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Examen de Portugués PAU La Rioja 2021 · Ordinaria
Examen de Portugués de Selectividad de La Rioja (PAU/EBAU) 2021, Ordinaria (junio): 5 problemas con solución. Con corrección al momento.
Temas del examen: Título del texto y justificación (Dê um título ao texto) · Verdadero o falso según el texto (Verdadeiro ou falso) · Vocabulario: elegir el sinónimo en contexto (Escolha o sinónimo) · Completar con verbos en indicativo o conjuntivo (Complete com os verbos) · Transformación de frases: unir oraciones, voz pasiva y pronombre de CD · Texto de opinión de 80-100 palabras (Escreva um texto em que exprima a sua opinião)
Bloque 1 - Texto A - Pregunta 1 · Título del texto y justificación (Dê um título ao texto)
Texto A
O emoji é uma forma de linguagem pictográfica em mensagens de texto. Surgido no Japão na década de 1990 foi criado por uma companhia telefónica como uma opção para tornar as mensagens de texto mais divertidas e emocionais. O termo é resultado da união das palavras nipónicas para imagem, escrita e caracteres e, em 2015, foi incluído no vocabulário oficial do dicionário Webster. De acordo com o dicionário britânico, emojis são “pequenas imagens, símbolos ou ícones usados em campos de texto em comunicações eletrónicas (como em SMS, e-mails e redes sociais) para expressar uma atitude emocional do escritor, transmitir informações sucintas, comunicar uma mensagem brincalhona”. O emoji pode ser considerado como uma evolução do emoticon, termo criado a partir das palavras inglesas emotion (emoção) e icon (ícone). Os emoticons surgiram nos EUA em 1982 a partir de sequências de caracteres do teclado padrão, tais como:-) ou:-(. Foram muito usados em programas de chat como o Messenger.
Emojis vieram para ficar e o seu uso está a crescer em rápida velocidade. Segundo a Unicode Consortium, organização que regula a codificação na internet, o mundo tem mais 1.000 ícones catalogados. Para Thomas Dimson, engenheiro de software, a popularidade do emoji representa a ascensão de uma nova linguagem. Ele realizou um estudo que aponta que em 2014 os emojis representaram quase metade das palavras utilizadas em comentários, legendas e hashtags no Instagram....
Será que chegaremos ao tempo em que voltaremos a comunicar apenas por imagens em vez de textos como no Egito antigo? Críticos acreditam que os caracteres empobrecem a linguagem e não conseguem transmitir a complexidade e riqueza de um assunto. Ainda é cedo para saber o futuro dos emojis e principalmente se eles têm potencial para se tornarem um idioma ou uma forma de comunicação complexa. O mais provável é que continuem a ser usados de forma complementar, em mensagens coloquiais que combinem texto escrito e imagens.
Mas os jovens da geração Z já cresceram com esse fenómeno. De acordo com uma pesquisa da empresa Talk Talk, 72% dos jovens entre 18 e 25 anos consideram mais fácil usar o emojis para expressar sentimentos. O emoji traz uma sensação psicológica de intimidade e proximidade na esfera virtual, uma maior conexão com o outro. Muitas vezes o emoji também é usado para reforçar um tom de voz ou o sentido de uma ideia e até para quando não se tem mais nada a dizer, mas é necessária uma comunicação.
No entanto, toda imagem corre o risco de ser ambígua e interpretada erroneamente pelo receptor, já que sua interpretação depende do repertório cultural e pessoal de quem a recebe. É por isso que um bom emoji representa uma ideia facilmente identificada e compreendida por uma cultura, ultrapassando os limites linguísticos e verbais. O problema da necessidade de ser um ícone de compreensão universal é que muitos críticos avaliam que os emojis estão repletos de estereótipos, principalmente quando referidos a diferentes povos e culturas.
Por exemplo, referir-se a um indiano com um desenho de turbante na cabeça. Neste ano, a Apple anunciou que os seus dispositivos contarão com 300 novos emojis que buscam refletir a diversidade de pessoas no mundo, com tons de pele diferentes, variações familiares e moedas de vários países e bandeiras. No futuro próximo, o emoji poderá ser personalizado pelo usuário de acordo com as características que ele deseje, com opções que o ajudem a desenvolver a sua própria versão da linguagem visual.
(Adaptado de vestibular.uol.com.br)
Pregunta 1 (1.5 punto). Dê um título ao texto e justifique brevemente em português.
