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Examen de Portugués PAU Madrid 2020 · Modelo

Examen de Portugués de Selectividad de Madrid (PAU/EvAU) 2020, Modelo: 3 problemas con solución. Temas: Compreensão de Texto, Gramática y Expressão Escrita.

Temas del examen: Compreensão de Texto · Gramática · Expressão Escrita

Ejercicio A.1 · Compreensão de Texto

TEXTO A

Saber qual é a casa perfeita em que habita a felicidade não é uma tarefa simples. É uma ciência ao alcance dos melhores. Há especialistas que ajudam a encontrar a casa certa para cada pessoa.

É fácil saber onde mora a felicidade? Para uns pode viver num sítio próximo de equipamentos desportivos nos quais possa fazer exercício físico. Para outros pode estar num espaço próximo de escolas, museus ou transportes públicos para sair à noite sem complicações.

Lisboa, Sintra, Porto, Braga, Guimarães, um pouco por todo o lado, as grandes cidades do País estão a viver um período de investimentos e melhoramentos dos espaços públicos. Os bairros são microrrealidades das grandes cidades. É esta vivência e diversidade que proporciona um sentimento de felicidade a muitos portugueses, que encontram nestas localidades a casa de sonho que sempre procuraram.

O que distingue um bairro de outros espaços dormitórios da área metropolitana é a frequência dos seus espaços e equipamentos públicos pelos cidadãos. Esses equipamentos são indicadores da qualidade de vida que se pode ter nas diferentes zonas da cidade, atendendo ao ruído, segurança, mobilidade e estacionamento, serviços públicos ou a existência de escolas e creches.

Outra oferta que influencia o gosto por uma determinada zona ou bairro é a oferta de comércio, restaurantes, museus, empresas, hotéis, monumentos, entre outros.

Apesar de as grandes cidades serem um atrativo para muitos portugueses, há quem prefira trocar o ambiente urbano por espaços que garantam maior proximidade da natureza, como estar na praia ou na serra.

No momento de escolher uma casa, o importante é saber que está próxima dos locais que possibilitam desenvolver as atividades que fazem sentir bem. Esse é o sítio onde mora a felicidade.

In Sábado.pt, de 28 de fevereiro de 2019 (texto adaptado)

PERGUNTAS

A.1.

(3 puntos) Após a leitura atenta do texto, imagine um título para o texto. Justifique a sua resposta.

Ejercicio A · Gramática

TEXTO A

Saber qual é a casa perfeita em que habita a felicidade não é uma tarefa simples. É uma ciência ao alcance dos melhores. Há especialistas que ajudam a encontrar a casa certa para cada pessoa.

É fácil saber onde mora a felicidade? Para uns pode viver num sítio próximo de equipamentos desportivos nos quais possa fazer exercício físico. Para outros pode estar num espaço próximo de escolas, museus ou transportes públicos para sair à noite sem complicações.

Lisboa, Sintra, Porto, Braga, Guimarães, um pouco por todo o lado, as grandes cidades do País estão a viver um período de investimentos e melhoramentos dos espaços públicos. Os bairros são microrrealidades das grandes cidades. É esta vivência e diversidade que proporciona um sentimento de felicidade a muitos portugueses, que encontram nestas localidades a casa de sonho que sempre procuraram.

O que distingue um bairro de outros espaços dormitórios da área metropolitana é a frequência dos seus espaços e equipamentos públicos pelos cidadãos. Esses equipamentos são indicadores da qualidade de vida que se pode ter nas diferentes zonas da cidade, atendendo ao ruído, segurança, mobilidade e estacionamento, serviços públicos ou a existência de escolas e creches.

Outra oferta que influencia o gosto por uma determinada zona ou bairro é a oferta de comércio, restaurantes, museus, empresas, hotéis, monumentos, entre outros.

Apesar de as grandes cidades serem um atrativo para muitos portugueses, há quem prefira trocar o ambiente urbano por espaços que garantam maior proximidade da natureza, como estar na praia ou na serra.

No momento de escolher uma casa, o importante é saber que está próxima dos locais que possibilitam desenvolver as atividades que fazem sentir bem. Esse é o sítio onde mora a felicidade.

In Sábado.pt, de 28 de fevereiro de 2019 (texto adaptado)

PERGUNTAS

A.2.

(2 puntos) Passe os tempos verbais no Presente do Indicativo para o Pretérito Perfeito Simples.

a) Saber qual é a casa perfeita em que habita a felicidade não é uma tarefa simples. É uma ciência ao alcance dos melhores. Há especialistas que ajudam a encontrar a casa certa para cada pessoa.

b) O que distingue um bairro de outros espaços dormitórios da área metropolitana é a frequência dos seus espaços e equipamentos públicos pelos cidadãos.

