motora”. Uma geração ‘presa’ às cadeiras e aos ecrãs, com excesso de proteção e com uma tremenda falta de experiências físicas básicas.

Estas frases levam-me a viajar à infância que tive e vi. Uma radiografia oposta onde o brincar era permanente, com crianças na rua, soltas, sem o olho controlador dos pais.

Não defendo o andar à rédea solta. O mundo mudou. Não é necessário viver na cidade para constatar o perigo. As aldeias são hoje fantasmas. É raro ver grupos de jovens. A rua é chão estranho, empedernido, longe das pegadas e carreiros repetidos.

Há pouco espaço rebelde. As juntas de freguesia até oferecem condições como campos abertos ao futebol e a outras modalidades. Nada disto convence. O conforto do sofá vence o enfrentar do frio, o querer ganhar ao bairro ou freguesia.

Não tenho pejo em afirmar que a minha geração é, em grande parte, a grande culpada desta catástrofe. Quisemos dar o que não tivemos sem olhar nem pedir opinião. Um egoísmo que nos tornou ‘ heróis de barro ’ e que hoje lamentamos. É tarde. Demasiado tarde. Salvou-se quem bateu o pé e quis ser diferente. Os outros deixaram-se levar pelo mais fácil, pelo que não doía, encharcados de ecrãs que fabricam egos vazios.

Em contramão, do outro lado do mundo, veio o primeiro grito. A Austrália decidiu proibir uma série de redes sociais a menores de 16 anos. Justificou a medida com os riscos que as plataformas representam na saúde física e mental. O eco já chegou à Europa. Sobre esta matéria, o presidente gaulês, Emmanuel Macron, foi taxativo: “o cérebro dos nossos filhos e dos nossos adolescentes não está à venda”.

Adaptado de correiodominho.pt

PRIMEIRA PERGUNTA. COMPREENSÃO DA LEITURA

1.1. Intitule o texto e elabore uma síntese dele. [1 valor]

Ejercicio 1.2 - Sentido de palavras e expressões · Sentido de palabras y expresiones en el texto (Explique o sentido)

TEXTO

A falta de brincadeiras ao ar livre afeta 70% das crianças em Portugal. A dado momento pode ler-se que “as crianças não saltam. As crianças não pulam. As crianças não correm: estamos a criar uma espécie de iliteracia motora”. Uma geração ‘presa’ às cadeiras e aos ecrãs, com excesso de proteção e com uma tremenda falta de experiências físicas básicas.

Estas frases levam-me a viajar à infância que tive e vi. Uma radiografia oposta onde o brincar era permanente, com crianças na rua, soltas, sem o olho controlador dos pais.

Não defendo o andar à rédea solta. O mundo mudou. Não é necessário viver na cidade para constatar o perigo. As aldeias são hoje fantasmas. É raro ver grupos de jovens. A rua é chão estranho, empedernido, longe das pegadas e carreiros repetidos.

Há pouco espaço rebelde. As juntas de freguesia até oferecem condições como campos abertos ao futebol e a outras modalidades. Nada disto convence. O conforto do sofá vence o enfrentar do frio, o querer ganhar ao bairro ou freguesia.

Não tenho pejo em afirmar que a minha geração é, em grande parte, a grande culpada desta catástrofe. Quisemos dar o que não tivemos sem olhar nem pedir opinião. Um egoísmo que nos tornou ‘ heróis de barro ’ e que hoje lamentamos. É tarde. Demasiado tarde. Salvou-se quem bateu o pé e quis ser diferente. Os outros deixaram-se levar pelo mais fácil, pelo que não doía, encharcados de ecrãs que fabricam egos vazios.

Em contramão, do outro lado do mundo, veio o primeiro grito. A Austrália decidiu proibir uma série de redes sociais a menores de 16 anos. Justificou a medida com os riscos que as plataformas representam na saúde física e mental. O eco já chegou à Europa. Sobre esta matéria, o presidente gaulês, Emmanuel Macron, foi taxativo: “o cérebro dos nossos filhos e dos nossos adolescentes não está à venda”.

Adaptado de correiodominho.pt

1.2. Explique o sentido no texto ou coloque sinónimos das seguintes expressões ou palavras: [0,10 valores por palavra; total: 0,5 valores]

Ejercicio 1.3 - Perguntas sobre o texto · Preguntas de comprensión y relación de enunciados con párrafos

TEXTO

A falta de brincadeiras ao ar livre afeta 70% das crianças em Portugal. A dado momento pode ler-se que “as crianças não saltam. As crianças não pulam. As crianças não correm: estamos a criar uma espécie de iliteracia motora”. Uma geração ‘presa’ às cadeiras e aos ecrãs, com excesso de proteção e com uma tremenda falta de experiências físicas básicas.

Estas frases levam-me a viajar à infância que tive e vi. Uma radiografia oposta onde o brincar era permanente, com crianças na rua, soltas, sem o olho controlador dos pais.

Não defendo o andar à rédea solta. O mundo mudou. Não é necessário viver na cidade para constatar o perigo. As aldeias são hoje fantasmas. É raro ver grupos de jovens. A rua é chão estranho, empedernido, longe das pegadas e carreiros repetidos.