Bloque 1 - Texto A - Pregunta 2 · Verdadero o falso según el texto (Verdadeiro ou falso)
Texto A
O emoji é uma forma de linguagem pictográfica em mensagens de texto. Surgido no Japão na década de 1990 foi criado por uma companhia telefónica como uma opção para tornar as mensagens de texto mais divertidas e emocionais. O termo é resultado da união das palavras nipónicas para imagem, escrita e caracteres e, em 2015, foi incluído no vocabulário oficial do dicionário Webster. De acordo com o dicionário britânico, emojis são “pequenas imagens, símbolos ou ícones usados em campos de texto em comunicações eletrónicas (como em SMS, e-mails e redes sociais) para expressar uma atitude emocional do escritor, transmitir informações sucintas, comunicar uma mensagem brincalhona”. O emoji pode ser considerado como uma evolução do emoticon, termo criado a partir das palavras inglesas emotion (emoção) e icon (ícone). Os emoticons surgiram nos EUA em 1982 a partir de sequências de caracteres do teclado padrão, tais como:-) ou:-(. Foram muito usados em programas de chat como o Messenger.
Emojis vieram para ficar e o seu uso está a crescer em rápida velocidade. Segundo a Unicode Consortium, organização que regula a codificação na internet, o mundo tem mais 1.000 ícones catalogados. Para Thomas Dimson, engenheiro de software, a popularidade do emoji representa a ascensão de uma nova linguagem. Ele realizou um estudo que aponta que em 2014 os emojis representaram quase metade das palavras utilizadas em comentários, legendas e hashtags no Instagram....
Será que chegaremos ao tempo em que voltaremos a comunicar apenas por imagens em vez de textos como no Egito antigo? Críticos acreditam que os caracteres empobrecem a linguagem e não conseguem transmitir a complexidade e riqueza de um assunto. Ainda é cedo para saber o futuro dos emojis e principalmente se eles têm potencial para se tornarem um idioma ou uma forma de comunicação complexa. O mais provável é que continuem a ser usados de forma complementar, em mensagens coloquiais que combinem texto escrito e imagens.
Mas os jovens da geração Z já cresceram com esse fenómeno. De acordo com uma pesquisa da empresa Talk Talk, 72% dos jovens entre 18 e 25 anos consideram mais fácil usar o emojis para expressar sentimentos. O emoji traz uma sensação psicológica de intimidade e proximidade na esfera virtual, uma maior conexão com o outro. Muitas vezes o emoji também é usado para reforçar um tom de voz ou o sentido de uma ideia e até para quando não se tem mais nada a dizer, mas é necessária uma comunicação.
No entanto, toda imagem corre o risco de ser ambígua e interpretada erroneamente pelo receptor, já que sua interpretação depende do repertório cultural e pessoal de quem a recebe. É por isso que um bom emoji representa uma ideia facilmente identificada e compreendida por uma cultura, ultrapassando os limites linguísticos e verbais. O problema da necessidade de ser um ícone de compreensão universal é que muitos críticos avaliam que os emojis estão repletos de estereótipos, principalmente quando referidos a diferentes povos e culturas.
Por exemplo, referir-se a um indiano com um desenho de turbante na cabeça. Neste ano, a Apple anunciou que os seus dispositivos contarão com 300 novos emojis que buscam refletir a diversidade de pessoas no mundo, com tons de pele diferentes, variações familiares e moedas de vários países e bandeiras. No futuro próximo, o emoji poderá ser personalizado pelo usuário de acordo com as características que ele deseje, com opções que o ajudem a desenvolver a sua própria versão da linguagem visual.
(Adaptado de vestibular.uol.com.br)
Pregunta 2 (1.5 punto). Indique em cada frase se é Verdadeiro ou Falso segundo o texto:
Bloque 1 - Texto A - Pregunta 3 · Vocabulario: elegir el sinónimo en contexto (Escolha o sinónimo)
Texto A
O emoji é uma forma de linguagem pictográfica em mensagens de texto. Surgido no Japão na década de 1990 foi criado por uma companhia telefónica como uma opção para tornar as mensagens de texto mais divertidas e emocionais. O termo é resultado da união das palavras nipónicas para imagem, escrita e caracteres e, em 2015, foi incluído no vocabulário oficial do dicionário Webster. De acordo com o dicionário britânico, emojis são “pequenas imagens, símbolos ou ícones usados em campos de texto em comunicações eletrónicas (como em SMS, e-mails e redes sociais) para expressar uma atitude emocional do escritor, transmitir informações sucintas, comunicar uma mensagem brincalhona”. O emoji pode ser considerado como uma evolução do emoticon, termo criado a partir das palavras inglesas emotion (emoção) e icon (ícone). Os emoticons surgiram nos EUA em 1982 a partir de sequências de caracteres do teclado padrão, tais como:-) ou:-(. Foram muito usados em programas de chat como o Messenger.
