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Examen de Portugués PAU Asturias 2025 · Ordinaria (2ª lengua extranjera)

Examen de Portugués de Selectividad de Asturias (PAU/EBAU) 2025, Ordinaria (2ª lengua extranjera) (junio): 3 problemas con solución. Gratis.

Temas del examen: Preguntas de comprensión y relación de ideas del texto (Responda / Explique / Determine) · Léxico: expresiones, adjetivos y campos semánticos del texto · Redacción de 100-120 palabras sobre un tema propuesto (Redação)

Ejercicio 1 - Opción A · Preguntas de comprensión y relación de ideas del texto (Responda / Explique / Determine)

Opção A - Texto A

O primeiro encontro, o primeiro beijo, a sensação de estarmos apaixonados: sentimos borboletas a baterem asas no estômago — e gostamos delas. Mas as mesmas borboletas já não nos deixam tão felizes quando aparecem antes de um exame ou nos mantêm acordados na véspera da apresentação de um projeto importante. E, afinal, o que são?

É o nosso «cérebro primitivo» em ação, ou seja, é uma resposta fisiológica. «Mas se na pré-história a nossa preocupação era sobreviver, hoje em dia ativamos esta resposta se alguém não nos responder a uma mensagem», brinca a psicóloga Sara Crispim. O que acontece biologicamente é a «ativação de partes do sistema neurológico, de luta ou fuga»: «Antigamente seriam ativadas pelo aparecimento de um leão, uma situação em que não podíamos estar a perder tempo com funções biológicas de descanso, como digerir alimentos», começa por explicar a médica Nádia Sepúlveda. Quando esta mensagem é enviada, o nosso corpo dá «prioridade à circulação do sangue nos músculos, para podermos fugir do hipotético leão» e diminui a circulação no estômago, que «não é uma prioridade naquele momento, porque não nos ajuda a fugir». É a ausência de sangue que provoca a sensação de borboletas.

Todas estas mensagens são transmitidas através do nervo vago, que faz parte do sistema nervoso autónomo — controla funções involuntárias, como a respiração e o ritmo cardíaco — e envia mensagens entre o cérebro e o sistema digestivo. Mas se até conseguimos ver alguma semelhança entre um exame e um leão, como é que uma resposta ao perigo acaba por se tornar numa resposta ao amor? Quando estamos «nervosos ou apaixonados», há também a «ativação de hormonas e neurotransmissores que mexem com os movimentos digestivos», aponta Nádia Sepúlveda. E a verdade é que o nosso organismo «não consegue distinguir as duas coisas». Temos de ser nós a interpretar estas situações.

Preguntas del texto A (4 puntos)

a)

Analise a semelhança entre um exame e o amor em termos neurológicos.

b)

Explique o vínculo existente entre o cérebro e o sistema digestivo.

Ejercicio 1 - Opción B · Preguntas de comprensión y relación de ideas del texto (Responda / Explique / Determine)

Preguntas del texto B (4 puntos)

a)

Discuta a relação entre perfume e estação do ano.

b)

Determine a importância do perfume nas sociedades contemporâneas.

Ejercicio 2 - Opción A · Léxico: expresiones, adjetivos y campos semánticos del texto

Opção A - Texto A

O primeiro encontro, o primeiro beijo, a sensação de estarmos apaixonados: sentimos borboletas a baterem asas no estômago — e gostamos delas. Mas as mesmas borboletas já não nos deixam tão felizes quando aparecem antes de um exame ou nos mantêm acordados na véspera da apresentação de um projeto importante. E, afinal, o que são?

É o nosso «cérebro primitivo» em ação, ou seja, é uma resposta fisiológica. «Mas se na pré-história a nossa preocupação era sobreviver, hoje em dia ativamos esta resposta se alguém não nos responder a uma mensagem», brinca a psicóloga Sara Crispim. O que acontece biologicamente é a «ativação de partes do sistema neurológico, de luta ou fuga»: «Antigamente seriam ativadas pelo aparecimento de um leão, uma situação em que não podíamos estar a perder tempo com funções biológicas de descanso, como digerir alimentos», começa por explicar a médica Nádia Sepúlveda. Quando esta mensagem é enviada, o nosso corpo dá «prioridade à circulação do sangue nos músculos, para podermos fugir do hipotético leão» e diminui a circulação no estômago, que «não é uma prioridade naquele momento, porque não nos ajuda a fugir». É a ausência de sangue que provoca a sensação de borboletas.

Todas estas mensagens são transmitidas através do nervo vago, que faz parte do sistema nervoso autónomo — controla funções involuntárias, como a respiração e o ritmo cardíaco — e envia mensagens entre o cérebro e o sistema digestivo. Mas se até conseguimos ver alguma semelhança entre um exame e um leão, como é que uma resposta ao perigo acaba por se tornar numa resposta ao amor? Quando estamos «nervosos ou apaixonados», há também a «ativação de hormonas e neurotransmissores que mexem com os movimentos digestivos», aponta Nádia Sepúlveda. E a verdade é que o nosso organismo «não consegue distinguir as duas coisas». Temos de ser nós a interpretar estas situações.

Ejercicio 2 (2 puntos)

Opción A. Responda a las siguientes preguntas:

a)

Explique a expressão «resposta fisiológica».

b)

Explique palavras ou expressões relacionadas com o campo semântico «medicina».

Ejercicio 2 - Opción B · Léxico: expresiones, adjetivos y campos semánticos del texto

Ejercicio 2 (2 puntos)

Opción B. Responda a las siguientes preguntas:

a)

Segundo os adjetivos, explique as caraterísticas atribuídas ao perfume.

b)

Explique o tipo de relação existente entre os adjetivos «quente» e «frio».

Ejercicio 3 - Opción A · Redacción de 100-120 palabras sobre un tema propuesto (Redação)

Ejercicio 3. Redacte un texto subordinado al tema propuesto con una extensión máxima de entre 100 a 120 palabras. (4 puntos).

Opción A.: O stresse perante os exames

Ejercicio 3 - Opción B · Redacción de 100-120 palabras sobre un tema propuesto (Redação)

Ejercicio 3. Redacte un texto subordinado al tema propuesto con una extensión máxima de entre 100 a 120 palabras. (4 puntos).

Opción B.: A cosmética masculina.

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