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Examen de Portugués PAU Castilla y León 2025 · Ordinaria

Examen de Portugués de Selectividad de Castilla y León (PAU/EBAU) 2025, Ordinaria (junio): 5 problemas con solución. Con corrección al momento.

Temas del examen: Verdadero o falso con justificación del texto (Verdadeiro ou falso) · Preguntas sobre el texto con tus propias palabras (Responda por palavras suas) · Vocabulario: sinónimos, antónimos, definiciones y sentido de expresiones del texto · Opción múltiple de comprensión lectora (A, B, C ou D) · Redacción: mensaje de fórum, correo electrónico o historia (Produção escrita)

Ejercicio Exercício 1 · Verdadero o falso con justificación del texto (Verdadeiro ou falso)

TEXTO

A ciência da memória “Se bem me lembro”

1 “Oh, esqueci-me!” Quantas vezes lhe saiu esta exclamação da boca? Nuns casos, o

2 episódio pode ser vivido com algum embaraço por falhar um compromisso; noutros é provável

3 que dê por si a pensar se o lapso poderá ser um sinal de perda de faculdades. Não por acaso, e

4 num tempo em que a expressão “redes sociais” estava ausente no nosso léxico, um anúncio

5 televisivo popularizou-se pelo “quase me esquecia de jogar no Totoloto!”, proferido pelo

6 jogador enquanto dava uma palmada na testa. Num País que venera os jogos e as apostas, isto

7 chega a causar mais transtorno do que esquecer ou confundir nomes de familiares ou saltar

8 datas importantes (casamento, aniversários e afins).

9 Outras vezes, uma pessoa é capaz de jurar que certo episódio aconteceu assim, percebe

10 depois que a história era outra e questiona-se sobre se a confusão se deveu a distração, falta de

11 descanso ou aos restos da ressaca de uma noite de copos.

12 A memória é uma grande aliada, mas também pode ser traiçoeira, sendo a principal

13 fonte de estados de pura angústia. “Fui às compras, ao café e ao escritório; passei tudo a pente

14 fino e não há meio de encontrar o telemóvel [também pode ser a chave ou a carteira]”.

15 Não menos inquietante, e embaraçoso, é perder o fio à meada no discurso ou num

16 encontro social, ou ficar com amnésia – ter uma “branca” – durante uma avaliação, entrevista

17 de emprego ou em qualquer outro ato de exposição pública.

18 Em contrapartida, encara-se com normalidade o facto de se intencionar uma coisa e

19 guardá-la na memória para aceder mais tarde, sabendo de antemão que o risco de esquecimento

20 é grande, mas não suficientemente preocupante.

21 Bem-vindo aos meandros do “edifício imenso da memória” – assim designada pelo

22 escritor francês Marcel Proust-, cujo funcionamento, em condições normais, abarca estas e

23 outras nuances. De que falamos quando falamos de memória e como é que ela funciona?

24 À luz do que se sabe deste pequeno universo, é possível descrevê-lo, de forma simples

25 e com algum rigor, como um potente sistema de conexões entre células nervosas, ou neurónios,

26 que ocorrem em várias regiões do cérebro. Quando comparada com os sistemas de memória

27 digitais, a densa rede que transportamos na nossa cabeça é capaz de armazenar 2,5 milhões de

28 petabytes de informação que se acumula ao longo da vida.

29 (Fonte: Visão, por Clara Soares)

Exercício 1 [2 pontos]

Diga se as afirmações são verdadeiras (V) ou falsas (F), justificando a sua resposta indicando a(s) linha(s) do texto que são relevantes.

Segundo o texto...

1.

As pessoas em Portugal valorizam mais o esquecimento de datas importantes, como aniversários e casamentos, do que esquecer de jogar no Totoloto.

V

F

2.

A memória pode ser uma aliada, mas também pode ser traiçoeira, causando estados de angústia.

V

F

3.

O funcionamento da memória em condições normais é simples e sem nuances, sem envolver questões complexas.

V

F

4.

A memória humana é composta por uma densa rede de conexões entre neurónios em várias regiões do cérebro.

V

F

Ejercicio Exercício 2 · Preguntas sobre el texto con tus propias palabras (Responda por palavras suas)

TEXTO

A ciência da memória “Se bem me lembro”

1 “Oh, esqueci-me!” Quantas vezes lhe saiu esta exclamação da boca? Nuns casos, o

2 episódio pode ser vivido com algum embaraço por falhar um compromisso; noutros é provável

3 que dê por si a pensar se o lapso poderá ser um sinal de perda de faculdades. Não por acaso, e

4 num tempo em que a expressão “redes sociais” estava ausente no nosso léxico, um anúncio

5 televisivo popularizou-se pelo “quase me esquecia de jogar no Totoloto!”, proferido pelo

6 jogador enquanto dava uma palmada na testa. Num País que venera os jogos e as apostas, isto

7 chega a causar mais transtorno do que esquecer ou confundir nomes de familiares ou saltar

8 datas importantes (casamento, aniversários e afins).