A.3.

(2 puntos) Escreva as frases infra no plural. Faça as alterações necessárias.

a) Saber qual é a casa perfeita requer tempo.

b) A cidade pode ser um enorme atrativo para um casal jovem.

Ejercicio A.4 · Expressão Escrita

TEXTO A

Saber qual é a casa perfeita em que habita a felicidade não é uma tarefa simples. É uma ciência ao alcance dos melhores. Há especialistas que ajudam a encontrar a casa certa para cada pessoa.

É fácil saber onde mora a felicidade? Para uns pode viver num sítio próximo de equipamentos desportivos nos quais possa fazer exercício físico. Para outros pode estar num espaço próximo de escolas, museus ou transportes públicos para sair à noite sem complicações.

Lisboa, Sintra, Porto, Braga, Guimarães, um pouco por todo o lado, as grandes cidades do País estão a viver um período de investimentos e melhoramentos dos espaços públicos. Os bairros são microrrealidades das grandes cidades. É esta vivência e diversidade que proporciona um sentimento de felicidade a muitos portugueses, que encontram nestas localidades a casa de sonho que sempre procuraram.

O que distingue um bairro de outros espaços dormitórios da área metropolitana é a frequência dos seus espaços e equipamentos públicos pelos cidadãos. Esses equipamentos são indicadores da qualidade de vida que se pode ter nas diferentes zonas da cidade, atendendo ao ruído, segurança, mobilidade e estacionamento, serviços públicos ou a existência de escolas e creches.

Outra oferta que influencia o gosto por uma determinada zona ou bairro é a oferta de comércio, restaurantes, museus, empresas, hotéis, monumentos, entre outros.

Apesar de as grandes cidades serem um atrativo para muitos portugueses, há quem prefira trocar o ambiente urbano por espaços que garantam maior proximidade da natureza, como estar na praia ou na serra.

No momento de escolher uma casa, o importante é saber que está próxima dos locais que possibilitam desenvolver as atividades que fazem sentir bem. Esse é o sítio onde mora a felicidade.

In Sábado.pt, de 28 de fevereiro de 2019 (texto adaptado)

PERGUNTAS

A.4.

(3 puntos) Imagine que vai comprar a casa dos seus sonhos. Qual é para si o espaço ideal? Cidade ou campo? Andar ou vivenda? Dê a sua opinião justificada e escreva um texto de 150 a 200 palavras aproximadamente.

Ejercicio B.1 · Compreensão de Texto

TEXTO B

Temos mais roupa nas gavetas do que as que conseguimos usar, mas nunca chega. Há sempre novidades a tentarem-nos. E assim se alimenta a indústria do vestuário, tão prejudicial para o ambiente como para a carteira.

Aceitação social. Mostrar que somos resolvidos. São tudo razões que nos levam a comprar muita roupa.

Há quem compre para poder estrear roupa nova todas as semanas, porque está na moda e quer a última tendência, por ser complexado e desejar sentir-se mais bonito.

Num mundo a perder as ligações humanas, fica fácil substituir uma conversa, até um abraço, por uma ida ao shopping. É este consumo impulsivo, sem sentido, que tem de parar.

A maioria dos consumidores nem se dá conta de estar a contribuir para uma das indústrias do mundo mais violentas, tóxicas e poluidoras do mundo.

O que nos traz de volta à questão inicial: para quê tantas peças que acabam esquecidas ainda com as etiquetas (na verdade, nem assentavam assim tão bem mas eram baratíssimas)?

Como chegamos ao cúmulo de ver os roupeiros atestados e achar que não temos o que vestir? E como – mais importante – se muda este estado de coisas insustentável para o ambiente e para a carteira?

Será que o futuro passa sobretudo por vencer a desconfiança dos clientes em relação à segunda mão – como sucede há anos em cidades como Londres, Tóquio ou Amesterdão – e dar nova vida ao vestuário vintage ? Mostrar que o baú de uns poderá ser o nosso roupeiro, e vice-versa, seguindo a máxima da segunda mão de qualidade para minimizar o desperdício têxtil.

Aparentemente, a adesão tem aumentado por permitir poupar e evitar que se produza mais e mais roupa, apesar da vergonha inicial em vestir o que era de outros.

In life.dn.pt, de 28 de fevereiro de 2019 (texto adaptado)

PERGUNTAS

B.1. (3 puntos) Após a leitura atenta do texto, imagine um título para o texto. Justifique a sua resposta.

