Exame Nacional Economia A 2021 · 2.ª fase

Exame Nacional de Economia A 2021, 2.ª fase: 20 exercícios com resolução. Temas: Necessidades, consumo e lei de Engel. Com correção imediata.

Temas do exame: Necessidades, consumo e lei de Engel · Problema económico, produção, custos e produtividade · População, mercado de trabalho e desemprego · Moeda, preços e inflação · Mercados e formação dos preços · Rendimentos, repartição e pobreza · Poupança, financiamento e investimento · Contabilidade nacional e agentes económicos · O Estado, finanças públicas e políticas · Comércio internacional, balança de pagamentos e câmbios · Integração europeia e União Económica e Monetária

Grupo I - 1 · Mercados e formação dos preços

GRUPO I

1. Considere as afirmações seguintes, relativas à deslocação da curva da oferta, no mercado de concorrência perfeita do milho.

I. O aumento dos salários pagos a todos os trabalhadores agrícolas originou alterações na oferta de milho.

II. A utilização de novas sementes originou o aumento da produtividade dos fatores de produção, provocando alterações na oferta de milho.

III. O aumento brusco da temperatura e a reduzida humidade atmosférica, durante vários dias, destruíram uma parte da colheita de milho, provocando alterações na oferta de milho.

Considerando-se tudo o resto constante, é correto afirmar que, neste mercado, as afirmações

Grupo I - 2 · Necessidades, consumo e lei de Engel

GRUPO I

2. Considere que, num determinado país, em 2020, a poupança anual média das famílias foi 1000 euros, e a despesa anual média das famílias em consumo alimentar foi 5200 euros.

Sabendo que, em 2020, o coeficiente orçamental da despesa em consumo não alimentar foi 60%, podemos concluir que

Grupo I - 3.1 · População, mercado de trabalho e desemprego

3. A Tabela 1 apresenta alguns indicadores do mercado de trabalho, em Portugal e por regiões, em 2019.

Tabela 1 – Indicadores do mercado de trabalho

· Portugal · Norte · Centro · Lisboa · Alentejo · Algarve · Açores · Madeira

Taxa de desemprego (em %) · 6,5 · 6,7 · 4,9 · 7,1 · 6,9 · 7,1 · 7,9 · 7,0

Proporção de desempregados de longa duração (em % do total) · 49,9 · 51,8 · 44,4 · 50,8 · 50,4 · 37,2 · 56,9 · 61,2

População ativa (em milhares de indivíduos) · 5252,6 · 1838,3 · 1148,8 · 1433,0 · 343,3 · 227,1 · 123,4 · 138,7

Instituto Nacional de Estatística, Anuário Estatístico de Portugal – 2019, in www.ine.pt

(consultado em setembro de 2020). (Adaptado)

3.1. Com base nos dados apresentados na Tabela 1, podemos concluir que, em 2019,

Grupo I - 3.2 · População, mercado de trabalho e desemprego

3. A Tabela 1 apresenta alguns indicadores do mercado de trabalho, em Portugal e por regiões, em 2019.

Tabela 1 – Indicadores do mercado de trabalho

· Portugal · Norte · Centro · Lisboa · Alentejo · Algarve · Açores · Madeira

Taxa de desemprego (em %) · 6,5 · 6,7 · 4,9 · 7,1 · 6,9 · 7,1 · 7,9 · 7,0

Proporção de desempregados de longa duração (em % do total) · 49,9 · 51,8 · 44,4 · 50,8 · 50,4 · 37,2 · 56,9 · 61,2

População ativa (em milhares de indivíduos) · 5252,6 · 1838,3 · 1148,8 · 1433,0 · 343,3 · 227,1 · 123,4 · 138,7

Instituto Nacional de Estatística, Anuário Estatístico de Portugal – 2019, in www.ine.pt

(consultado em setembro de 2020). (Adaptado)

3.2. Com base nos dados apresentados na Tabela 1, podemos concluir que, em 2019, o número de indivíduos desempregados há um ano ou mais foi, aproximadamente,

Grupo I - 4 · Rendimentos, repartição e pobreza

4. As figuras 1, 2 e 3 representam, para um determinado país, a distribuição do rendimento disponível das famílias, através de curvas de Lorenz.