Emojis vieram para ficar e o seu uso está a crescer em rápida velocidade. Segundo a Unicode Consortium, organização que regula a codificação na internet, o mundo tem mais 1.000 ícones catalogados. Para Thomas Dimson, engenheiro de software, a popularidade do emoji representa a ascensão de uma nova linguagem. Ele realizou um estudo que aponta que em 2014 os emojis representaram quase metade das palavras utilizadas em comentários, legendas e hashtags no Instagram....
Será que chegaremos ao tempo em que voltaremos a comunicar apenas por imagens em vez de textos como no Egito antigo? Críticos acreditam que os caracteres empobrecem a linguagem e não conseguem transmitir a complexidade e riqueza de um assunto. Ainda é cedo para saber o futuro dos emojis e principalmente se eles têm potencial para se tornarem um idioma ou uma forma de comunicação complexa. O mais provável é que continuem a ser usados de forma complementar, em mensagens coloquiais que combinem texto escrito e imagens.
Mas os jovens da geração Z já cresceram com esse fenómeno. De acordo com uma pesquisa da empresa Talk Talk, 72% dos jovens entre 18 e 25 anos consideram mais fácil usar o emojis para expressar sentimentos. O emoji traz uma sensação psicológica de intimidade e proximidade na esfera virtual, uma maior conexão com o outro. Muitas vezes o emoji também é usado para reforçar um tom de voz ou o sentido de uma ideia e até para quando não se tem mais nada a dizer, mas é necessária uma comunicação.
No entanto, toda imagem corre o risco de ser ambígua e interpretada erroneamente pelo receptor, já que sua interpretação depende do repertório cultural e pessoal de quem a recebe. É por isso que um bom emoji representa uma ideia facilmente identificada e compreendida por uma cultura, ultrapassando os limites linguísticos e verbais. O problema da necessidade de ser um ícone de compreensão universal é que muitos críticos avaliam que os emojis estão repletos de estereótipos, principalmente quando referidos a diferentes povos e culturas.
Por exemplo, referir-se a um indiano com um desenho de turbante na cabeça. Neste ano, a Apple anunciou que os seus dispositivos contarão com 300 novos emojis que buscam refletir a diversidade de pessoas no mundo, com tons de pele diferentes, variações familiares e moedas de vários países e bandeiras. No futuro próximo, o emoji poderá ser personalizado pelo usuário de acordo com as características que ele deseje, com opções que o ajudem a desenvolver a sua própria versão da linguagem visual.
(Adaptado de vestibular.uol.com.br)
Pregunta 3 (2 puntos): Escolha entre as duas opções o sinónimo da palavra em negrito (subraya o rodea la palabra escogida):
-:
Bloque 1 - Texto B - Pregunta 1 · Título del texto y justificación (Dê um título ao texto)
Texto B
O teletrabalho é, para muitos, uma realidade cada vez mais evidente numa altura em que ninguém nos pode prometer que não voltaremos a enfrentar um novo confinamento. À medida que o coronavírus se foi espalhando pelo mundo, as empresas foram obrigadas a adotar um modelo de trabalho, sem qualquer tipo de preparação. Na verdade, ninguém estava preparado para uma mudança tão radical no dia-a-dia e muito menos por tanto tempo. O medo, a incerteza e a resistência à mudança têm efeito no bem-estar e na saúde mental de todos.
Trabalhar a partir de casa dificulta-nos a separação entre vida profissional e vida pessoal. Ligamos o computador mais cedo e desligamos mais tarde, o horário de trabalho estende-se pela noite dentro e os dias são todos iguais, ao ponto de já não distinguirmos os dias de semana dos fins de semana. Quando damos por nós, estamos sempre ligados: respondemos a e-mails independentemente da hora e o tempo de descanso é constantemente invadido. Todas estas ações levam-nos à exaustão.