9 Outras vezes, uma pessoa é capaz de jurar que certo episódio aconteceu assim, percebe

10 depois que a história era outra e questiona-se sobre se a confusão se deveu a distração, falta de

11 descanso ou aos restos da ressaca de uma noite de copos.

12 A memória é uma grande aliada, mas também pode ser traiçoeira, sendo a principal

13 fonte de estados de pura angústia. “Fui às compras, ao café e ao escritório; passei tudo a pente

14 fino e não há meio de encontrar o telemóvel [também pode ser a chave ou a carteira]”.

15 Não menos inquietante, e embaraçoso, é perder o fio à meada no discurso ou num

16 encontro social, ou ficar com amnésia – ter uma “branca” – durante uma avaliação, entrevista

17 de emprego ou em qualquer outro ato de exposição pública.

18 Em contrapartida, encara-se com normalidade o facto de se intencionar uma coisa e

19 guardá-la na memória para aceder mais tarde, sabendo de antemão que o risco de esquecimento

20 é grande, mas não suficientemente preocupante.

21 Bem-vindo aos meandros do “edifício imenso da memória” – assim designada pelo

22 escritor francês Marcel Proust-, cujo funcionamento, em condições normais, abarca estas e

23 outras nuances. De que falamos quando falamos de memória e como é que ela funciona?

24 À luz do que se sabe deste pequeno universo, é possível descrevê-lo, de forma simples

25 e com algum rigor, como um potente sistema de conexões entre células nervosas, ou neurónios,

26 que ocorrem em várias regiões do cérebro. Quando comparada com os sistemas de memória

27 digitais, a densa rede que transportamos na nossa cabeça é capaz de armazenar 2,5 milhões de

28 petabytes de informação que se acumula ao longo da vida.

29 (Fonte: Visão, por Clara Soares)

Exercício 2 [2 pontos]

Responda, por palavras suas, a duas das três perguntas seguintes (1 ponto cada pergunta respondida).

1.

Qual é o assunto do texto?

2.

Qual é a reação das pessoas ao esquecerem compromissos ou informações importantes?

3.

De que modo a memória humana pode ser traiçoeira?

Ejercicio Exercício 3 · Vocabulario: sinónimos, antónimos, definiciones y sentido de expresiones del texto

TEXTO

A ciência da memória “Se bem me lembro”

1 “Oh, esqueci-me!” Quantas vezes lhe saiu esta exclamação da boca? Nuns casos, o

2 episódio pode ser vivido com algum embaraço por falhar um compromisso; noutros é provável

3 que dê por si a pensar se o lapso poderá ser um sinal de perda de faculdades. Não por acaso, e

4 num tempo em que a expressão “redes sociais” estava ausente no nosso léxico, um anúncio

5 televisivo popularizou-se pelo “quase me esquecia de jogar no Totoloto!”, proferido pelo

6 jogador enquanto dava uma palmada na testa. Num País que venera os jogos e as apostas, isto

7 chega a causar mais transtorno do que esquecer ou confundir nomes de familiares ou saltar

8 datas importantes (casamento, aniversários e afins).

9 Outras vezes, uma pessoa é capaz de jurar que certo episódio aconteceu assim, percebe

10 depois que a história era outra e questiona-se sobre se a confusão se deveu a distração, falta de

11 descanso ou aos restos da ressaca de uma noite de copos.

12 A memória é uma grande aliada, mas também pode ser traiçoeira, sendo a principal

13 fonte de estados de pura angústia. “Fui às compras, ao café e ao escritório; passei tudo a pente

14 fino e não há meio de encontrar o telemóvel [também pode ser a chave ou a carteira]”.

15 Não menos inquietante, e embaraçoso, é perder o fio à meada no discurso ou num

16 encontro social, ou ficar com amnésia – ter uma “branca” – durante uma avaliação, entrevista

17 de emprego ou em qualquer outro ato de exposição pública.

18 Em contrapartida, encara-se com normalidade o facto de se intencionar uma coisa e

19 guardá-la na memória para aceder mais tarde, sabendo de antemão que o risco de esquecimento

20 é grande, mas não suficientemente preocupante.

21 Bem-vindo aos meandros do “edifício imenso da memória” – assim designada pelo

22 escritor francês Marcel Proust-, cujo funcionamento, em condições normais, abarca estas e

23 outras nuances. De que falamos quando falamos de memória e como é que ela funciona?