Ejercicio B · Gramática

TEXTO B

Temos mais roupa nas gavetas do que as que conseguimos usar, mas nunca chega. Há sempre novidades a tentarem-nos. E assim se alimenta a indústria do vestuário, tão prejudicial para o ambiente como para a carteira.

Aceitação social. Mostrar que somos resolvidos. São tudo razões que nos levam a comprar muita roupa.

Há quem compre para poder estrear roupa nova todas as semanas, porque está na moda e quer a última tendência, por ser complexado e desejar sentir-se mais bonito.

Num mundo a perder as ligações humanas, fica fácil substituir uma conversa, até um abraço, por uma ida ao shopping. É este consumo impulsivo, sem sentido, que tem de parar.

A maioria dos consumidores nem se dá conta de estar a contribuir para uma das indústrias do mundo mais violentas, tóxicas e poluidoras do mundo.

O que nos traz de volta à questão inicial: para quê tantas peças que acabam esquecidas ainda com as etiquetas (na verdade, nem assentavam assim tão bem mas eram baratíssimas)?

Como chegamos ao cúmulo de ver os roupeiros atestados e achar que não temos o que vestir? E como – mais importante – se muda este estado de coisas insustentável para o ambiente e para a carteira?

Será que o futuro passa sobretudo por vencer a desconfiança dos clientes em relação à segunda mão – como sucede há anos em cidades como Londres, Tóquio ou Amesterdão – e dar nova vida ao vestuário vintage ? Mostrar que o baú de uns poderá ser o nosso roupeiro, e vice-versa, seguindo a máxima da segunda mão de qualidade para minimizar o desperdício têxtil.

Aparentemente, a adesão tem aumentado por permitir poupar e evitar que se produza mais e mais roupa, apesar da vergonha inicial em vestir o que era de outros.

In life.dn.pt, de 28 de fevereiro de 2019 (texto adaptado)

PERGUNTAS

B.2. (2 puntos) Substitua as palavras sublinhadas por expressões idênticas, sem alterar o significado da frase:

a)

“Há sempre novidades a tentarem-nos. E assim se alimenta a indústria do vestuário, tão prejudicial para o ambiente como para a carteira.” (linhas 2 a 4)

b)

“Como chegamos ao cúmulo de ver os roupeiros atestados …” (linha 19)

B.3. (2 puntos) Escreva os seguintes verbos retirados do texto no Pretérito Perfeito simples:

Ejercicio B.4 · Expressão Escrita

TEXTO B

Temos mais roupa nas gavetas do que as que conseguimos usar, mas nunca chega. Há sempre novidades a tentarem-nos. E assim se alimenta a indústria do vestuário, tão prejudicial para o ambiente como para a carteira.

Aceitação social. Mostrar que somos resolvidos. São tudo razões que nos levam a comprar muita roupa.

Há quem compre para poder estrear roupa nova todas as semanas, porque está na moda e quer a última tendência, por ser complexado e desejar sentir-se mais bonito.

Num mundo a perder as ligações humanas, fica fácil substituir uma conversa, até um abraço, por uma ida ao shopping. É este consumo impulsivo, sem sentido, que tem de parar.

A maioria dos consumidores nem se dá conta de estar a contribuir para uma das indústrias do mundo mais violentas, tóxicas e poluidoras do mundo.

O que nos traz de volta à questão inicial: para quê tantas peças que acabam esquecidas ainda com as etiquetas (na verdade, nem assentavam assim tão bem mas eram baratíssimas)?

Como chegamos ao cúmulo de ver os roupeiros atestados e achar que não temos o que vestir? E como – mais importante – se muda este estado de coisas insustentável para o ambiente e para a carteira?

Será que o futuro passa sobretudo por vencer a desconfiança dos clientes em relação à segunda mão – como sucede há anos em cidades como Londres, Tóquio ou Amesterdão – e dar nova vida ao vestuário vintage ? Mostrar que o baú de uns poderá ser o nosso roupeiro, e vice-versa, seguindo a máxima da segunda mão de qualidade para minimizar o desperdício têxtil.

Aparentemente, a adesão tem aumentado por permitir poupar e evitar que se produza mais e mais roupa, apesar da vergonha inicial em vestir o que era de outros.

In life.dn.pt, de 28 de fevereiro de 2019 (texto adaptado)

PERGUNTAS

B.4. (3 puntos) Considera que vivemos obsessionados com a moda e estamos submersos num consumismo ilimitado? O que lhe parece optarmos pela roupa de segunda mão? Dê a sua opinião justificada e escreva um texto de 150 a 200 palavras aproximadamente.

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