O burnout pode ser definido como um estado físico e mental de profunda fadiga, uma resposta complexa do corpo ao stresse profissional prolongado. A síndrome de burnout é diferente de uma depressão: os sintomas diferem, mas isso não significa que não coexistam.
Prazos desmedidos e excesso de trabalho têm levado ao esgotamento de profissionais das mais diferentes áreas. Segundo a Associação de Psicologia da Saúde Ocupacional, em 2016, 17,3% dos trabalhadores portugueses estavam em burnout. Se antes de 2020, o stresse laboral já afetava psicologicamente uma parte da população portuguesa, perante uma pandemia marcada pela incerteza e pelas restrições sociais, a situação é ainda mais grave. A questão é que nem todos estão alerta para a problemática.
A saúde mental sempre foi o parente pobre da medicina. É uma especialidade onde existe pouco investimento, resultando na escassez de profissionais no setor público. Em muitas empresas, as patologias psicológicas e psiquiátricas são consideradas tabu e até vistas como um sinal de fraqueza, o que leva a que se fale pouco do assunto. Cansaço constante, insónias, desmotivação e baixa produtividade são alguns dos sintomas mais apontados.
O burnout é uma realidade, mas há medidas que podemos tomar para minimizar os riscos de chegarmos a uma situação extrema. Por exemplo, descobrir o horário que melhor funciona connosco e deixar as tarefas mais exigentes e que exigem mais concentração para esse período, criar rotinas e encontrar um ambiente confortável para trabalhar, não saltar refeições apenas porque está a trabalhar de casa. É importante manter rotinas e repor a energia - criar limites - não é por estar em teletrabalho que tem de responder a e-mails e chamadas fora de horas - agendar um tempo para praticar exercício, meditar ou fazer um passeio a pé. Sem se esquecer de fazer pausas diárias para respirar e para reformular ideias e objetivos.
Independentemente dos motivos - falta de gestão de tempo ou excesso de trabalho -, há cada vez mais pessoas a sofrer de burnout o que influencia a cultura da empresa, os níveis de produtividade e os custos com o absentismo. Um estudo de 2016, coordenado pela OMS, concluiu que por cada um dólar investido em saúde mental, 4 dólares retornam em produtividade, satisfação e felicidade no trabalho. O mundo mudou e o regime de teletrabalho, adotado no início da pandemia, pode representar um risco a longo prazo. As empresas devem ficar atentas a novos modelos de trabalho que permitam o equilíbrio entre a vida pessoal e a vida profissional, promovendo a produtividade e o bem-estar.
(Adaptado de www.dinheirovivo.pt)
Pregunta 1 (1.5 punto). Dê um título ao texto e justifique brevemente em português.
Bloque 1 - Texto B - Pregunta 2 · Verdadero o falso según el texto (Verdadeiro ou falso)
Texto B
O teletrabalho é, para muitos, uma realidade cada vez mais evidente numa altura em que ninguém nos pode prometer que não voltaremos a enfrentar um novo confinamento. À medida que o coronavírus se foi espalhando pelo mundo, as empresas foram obrigadas a adotar um modelo de trabalho, sem qualquer tipo de preparação. Na verdade, ninguém estava preparado para uma mudança tão radical no dia-a-dia e muito menos por tanto tempo. O medo, a incerteza e a resistência à mudança têm efeito no bem-estar e na saúde mental de todos.
Trabalhar a partir de casa dificulta-nos a separação entre vida profissional e vida pessoal. Ligamos o computador mais cedo e desligamos mais tarde, o horário de trabalho estende-se pela noite dentro e os dias são todos iguais, ao ponto de já não distinguirmos os dias de semana dos fins de semana. Quando damos por nós, estamos sempre ligados: respondemos a e-mails independentemente da hora e o tempo de descanso é constantemente invadido. Todas estas ações levam-nos à exaustão.
O burnout pode ser definido como um estado físico e mental de profunda fadiga, uma resposta complexa do corpo ao stresse profissional prolongado. A síndrome de burnout é diferente de uma depressão: os sintomas diferem, mas isso não significa que não coexistam.
Prazos desmedidos e excesso de trabalho têm levado ao esgotamento de profissionais das mais diferentes áreas. Segundo a Associação de Psicologia da Saúde Ocupacional, em 2016, 17,3% dos trabalhadores portugueses estavam em burnout. Se antes de 2020, o stresse laboral já afetava psicologicamente uma parte da população portuguesa, perante uma pandemia marcada pela incerteza e pelas restrições sociais, a situação é ainda mais grave. A questão é que nem todos estão alerta para a problemática.