24 À luz do que se sabe deste pequeno universo, é possível descrevê-lo, de forma simples

25 e com algum rigor, como um potente sistema de conexões entre células nervosas, ou neurónios,

26 que ocorrem em várias regiões do cérebro. Quando comparada com os sistemas de memória

27 digitais, a densa rede que transportamos na nossa cabeça é capaz de armazenar 2,5 milhões de

28 petabytes de informação que se acumula ao longo da vida.

29 (Fonte: Visão, por Clara Soares)

Exercício 3 [1,5 pontos]

Procure no texto as palavras ou expressões correspondentes às seguintes definições curtas, sinónimos ou antónimos:

1.

2.

3.

4.

Ejercicio Exercício 4 · Opción múltiple de comprensión lectora (A, B, C ou D)

TEXTO

A ciência da memória “Se bem me lembro”

1 “Oh, esqueci-me!” Quantas vezes lhe saiu esta exclamação da boca? Nuns casos, o

2 episódio pode ser vivido com algum embaraço por falhar um compromisso; noutros é provável

3 que dê por si a pensar se o lapso poderá ser um sinal de perda de faculdades. Não por acaso, e

4 num tempo em que a expressão “redes sociais” estava ausente no nosso léxico, um anúncio

5 televisivo popularizou-se pelo “quase me esquecia de jogar no Totoloto!”, proferido pelo

6 jogador enquanto dava uma palmada na testa. Num País que venera os jogos e as apostas, isto

7 chega a causar mais transtorno do que esquecer ou confundir nomes de familiares ou saltar

8 datas importantes (casamento, aniversários e afins).

9 Outras vezes, uma pessoa é capaz de jurar que certo episódio aconteceu assim, percebe

10 depois que a história era outra e questiona-se sobre se a confusão se deveu a distração, falta de

11 descanso ou aos restos da ressaca de uma noite de copos.

12 A memória é uma grande aliada, mas também pode ser traiçoeira, sendo a principal

13 fonte de estados de pura angústia. “Fui às compras, ao café e ao escritório; passei tudo a pente

14 fino e não há meio de encontrar o telemóvel [também pode ser a chave ou a carteira]”.

15 Não menos inquietante, e embaraçoso, é perder o fio à meada no discurso ou num

16 encontro social, ou ficar com amnésia – ter uma “branca” – durante uma avaliação, entrevista

17 de emprego ou em qualquer outro ato de exposição pública.

18 Em contrapartida, encara-se com normalidade o facto de se intencionar uma coisa e

19 guardá-la na memória para aceder mais tarde, sabendo de antemão que o risco de esquecimento

20 é grande, mas não suficientemente preocupante.

21 Bem-vindo aos meandros do “edifício imenso da memória” – assim designada pelo

22 escritor francês Marcel Proust-, cujo funcionamento, em condições normais, abarca estas e

23 outras nuances. De que falamos quando falamos de memória e como é que ela funciona?

24 À luz do que se sabe deste pequeno universo, é possível descrevê-lo, de forma simples

25 e com algum rigor, como um potente sistema de conexões entre células nervosas, ou neurónios,

26 que ocorrem em várias regiões do cérebro. Quando comparada com os sistemas de memória

27 digitais, a densa rede que transportamos na nossa cabeça é capaz de armazenar 2,5 milhões de

28 petabytes de informação que se acumula ao longo da vida.

29 (Fonte: Visão, por Clara Soares)

Exercício 4 (1,5 pontos)

Cada pergunta tem quatro respostas possíveis, das quais apenas uma é correta. Indique a resposta correta (A, B, C ou D).

1.

Qual é o significado da expressão “ter uma ‘branca’” no texto?

2.

Segundo o texto, como funciona a memória?

3.

Quanto é o risco de esquecimento?

Ejercicio Parte II - Proposta A · Redacción: mensaje de fórum, correo electrónico o historia (Produção escrita)

PARTE II. PRODUÇÃO ESCRITA

Escolha e desenvolva apenas uma (A ou B) das propostas apresentadas (extensão de 120-150 palavras):

Proposta A. Imagine que todas as semanas escreve para a coluna do leitor do jornal da sua cidade. Escreva um texto com a sua opinião sobre como funciona a sua memória no seu dia a dia. (3 pontos)

Ejercicio Parte II - Proposta B · Redacción: mensaje de fórum, correo electrónico o historia (Produção escrita)

PARTE II. PRODUÇÃO ESCRITA

Escolha e desenvolva apenas uma (A ou B) das propostas apresentadas (extensão de 120-150 palavras):

Proposta B. Um amigo português confessou-lhe num e-mail que anda a ter alguns lapsos de memória e está preocupado com o assunto. Escreva um e-mail de resposta em que dá alguns conselhos ao seu amigo. (3 pontos)

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