Exame Nacional Geografia A 2025 · Época especial

Exame Nacional de Geografia A 2025, Época especial: 12 exercícios com resolução. Temas: Cartografia: escalas, coordenadas e localização. Grátis.

Temas do exame: Cartografia: escalas, coordenadas e localização · População: evolução, estrutura e migrações · Radiação solar e temperatura · Precipitação e estado do tempo: cartas sinóticas · Recursos hídricos, rios e relevo · Recursos marítimos e litoral · Áreas rurais, agricultura e PAC · Rede urbana, cidades médias e ordenamento do território · Transportes e comunicações · Portugal na União Europeia e desenvolvimento sustentável

Exercício 1 · Áreas rurais, agricultura e PAC

1. O olival é uma das principais culturas agrícolas em Portugal continental, ocupando a maior área de plantação do total ocupado com culturas vegetais.

Na Figura 1, está representada a distribuição da superfície de olival, por região agrária, em 2019.

1.1.

De acordo com a Figura 1, além do Alentejo, as duas regiões agrárias que apresentam maior área de plantação com mais de 700 oliveiras por hectare são

()

1.2.

Na região agrária de Entre Douro e Minho, a ocupação com olival, representada na Figura 1, pode ser explicada por razões como

()

1.3.

A paisagem agrária associada à cultura do olival tem vindo a apresentar alterações decorrentes da introdução de novos métodos e técnicas de cultivo no território português.

A fotografia A apresenta um exemplo de plantação de olival.

O sistema de cultura observado na fotografia A caracteriza-se por apresentar

()

Exercício 2 · Áreas rurais, agricultura e PAC

2. Os produtores agrícolas portugueses são os mais envelhecidos da União Europeia. Portugal apresenta a maior percentagem de agricultores com mais de 65 anos (51,9%), sendo, também, um dos Estados-Membros com menor peso de agricultores com menos de 35 anos (1,9%).

Fonte: www.adraces.pt (consultado em janeiro 2025). (Adaptado)

Explique de que modo o envelhecimento dos produtores agrícolas pode constituir um condicionalismo à inovação agrícola, apresentando um exemplo.

Exercício 3 - Precipitação · Precipitação e estado do tempo: cartas sinóticas

Na Figura 2, estão representadas a hipsometria da ilha da Madeira (A) e a precipitação anual média no período de 1981-2010 (B), na ilha da Madeira.

Pelas suas caraterísticas naturais, a ilha da Madeira é propensa à ocorrência de cheias rápidas.

Documento I

A 20 de fevereiro de 2010, a ilha da Madeira experienciava um dos piores dias da sua história, provocado por uma situação meteorológica adversa. O mês de fevereiro de 2010 foi particularmente chuvoso e ficou marcado pelos maiores valores de precipitação de que há registo, com uma acumulação mensal de 458,47 mm, sete vezes maior do que a média histórica da região, segundo o IPMA.

A fotografia B evidencia efeitos da situação meteorológica referida, na ilha da Madeira.

3.1.

De acordo com a Figura 2B, entre o lugar X e o lugar Y, a diferença dos valores de precipitação anual média foi

()

3.2.

Considerando a informação das Figuras 2A e 2B, os valores de precipitação mais elevados registados na ilha da Madeira podem ser explicados pela ocorrância de chuvas do tipo

()

3.3.1.

Situações como a descrita no texto e observada na fotografia B do Documento I podem ser explicadas pela influância de

()

Exercício 3 - Relevo e cheias · Recursos hídricos, rios e relevo

Na Figura 2, estão representadas a hipsometria da ilha da Madeira (A) e a precipitação anual média no período de 1981-2010 (B), na ilha da Madeira.

Pelas suas caraterísticas naturais, a ilha da Madeira é propensa à ocorrência de cheias rápidas.

Documento I

A 20 de fevereiro de 2010, a ilha da Madeira experienciava um dos piores dias da sua história, provocado por uma situação meteorológica adversa. O mês de fevereiro de 2010 foi particularmente chuvoso e ficou marcado pelos maiores valores de precipitação de que há registo, com uma acumulação mensal de 458,47 mm, sete vezes maior do que a média histórica da região, segundo o IPMA.

A fotografia B evidencia efeitos da situação meteorológica referida, na ilha da Madeira.

3.3.2.

A hipsometria da ilha da Madeira, representada na Figura 2A, potencia a situação descrita no Documento I, pois a ilha apresenta

()

3.3.3.

De modo a minimizar a ocorrância de situações como a evidenciada no Documento I, devem ser tomadas medidas preventivas no âmbito do ordenamento do território, em duas áreas de intervenção:

A – no espaço urbano;

B – no espaço rural.

Selecione uma das áreas de intervenção, A ou B. De acordo com a área de intervenção selecionada, apresente duas medidas preventivas a implementar, explicando de que modo podem contribuir para minimizar os riscos associados a catástrofes naturais, como o evidenciado no Documento I.

A

Espaço urbano

B

Espaço rural

Exercício 4 · Radiação solar e temperatura

4. As Figuras 3A e 3B representam a temperatura média do ar em Portugal continental, respetivamente, nos meses de janeiro e de julho de 2023.

4.1.

De acordo com as Figuras 3A e 3B, a amplitude térmica anual em 2023 foi mais acentuada no distrito de

()

* 4.2.

Apresente um fator climático, explicando de que modo condiciona a variação espacial das temperaturas registadas nos meses de janeiro e de julho, em Portugal continental, e representadas nas Figuras 3A e 3B.

Exercício 5 · Rede urbana, cidades médias e ordenamento do território

5. Os dados dos últimos recenseamentos da população de Portugal têm evidenciado alterações significativas na ocupação do território.