Considere que, neste país, cada um dos gráficos apresenta a distribuição do rendimento disponível das famílias, antes da aplicação de um conjunto de medidas de política económica e social pelo Estado (Curva 1) e após a aplicação desse conjunto de medidas (Curva 2), considerando-se tudo o resto constante.

Considere ainda que, neste país, todos os agregados familiares auferem apenas remunerações do fator trabalho.

O quadro seguinte apresenta, para este país, as medidas de política económica e social aplicadas pelo Estado.

Associe cada uma das medidas identificadas no quadro pelas alíneas a) a g) à figura (1, 2 ou 3) que corresponde ao efeito dessa medida. Todas as medidas devem ser utilizadas. Cada uma das medidas deve ser associada apenas a uma das figuras.

Quadro de medidas · Figura associada

)

Grupo I - 5 · Poupança, financiamento e investimento

5. Admita que, num determinado país, as taxas de juro são positivas. Considerando-se tudo o resto constante, o aumento das taxas de juro, quer na concessão de crédito quer na remuneração da poupança, pode

()

Grupo I - 6 · Poupança, financiamento e investimento

6. Considera-se que existe um financiamento externo indireto quando, para financiar as ações de formação dos trabalhadores, uma empresa

()

Grupo I - 7 · Problema económico, produção, custos e produtividade

7. O Gráfico 1 apresenta dados relativos à quantidade produzida e ao custo médio de longo prazo de uma empresa que, na produção de farinha, utiliza apenas capital e trabalho.

Considere as afirmações seguintes, relativas ao Gráfico 1.

I. A empresa produtora de farinha obtém rendimentos constantes à escala, quando produz mais de 6 toneladas de farinha.

II. A empresa produtora de farinha, quando produz até 3 toneladas de farinha, obtém economias de escala, pois o aumento percentual do custo total é inferior ao aumento percentual da quantidade produzida.

III. A empresa produtora de farinha, quando produz 3 ou mais toneladas de farinha, obtém deseconomias de escala.

Selecione a opção que avalia corretamente as afirmações.

Grupo I - 8 · O Estado, finanças públicas e políticas

8. De acordo com o Instituto Nacional de Estatística, o saldo orçamental foi 0,2% do produto interno bruto (PIB) em Portugal, em 2019. Este indicador permite-nos afirmar que, nesse ano, em Portugal, para efeitos do cálculo do saldo orçamental, o total das despesas públicas em percentagem do PIB foi

Grupo I - 9.1 · Moeda, preços e inflação

9. A Tabela 2 apresenta a evolução do índice de preços no consumidor (IPC), total e por agregados, em Portugal, no período de 2014 a 2019.

Tabela 2 – Taxa de variação anual do índice de preços no consumidor, total e por agregados

(em %) · 2014 · 2015 · 2016 · 2017 · 2018 · 2019

Total · – 0,3 · 0,5 · 0,6 · 1,4 · 1,0 · 0,3

Bens · – 1,1 · – 0,1 · 0,0 · 0,9 · 0,5 · – 0,3

Serviços · 0,8 · 1,3 · 1,5 · 2,1 · 1,7 · 1,2

Ministério da Economia, Indicadores de Atividade Económica, 29 de julho de 2020, in www.gee.min-economia.pt (consultado em setembro de 2020). (Adaptado)

Considere que, em Portugal, em 2016, o valor do cabaz de compras, representativo do consumo anual médio de uma família, foi 10 000 euros.