A saúde mental sempre foi o parente pobre da medicina. É uma especialidade onde existe pouco investimento, resultando na escassez de profissionais no setor público. Em muitas empresas, as patologias psicológicas e psiquiátricas são consideradas tabu e até vistas como um sinal de fraqueza, o que leva a que se fale pouco do assunto. Cansaço constante, insónias, desmotivação e baixa produtividade são alguns dos sintomas mais apontados.
O burnout é uma realidade, mas há medidas que podemos tomar para minimizar os riscos de chegarmos a uma situação extrema. Por exemplo, descobrir o horário que melhor funciona connosco e deixar as tarefas mais exigentes e que exigem mais concentração para esse período, criar rotinas e encontrar um ambiente confortável para trabalhar, não saltar refeições apenas porque está a trabalhar de casa. É importante manter rotinas e repor a energia - criar limites - não é por estar em teletrabalho que tem de responder a e-mails e chamadas fora de horas - agendar um tempo para praticar exercício, meditar ou fazer um passeio a pé. Sem se esquecer de fazer pausas diárias para respirar e para reformular ideias e objetivos.
Independentemente dos motivos - falta de gestão de tempo ou excesso de trabalho -, há cada vez mais pessoas a sofrer de burnout o que influencia a cultura da empresa, os níveis de produtividade e os custos com o absentismo. Um estudo de 2016, coordenado pela OMS, concluiu que por cada um dólar investido em saúde mental, 4 dólares retornam em produtividade, satisfação e felicidade no trabalho. O mundo mudou e o regime de teletrabalho, adotado no início da pandemia, pode representar um risco a longo prazo. As empresas devem ficar atentas a novos modelos de trabalho que permitam o equilíbrio entre a vida pessoal e a vida profissional, promovendo a produtividade e o bem-estar.
(Adaptado de www.dinheirovivo.pt)
Pregunta 2 (1.5 punto). Indique em cada frase se é Verdadeiro ou Falso segundo o texto.
Bloque 1 - Texto B - Pregunta 3 · Vocabulario: elegir el sinónimo en contexto (Escolha o sinónimo)
Texto B
O teletrabalho é, para muitos, uma realidade cada vez mais evidente numa altura em que ninguém nos pode prometer que não voltaremos a enfrentar um novo confinamento. À medida que o coronavírus se foi espalhando pelo mundo, as empresas foram obrigadas a adotar um modelo de trabalho, sem qualquer tipo de preparação. Na verdade, ninguém estava preparado para uma mudança tão radical no dia-a-dia e muito menos por tanto tempo. O medo, a incerteza e a resistência à mudança têm efeito no bem-estar e na saúde mental de todos.
Trabalhar a partir de casa dificulta-nos a separação entre vida profissional e vida pessoal. Ligamos o computador mais cedo e desligamos mais tarde, o horário de trabalho estende-se pela noite dentro e os dias são todos iguais, ao ponto de já não distinguirmos os dias de semana dos fins de semana. Quando damos por nós, estamos sempre ligados: respondemos a e-mails independentemente da hora e o tempo de descanso é constantemente invadido. Todas estas ações levam-nos à exaustão.
O burnout pode ser definido como um estado físico e mental de profunda fadiga, uma resposta complexa do corpo ao stresse profissional prolongado. A síndrome de burnout é diferente de uma depressão: os sintomas diferem, mas isso não significa que não coexistam.
Prazos desmedidos e excesso de trabalho têm levado ao esgotamento de profissionais das mais diferentes áreas. Segundo a Associação de Psicologia da Saúde Ocupacional, em 2016, 17,3% dos trabalhadores portugueses estavam em burnout. Se antes de 2020, o stresse laboral já afetava psicologicamente uma parte da população portuguesa, perante uma pandemia marcada pela incerteza e pelas restrições sociais, a situação é ainda mais grave. A questão é que nem todos estão alerta para a problemática.
A saúde mental sempre foi o parente pobre da medicina. É uma especialidade onde existe pouco investimento, resultando na escassez de profissionais no setor público. Em muitas empresas, as patologias psicológicas e psiquiátricas são consideradas tabu e até vistas como um sinal de fraqueza, o que leva a que se fale pouco do assunto. Cansaço constante, insónias, desmotivação e baixa produtividade são alguns dos sintomas mais apontados.