Na Figura 4, estão representadas a tipologia de áreas urbanas e a variação populacional nos centros urbanos, em Portugal, de 2011 a 2021.

5.1.

A análise da Figura 4 permite concluir que, de 2011 a 2021, se registou

5.2.

A variação populacional nos centros urbanos, representada na Figura 4, conduz ao reforço da

5.3.

A variação populacional na maioria dos centros urbanos do interior de Portugal continental, observada na Figura 4, está relacionada, entre outras razões,

5.4.

A variação populacional na Área Metropolitana de Lisboa, observada na Figura 4, conduz a uma situação de deseconomia de aglomeração, evidenciada

5.5.

Num contexto em que as mudanças sociodemográficas, tecnológicas e económicas favorecem a concentração das populações, das atividades económicas e das funções nas principais cidades, o desenvolvimento urbano policêntrico constitui um fator de coesão ao nível nacional. Para promover tal desenvolvimento, podem ser delineadas duas estratégias:

Estratégia A – reforçar a cooperação interurbana;

Estratégia B – afirmar as cidades como motores de internacionalização.

Selecione uma das estratégias, A ou B. De acordo com a estratégia selecionada, apresente duas medidas, explicando de que modo contribuem para o desenvolvimento urbano policêntrico.

Exercício 6 · População: evolução, estrutura e migrações

6. Na Figura 5A, está representada a estrutura etária da população residente em Portugal, em 2012 e em 2023.

Na Figura 5B, está representada a distribuição da população residente, por grandes grupos etários e por NUTS II, em Portugal, em 2023.

6.1.

A estrutura etária representada na Figura 5A mostra que, entre 2012 e 2023, houve uma diminuição e um aumento.

6.2.

De acordo com a Figura 5A, os indivíduos que, em 2023, integravam a classe com maior número de efetivos nasceram entre

6.3.

De acordo com a Figura 5B, em 2023, o índice de envelhecimento era mais elevado nas NUTS II

Exercício 7 · População: evolução, estrutura e migrações

7. O índice de sustentabilidade potencial estabelece a relação entre o número de pessoas em idade ativa e o número de pessoas acima dos 65 anos. Em Portugal, este índice tem vindo a evidenciar uma relação entre os efetivos destes dois grupos etários que não é adequada à sustentabilidade socioeconómica do país.

Refira um impacte desta relação, explicando de que modo se repercute na sustentabilidade socioeconómica.

Exercício 8 - Transportes · Transportes e comunicações

8. A rede de infraestruturas de transporte é um elemento central de qualquer sistema económico, constituindo uma alavanca privilegiada para o desenvolvimento, para o aumento da competitividade e para a redução das assimetrias.

Na Figura 6, está representada a distância-tempo em modo rodoviário (transporte individual) aos aeroportos de Portugal continental, em 1986 (A) e em 2016 (B).

8.1.

Nos mapas da Figura 6, as linhas que unem pontos de igual distância-tempo no acesso aos aeroportos denominam-se

8.2.

Justifique as alterações registadas na distância-tempo, que se depreendem da análise comparativa das Figuras 6A e 6B, apresentando uma razão.

8.3.

O Aeroporto Humberto Delgado, inserido na cidade de Lisboa, é o maior aeroporto português, em número de passageiros e em volume de tráfego. Duas consequências para a sua área envolvente são

Exercício 8.4 - Cartografia · Cartografia: escalas, coordenadas e localização

8. A rede de infraestruturas de transporte é um elemento central de qualquer sistema económico, constituindo uma alavanca privilegiada para o desenvolvimento, para o aumento da competitividade e para a redução das assimetrias.

Na Figura 6, está representada a distância-tempo em modo rodoviário (transporte individual) aos aeroportos de Portugal continental, em 1986 (A) e em 2016 (B).

8.4.

A distância real, em linha reta, entre o aeroporto Francisco Sá Carneiro e o aeroporto Humberto Delgado, de acordo com a Figura 6B, é, aproximadamente,

Exercício 9 · Recursos marítimos e litoral

9. A aquicultura tem tido uma importância crescente no abastecimento de pescado ao mercado nacional, tornando-se um sector estratégico.

9.1.

Um dos fatores naturais que explicam a existência de unidades de aquicultura em águas salobras é

()

9.2.

Apresente uma vantagem da produção de aquicultura offshore em regime extensivo, explicando de que modo contribui para a sustentabilidade dos recursos marinhos.

Exercício 10 · Portugal na União Europeia e desenvolvimento sustentável

Para o período de 2021-2027, a política de coesão da União Europeia (UE) apresenta cinco objetivos estratégicos que determinam a aplicação dos fundos financeiros. Cada região e cada Estado-Membro têm de direcionar os fundos financeiros para os diferentes objetivos, de acordo com o seu PIB per capita. No entanto, pelo menos 30% da dotação do FEDER deve ser direcionada para o objetivo estratégico «uma transição mais verde e hipocarbónica em prol de uma economia com emissões líquidas nulas de carbono e uma Europa resiliente».

A Figura 7 representa a distribuição do PIB per capita, em Paridade de Poder de Compra Padrão (PPS), em países da Europa, em 2022.

10.1. De acordo com a informação da Figura 7, dois dos países em que a maioria das regiões apresentam um PIB per capita inferior a 75% da média da União Europeia são

10.2. Considerando o objetivo estratégico da União Europeia referido no texto introdutório, apresente um exemplo de aplicação dos fundos financeiros da UE, explicando de que modo tal aplicação pode contribuir para melhorar a posição de Portugal no contexto da UE, apresentada na Figura 7.

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