9.1. Com base nos dados apresentados na Tabela 2 e na situação descrita, podemos afirmar que, em Portugal, em 2019, o valor do cabaz de compras foi, aproximadamente,

Grupo I - 9.2 · Moeda, preços e inflação

9. A Tabela 2 apresenta a evolução do índice de preços no consumidor (IPC), total e por agregados, em Portugal, no período de 2014 a 2019.

Tabela 2 – Taxa de variação anual do índice de preços no consumidor, total e por agregados

(em %) · 2014 · 2015 · 2016 · 2017 · 2018 · 2019

Total · – 0,3 · 0,5 · 0,6 · 1,4 · 1,0 · 0,3

Bens · – 1,1 · – 0,1 · 0,0 · 0,9 · 0,5 · – 0,3

Serviços · 0,8 · 1,3 · 1,5 · 2,1 · 1,7 · 1,2

Ministério da Economia, Indicadores de Atividade Económica, 29 de julho de 2020, in www.gee.min-economia.pt (consultado em setembro de 2020). (Adaptado)

Considere que, em Portugal, em 2016, o valor do cabaz de compras, representativo do consumo anual médio de uma família, foi 10 000 euros.

9.2. De entre as seguintes afirmações relacionadas com os dados apresentados na Tabela 2, selecione apenas as três afirmações corretas, transcrevendo para a folha de respostas os números correspondentes.

Grupo I - 10 · Contabilidade nacional e agentes económicos

10. Numa determinada economia, em 2020, os fluxos monetários relativos ao «pagamento de vencimentos, no valor de 120 mil euros» e à «aquisição de uma carrinha, no valor de 50 mil euros, por uma câmara municipal» representaram, respetivamente,

()

Grupo I - 11.1 · Contabilidade nacional e agentes económicos

A Tabela 3 apresenta dados relativos a alguns dos indicadores das contas nacionais portuguesas, no período de 2012 a 2014.

Tabela 3 – Indicadores das contas nacionais, calculados a preços correntes

(em milhões de euros)

· 2012 · 2013 · 2014

Impostos líquidos de subsídios sobre os produtos · 21 081 · 20 690 · 21 918

Procura interna · 169 128 · 168 619 · 172 795

Produto interno bruto a preços de mercado (PIBpm) · 168 296 · 170 492 · 173 054

Instituto Nacional de Estatística, Anuário Estatístico de Portugal – 2019, in www.ine.pt (consultado em setembro de 2020). (Adaptado)

11.1. Com base nos dados apresentados na Tabela 3, podemos afirmar que, em Portugal, o valor acrescentado bruto, a preços de base, foi

()

Grupo I - 11.2 · Contabilidade nacional e agentes económicos

A Tabela 3 apresenta dados relativos a alguns dos indicadores das contas nacionais portuguesas, no período de 2012 a 2014.

Tabela 3 – Indicadores das contas nacionais, calculados a preços correntes

(em milhões de euros)

· 2012 · 2013 · 2014

Impostos líquidos de subsídios sobre os produtos · 21 081 · 20 690 · 21 918

Procura interna · 169 128 · 168 619 · 172 795

Produto interno bruto a preços de mercado (PIBpm) · 168 296 · 170 492 · 173 054

Instituto Nacional de Estatística, Anuário Estatístico de Portugal – 2019, in www.ine.pt (consultado em setembro de 2020). (Adaptado)

11.2. Com base nos dados apresentados na Tabela 3, e sabendo que a procura externa líquida corresponde à diferença entre o valor das exportações de bens e serviços e o valor das importações de bens e serviços, podemos afirmar que, em 2012, segundo a ótica da despesa, o valor do produto interno bruto, a preços de mercado, foi

()

Grupo I - 12 · Comércio internacional, balança de pagamentos e câmbios

12. Considere que um determinado país, em 2020, vendeu ao resto do mundo máquinas para a indústria têxtil. No mesmo ano, os imigrantes residentes neste país enviaram remessas para o resto do mundo.