O burnout é uma realidade, mas há medidas que podemos tomar para minimizar os riscos de chegarmos a uma situação extrema. Por exemplo, descobrir o horário que melhor funciona connosco e deixar as tarefas mais exigentes e que exigem mais concentração para esse período, criar rotinas e encontrar um ambiente confortável para trabalhar, não saltar refeições apenas porque está a trabalhar de casa. É importante manter rotinas e repor a energia - criar limites - não é por estar em teletrabalho que tem de responder a e-mails e chamadas fora de horas - agendar um tempo para praticar exercício, meditar ou fazer um passeio a pé. Sem se esquecer de fazer pausas diárias para respirar e para reformular ideias e objetivos.
Independentemente dos motivos - falta de gestão de tempo ou excesso de trabalho -, há cada vez mais pessoas a sofrer de burnout o que influencia a cultura da empresa, os níveis de produtividade e os custos com o absentismo. Um estudo de 2016, coordenado pela OMS, concluiu que por cada um dólar investido em saúde mental, 4 dólares retornam em produtividade, satisfação e felicidade no trabalho. O mundo mudou e o regime de teletrabalho, adotado no início da pandemia, pode representar um risco a longo prazo. As empresas devem ficar atentas a novos modelos de trabalho que permitam o equilíbrio entre a vida pessoal e a vida profissional, promovendo a produtividade e o bem-estar.
(Adaptado de www.dinheirovivo.pt)
Pregunta 3 (2 puntos): Escolha entre as duas opções o sinónimo da palavra em negrito:
-
:
Bloque 2 - Pregunta 1 · Completar con verbos en indicativo o conjuntivo (Complete com os verbos)
BLOQUE 2: Contesta a solo 1 pregunta.
Pregunta 1 (3 puntos). Complete com os verbos nos tempos apropriados do Indicativo e/ou Conjuntivo
1. Oxalá os emojis
(EXPRIMIR) muitos mais sentimentos no futuro.
2. Amanhã (nós)
(TRAZER) informação sobre os novos emojis.
4. Embora os críticos
(FALAR) de uma linguagem mais pobre, o uso de emojis ainda é reduzido.
5. Talvez os jovens
(PODER) usar muitos mais emojis nos novos telemóveis.
6. É importante que as pessoas em teletrabalho
(MANTER) rotinas saudáveis.
7. Ontem (eles)
(ENVIAR) os últimos e-mails passada a meia-noite.
8. Embora o teletrabalho não
(SER) a única opção, as empresas começam a considerar a utilidade deste regime.
9. Quando ela
(FICAR) em casa a trabalhar,
(TER) de organizar o seu horário para não ficar ligada o dia todo.
10. Algumas pessoas
(FAZER) exercício em casa para repor energias depois de um dia de teletrabalho.
Bloque 2 - Pregunta 2 · Transformación de frases: unir oraciones, voz pasiva y pronombre de CD
BLOQUE 2: Contesta a solo 1 pregunta.
Pregunta 2 (3 puntos).
1.
Transforme numa única frase ligando a) e b):
a) O uso dos emojis está em ascensão entre os adolescentes.
b) Os emojis são muito úteis para exprimir sentimentos e tornar mais divertidas as mensagens de textos.
2.
Mude as frases para a voz passiva:
a) Algumas empresas consideram as patologias psicológicas e psiquiátricas dos empregados sinal de fraqueza.
b) Alguns críticos consideram os emojis imagens estereotipadas que não transmitem a complexidade do mundo.
3.
Rescreva a frase substituindo o complemento sublinhado pelo pronome de CD apropriado:
- A mensagem não continha emojis.
- Os horários de teletrabalho esgotam os empregados.
Bloque 3 - Ejercicio 1 · Texto de opinión de 80-100 palabras (Escreva um texto em que exprima a sua opinião)
BLOQUE 3: Desarrolle solo 1 ejercicio.
Ejercicio 1 (2 puntos). Escreva um texto em que exprima a sua opinião acerca do uso de emojis (entre 80 e 100 palavras).
Bloque 3 - Ejercicio 2 · Texto de opinión de 80-100 palabras (Escreva um texto em que exprima a sua opinião)
BLOQUE 3: Desarrolle solo 1 ejercicio.
Ejercicio 2 (2 puntos). Escreva um texto em que exprima a sua opinião sobre o teletrabalho (entre 80 e 100 palavras).
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