Há pouco espaço rebelde. As juntas de freguesia até oferecem condições como campos abertos ao futebol e a outras modalidades. Nada disto convence. O conforto do sofá vence o enfrentar do frio, o querer ganhar ao bairro ou freguesia.

Não tenho pejo em afirmar que a minha geração é, em grande parte, a grande culpada desta catástrofe. Quisemos dar o que não tivemos sem olhar nem pedir opinião. Um egoísmo que nos tornou ‘ heróis de barro ’ e que hoje lamentamos. É tarde. Demasiado tarde. Salvou-se quem bateu o pé e quis ser diferente. Os outros deixaram-se levar pelo mais fácil, pelo que não doía, encharcados de ecrãs que fabricam egos vazios.

Em contramão, do outro lado do mundo, veio o primeiro grito. A Austrália decidiu proibir uma série de redes sociais a menores de 16 anos. Justificou a medida com os riscos que as plataformas representam na saúde física e mental. O eco já chegou à Europa. Sobre esta matéria, o presidente gaulês, Emmanuel Macron, foi taxativo: “o cérebro dos nossos filhos e dos nossos adolescentes não está à venda”.

Adaptado de correiodominho.pt

PRIMEIRA PERGUNTA. COMPREENSÃO DA LEITURA

1.3. Responda, precisa e brevemente, em função do texto: [1 valor]

a)

O que pensam alguns estados sobre o acesso de menores a determinadas fontes?

b)

O que opina o autor sobre o sedentarismo dos jovens?

Ejercicio 2.1 - Aspetos sociais e/ou culturais de Portugal · Cultura y sociedad de los países de lengua portuguesa

SEGUNDA PERGUNTA. PRODUÇÃO ESCRITA / CONHECIMENTO CULTURAL

Desenvolva o assunto seguinte na forma que desejar (ensaio, carta ou diálogo com quem desejar).

*Número de palavras recomendado: 200.

2.1. Aspetos sociais e/ou culturais de Portugal. [2,5 valores]

Ejercicio 2.2 - Tema vinculado ao texto · Texto sobre un tema vinculado al texto (Produção escrita)

TEXTO

A falta de brincadeiras ao ar livre afeta 70% das crianças em Portugal. A dado momento pode ler-se que “as crianças não saltam. As crianças não pulam. As crianças não correm: estamos a criar uma espécie de iliteracia motora”. Uma geração ‘presa’ às cadeiras e aos ecrãs, com excesso de proteção e com uma tremenda falta de experiências físicas básicas.

Estas frases levam-me a viajar à infância que tive e vi. Uma radiografia oposta onde o brincar era permanente, com crianças na rua, soltas, sem o olho controlador dos pais.

Não defendo o andar à rédea solta. O mundo mudou. Não é necessário viver na cidade para constatar o perigo. As aldeias são hoje fantasmas. É raro ver grupos de jovens. A rua é chão estranho, empedernido, longe das pegadas e carreiros repetidos.

Há pouco espaço rebelde. As juntas de freguesia até oferecem condições como campos abertos ao futebol e a outras modalidades. Nada disto convence. O conforto do sofá vence o enfrentar do frio, o querer ganhar ao bairro ou freguesia.

Não tenho pejo em afirmar que a minha geração é, em grande parte, a grande culpada desta catástrofe. Quisemos dar o que não tivemos sem olhar nem pedir opinião. Um egoísmo que nos tornou ‘ heróis de barro ’ e que hoje lamentamos. É tarde. Demasiado tarde. Salvou-se quem bateu o pé e quis ser diferente. Os outros deixaram-se levar pelo mais fácil, pelo que não doía, encharcados de ecrãs que fabricam egos vazios.

Em contramão, do outro lado do mundo, veio o primeiro grito. A Austrália decidiu proibir uma série de redes sociais a menores de 16 anos. Justificou a medida com os riscos que as plataformas representam na saúde física e mental. O eco já chegou à Europa. Sobre esta matéria, o presidente gaulês, Emmanuel Macron, foi taxativo: “o cérebro dos nossos filhos e dos nossos adolescentes não está à venda”.

Adaptado de correiodominho.pt

SEGUNDA PERGUNTA. PRODUÇÃO ESCRITA / CONHECIMENTO CULTURAL

Desenvolva na forma que desejar (ensaio, carta ou diálogo com quem desejar):

2.2. Um tema vinculado ao texto ou inspirado por ele. [2,5 valores]

*Número de palavras recomendado: 200.

Problema 3 · Diálogo con rasgos de oralidad (Expressão oral/escrita e interação)

TERCEIRA PERGUNTA. EXPRESSÃO ORAL / ESCRITA E INTERAÇÃO

Elabore um diálogo, com traços de oralidade, entre pessoas que oferecem diversos pontos de vista sobre o acesso às redes sociais de menores de idade. (2,5 valores)

* Número de palavras recomendado, entre 100 e 140; reiterações não serão valorizadas.

Problema 4 · Transformación de frases: tiempos verbales y número (passe para passado ou futuro)

QUARTA PERGUNTA. REFLEXÃO LINGUÍSTICA

4.1.

Passe para passado as frases seguintes, segundo a fórmula como --- comi (1,25 valores)

4.2.

Passe para futuro as frases seguintes, segundo a fórmula como --- comerei (1,25 valores)

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