Com base na situação descrita, podemos afirmar que, em 2020, neste país, os fluxos relativos à venda de máquinas e ao envio de remessas foram registados

Grupo I - 13 · Comércio internacional, balança de pagamentos e câmbios

13. Considere que o banco central do país A decidiu valorizar a sua moeda face à moeda do país B. Esta decisão, considerando-se tudo o resto constante, poderá provocar, como efeito imediato, a redução do preço dos bens provenientes

Grupo I - 14 · Integração europeia e União Económica e Monetária

14. Considere que as autoridades de um determinado país decidiram, em conjunto com as autoridades dos países vizinhos, criar uma organização destinada a liberalizar o comércio de mercadorias entre países membros, protegendo os mercados nacionais da concorrãncia de países terceiros. As autoridades deste conjunto de países decidiram também conceder autonomia a cada um dos países membros para fixar os direitos aduaneiros a aplicar nas trocas de mercadorias com países terceiros.

Com base na situação descrita, podemos afirmar que o conjunto dos países membros constituiu uma

Grupo I - 15 · Problema económico, produção, custos e produtividade

15. Os textos 1, 2 e 3 referem-se à ciência económica.

Texto 1

A escolha acerca da aplicação de uma tarde – entre estudar ou ir ao cinema – constituiria tema para os economistas, pois o tempo dessa tarde poderia ser aplicado de forma alternativa e, evidentemente, em finalidades de desigual importância para quem decide.

Francisco Pereira de Moura, Lições de Economia, 4.ª edição, Coimbra, Livraria Almedina, 1978, p. 5 (Texto adaptado).

Texto 2

A Economia trata dos propósitos e desejos humanos, das alternativas possíveis, e estuda a forma como esses desejos se refletem na decisão sobre essas alternativas. Essas decisões tanto podem ser a escolha de combustível para certa máquina como a escolha da profissão.

João César das Neves, Economia, 1.ª edição, Lisboa, Difusão Cultural, 2000, p. 15 (Texto adaptado).

Texto 3

Há bens cuja abundância supera de longe as necessidades humanas. O ar que respiramos, a neve da montanha, são bens livres. A maioria dos bens não apresenta esta característica. Assim, construir mais autoestradas pode implicar o desvio de meios de produção da construção de habitações ou de hospitais.

Baseado em: Jacques Lecaillon, Como Funciona a Economia?, 1.ª edição, Lisboa, Editorial Pórtico, pp. 12, 90.

O quadro seguinte identifica aspetos relativos à ciência económica (alíneas a) a e)).

Selecione os três aspetos que são comuns aos textos (1, 2 e 3), transcrevendo para a folha de respostas as letras correspondentes.

Quadro – Aspetos relativos à ciência económica

a) Os textos referem-se ao objeto de estudo da ciência económica.

b) Os textos expõem o conceito de bens livres.

c) Os textos mencionam a necessidade de efetuar escolhas na utilização de recursos escassos.

d) Os textos mencionam diferentes utilizações de recursos escassos.

e) Os textos referem-se à forma como os recursos abundantes satisfazem as múltiplas e ilimitadas necessidades.

)

Grupo II - 1 · Problema económico, produção, custos e produtividade

GRUPO II

1.

Leia o texto.

Considere que, no início de 2019, depositou 1000 euros numa conta de depósitos a prazo. No final desse ano, ganharia 50 euros de juros, e a sua poupança teria o valor de 1050 euros. Considere, agora, um outro destino (ou uma outra aplicação) para essa poupança. Em vez de depositar 1000 euros, decidiu, no início de 2019, colocar esse valor no seu mealheiro. No final desse ano, continuaria a ter 1000 euros. Qual é o custo de oportunidade de colocar a sua poupança no mealheiro?

Paul A. Samuelson e William D. Nordhaus, Economia, 16.ª edição, Lisboa, McGraw-Hill, 1999, p. 473. (Texto adaptado)

Explicite, utilizando o exemplo apresentado no texto, o conceito de custo de oportunidade.

Grupo II - 2 · Moeda, preços e inflação

2.

O Gráfico 2 apresenta a evolução do salário mínimo nacional, em Portugal, em 2013 e em 2019.

Explique, com base nos dados apresentados no Gráfico 2, o comportamento do índice de preços no consumidor (IPC), em 2013 e em 2019, em Portugal, considerando a relação entre o comportamento do salário mínimo nominal e o comportamento do salário mínimo real.

Grupo II - 3 · Mercados e formação dos preços

3. Leia o texto.

No mercado de concorrência perfeita das tesouras, o que determina o seu preço de equilíbrio? A curva da oferta? A curva da procura? É como perguntar qual das lâminas de uma tesoura corta o papel: as duas. O mesmo acontece no mercado das tesouras: as curvas da procura e da oferta determinam o preço de equilíbrio, através da sua intersecção.

Baseado em: Niall Kishtainy, Uma Breve História da Economia, 1.ª edição, Lisboa, Editorial Presença, 2018, p. 74.

Caracterize a situação que corresponde à intersecção das curvas no mercado de concorrência perfeita das tesouras.

Grupo II - 4 · Problema económico, produção, custos e produtividade

4. Considere que uma empresa produtora de iogurtes, no início do mês de dezembro de 2020, passou a empregar 26 trabalhadores e produziu, nesse mês, 5 643 750 iogurtes. No mês de novembro, a referida empresa empregava apenas 25 trabalhadores e registava uma produtividade média, por trabalhador, de 215 000 iogurtes.

Calcule, com base nos dados fornecidos, a produtividade marginal do vigésimo sexto trabalhador da empresa produtora de iogurtes.

Na sua resposta, apresente as fórmulas usadas e os cálculos efetuados.

Grupo III - 1 · Contabilidade nacional e agentes económicos

GRUPO III

1. A Tabela 4 apresenta dados relativos ao produto interno bruto (PIB), em termos reais, em Portugal, em 2016 e em 2017.

Justifique, com base nos dados fornecidos, o comportamento do PIB, em termos reais, em Portugal, em 2017, considerando:

– a evolução das duas componentes da procura interna que mais contribuíram para a evolução do PIB;

– a relação entre a evolução das exportações de bens e serviços e a evolução das importações de bens e serviços e o seu contributo para a evolução do PIB.

Grupo III - 2 · O Estado, finanças públicas e políticas

2. Leia o texto.

A revolução da inteligência artificial (IA) está prestes a atingir uma multiplicidade de profissões. Contabilistas, consultores financeiros, repositores de supermercado, pessoal de limpeza e jornalistas desportivos já estão a competir com alguma forma de IA. O relatório de uma consultora internacional concluiu que, com base nas tarefas atualmente executadas, 46% dos trabalhadores dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) exercem profissões com risco elevado de serem substituídas ou de sofrerem transformações profundas. É evidente que estes cálculos ignoram que, à medida que algumas tarefas se tornam automatizadas, os trabalhadores que as exerciam podem ser recolocados noutras tarefas. Portanto, até que ponto será realmente negativa esta revolução? Os economistas estão, obviamente, curiosos em relação a este problema, mas, neste caso, como em outros, ainda não conseguiram chegar a consenso.

Baseado em: Abhijit V. Banerjee e Esther Duflo, Boa Economia para Tempos Difíceis, 1.ª edição, Lisboa, Conjuntura Actual, 2020, pp. 277-278.

Admita que a IA provocará uma maior destruição do que criação de emprego, obrigando os governos nacionais a adotarem medidas de mitigação do desemprego.

Considere que, na qualidade de técnico da OCDE, tinha a tarefa de propor medidas aos governos dos países desta organização, tendo por base um dos objetivos, A ou B.

A – apoiar as empresas na criação de emprego;

B – reforçar o apoio aos desempregados.

Selecione um dos objetivos, A ou B.

De acordo com o objetivo selecionado, apresente duas medidas, explicando de que modo contribuem para a concretização desse objetivo.

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